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El polvorín

“Carta de los 4 ríos” de las comunidades ribereñas e indígenas del Brasil

2 Febrero 2011 , Escrito por El polvorín Etiquetado en #Politica

Manifesto expressando a sua oposição aos projetos de geração hidrelétrica de energia nos rios Madeira, Xingú, Tapajós e Teles Pires.

Carta de los 4 ríos

Las comunidades ribereñas e indígenas, los movimientos sociales y los diversos sectores de la sociedad se reunieron en Itaituba los días 25, 26 y 27 de agosto 2010 para suscribir un manifiesto que expresa su oposición a los proyectos de energía hidroeléctrica en LOS CUATRO RÍOS, esto es, en los  ríos Madeira, Xingú, Tapajós y Teles Pires.

 

Reproducimos el contenido del manifiesto:

 

Carta de los 4 Ríos

 

Nosotros, los pueblos indígenas, los negros y los antiguos esclavos, las mujeres, hombres y  jóvenes de comunidades rurales y urbanas en la Amazonia brasileña, participantes de la Primera Reunión de los Pueblos y Comunidades afectadas y amenazadas por las Grandes Proyectos de Infraestructura, en las cuencas del Amazonas: Madeira , Tapajós, Xingu y Teles Pires, reunidos en Itaituba, al oeste de Pará, entre el 25 y el 27 de agosto de 2010, a través de esta carta denunciamos, dirigiendonos a todos aquellos que defienden la vida:

 

Históricamente en Brasil, todos los grandes proyectos de infraestructura siempre trajeron muerte y destrucción de los medios de vida de sus pueblos indígenas y de sus pueblos tradicionales, para beneficio de las grandes corporaciones. La construcción de represas como Tucuruí en Pará, Samuel en Rondonia, Estreito en Tocantins y Balbina en el Estado de Amazonas son un claro ejemplo de los males que este modelo de desarrollo produce.

 

Las amenazas que vienen sufriendo las poblaciones de los ríos Madeira, Tapajós, Xingu y Teles Pires también son motivos de nuestra preocupación, debido a los discursos de falso progreso, desarrollo, generación de empleo y mejor calidad de vida, vendidos por los gobiernos y los consorcios de empresas en una clara demostración de la utilización de la demagogia a costa de la información veraz, negada en todo proceso de concesión, licenciamiento y ejecución de proyectos, como ha venido sucediendo en el río Madeira, donde la construcción de plantas hidroeléctricas en Santo Antonio y Jirau ya expulsó a más 3,000 familias de sus tierras ribereñas, exponiéndolos a la delincuencia, la prostitución infantil, la trata y el abuso de drogas, las altas tasas de enfermedades de transmisión sexual y los asesinatos de los dirigentes que denunciaron la ocupación ilegal de tierras por grandes terratenientes. Estos son los grandes ” frutos “de este modelo de desarrollo.

 

Condenamos el autoritarismo que tanto gobiernos militares como civiles utilizan, uno tras otro, contra las personas vulnerables, condenamos el uso de la fuerza, la expulsión de la tierra, la criminalización de los movimientos sociales, la amenaza física de cooptación de líderes y la exclusión total de sus puntos de vista de la llamada concesión de licencias.

 

Condenamos la privatización de nuestros recursos naturales, causando la inseguridad y la degradación de los pueblos, las culturas y la sabiduría antigua, nuestros bosques, nuestros ríos y nuestras sociobiodiversidad.

 

Condenamos también las megaconstrucciones ya que sólo buscan la acumulación de capital, la concentración de la tierra y la concentración del poder político sobre nuestras vidas.

 

Defendemos:

Que la alianza de los Pueblos y Comunidades de la Pacha Mama, de la Pan-Amazonia se fortalezca con cada paso dado hacia la construcción de un nuevo mundo posible.

 

El “buen vivir” como principio de vida en oposición a la lógica de la acumulación, la competencia, el individualismo, la superexplotación de los trabajadores y de nuestros recursos naturales;

 

Un proyecto de integración de nuestros pueblos, con respecto a la socio-biodiversidad y nuestros modos tradicionales de producción que generan calidad de vida y seguridad alimentaria;

 

Queremos nuestros ríos vivos y libres, por lo que exigimos:

 

La suspensión inmediata y total de la construcción de represas en los ríos;

 

Que sean acatados los estudios de diversos expertos que proponen la repotenciación de las centrales hidroeléctricas más antigüas;

 

Inversiones Inmediatas  en la mejora de la calidad de las líneas de transmisión de energía;

 

Que el Plan Decenal de Expansión Energética aumente el porcentaje de inversiones en investigación e implementación de fuentes de energía verdaderamente limpias y renovables.

 

VIVA LA ALIANZA DE LOS PUEBLOS DE LOS RÍOS Y LOS BOSQUES!

Itaituba, PA, Pan Amazônia, 27 de agosto de 2010.

Assinam esta Carta:
Aliança Tapajós Vivo; Movimento Xingu Vivo para Sempre; Movimento Rio Madeira Vivo; Movimento Teles Pires Vivo; Movimento dos Atingidos por Barragens; Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira; Fórum da Amazônia Oriental; Fórum da Amazônia Ocidental; Fórum Social Pan-Amazônico; Frente de Defesa da Amazônia; Comitê Metropolitano do Movimento Xingu Vivo para Sempre; Prelazia do Xingu; Instituto Universidade Popular; FASE-Amazônia; International Rivers; Associação Etno-Ambiental Kanindé; Instituto Madeira Vivo; Coordenação da União das Nações e Povos Indígenas de Rondônia, noroeste do Mato Grosso e sul do Amazonas; Rede Brasileira de Justiça Ambiental; União dos Estudantes de Ensino Superior de Santarém; Movimento em Defesa da Vida e Cultura do Rio Arapiuns; Terra de Direitos; Fundo Mundial para a Natureza; Fundo DEMA; Instituto Amazônia Solidária e Sustentável; Centro de Apoio Sócio Ambiental; Comitê Dorothy; Comissão Pastoral da Terra; Conselho Indigenista Missionário; Conselho Indígena Tapajós-Arapiuns; Grupo de Defesa da Amazônia; Federação das Associações dos Moradores e organizações Comunitários de Santarém, Federação das Organizações Quilombolas de Santarém;União de Entidades Comunitárias de Santarém; Sociedade Paraense de Direitos Humanos; Vivalt Internacional Brasil; Comissão Verbita Jupic – Justiça, Paz e Integridade da Criação; MMCC – Pará – Movimento de Mulheres do Campo e da Cidade do Pará; Fórum dos Movimentos Sociais da BR 163; MMTACC – Movimento de Mulheres de Altamira Campos e Cidade; Movimento de Mulheres do Campo e da Cidade Regional BR- 163 – Pará; Movimento de Mulheres do Campo e da Cidade – Regional Transamazônica Xingu; SOCALIFRA; Nova Cartografia Social da Amazônia; Grupo de Trabalho Amazônico Regional Transamazônico Xingu;Associação do Povo Indígena Juruna do Xingu – Km 17; Associação de Resistência Indígena Arara do Maia; Coordenação das Associações de Remanescentes de Quilombos do estado do Pará – MALUNGU; Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Santarém; Reserva Extrativista Tapajós-Arapiuns; Movimento Juruti em Ação; Fórum de Mulheres da Amazônia Paraense; Grupo de Mulheres Brasileiras; Articulação de Mulheres Brasileiras; Comissão em Defesa do Xingú; Associação dos Produtores Rurais da Volta Grande do Xingu; Aliança Francisclareana; Associação indígena Kerepo; Fórum dos Movimentos Sociais; Associação Indígena Pusurú; Conselho indígena Minduruku do Alto Tapajós; Associação Suíço-Brasileira Batista de Apoio na Amazônia (Missão Batista); Associação Indígena Pahyhy’p; . http://tapajoslivre.org/site/?p=102

out 062010

As comunidades ribeirinhas e indígenas, os movimentos sociais e diversos setores da sociedade reunidos em Itaituba nos dias 25, 26 e 27 de agosto de 2010 redigiram um manifesto expressando a sua oposição aos projetos de geração hidrelétrica de energia nos rios Madeira, Xingú, Tapajós e Teles Pires.

Reproducimos a seguir o conteúdo do manifesto:

Carta dos 4 Rios

Nós, povos indígenas, negros e quilombolas, mulheres, homens, jovens de comunidades rurais e urbanas da Amazônia brasileira, participantes do I Encontro dos Povos e Comunidades Atingidas e Ameaçadas por Grandes Projetos de Infra-Estrutura, nas bacias dos rios da Amazônia: Madeira, Tapajós, Teles Pires e Xingu, em Itaituba, oeste do Pará, entre os dias 25 e 27 de agosto de 2010, vimos através desta carta denunciar a todas as pessoas que defendem a Vida que:

Historicamente no Brasil todos os grandes projetos de infra-estrutura sempre trouxeram destruição e morte aos modos de vida dos seus povos originários e populações tradicionais em benefício de grandes grupos econômicos. A construção de hidrelétricas como a de Tucuruí, no Pará, Samuel em Rondônia, Estreito no Tocantins e Balbina no Amazonas são exemplos claros dos males que esse modelo de desenvolvimento produz.

As ameaças que vem sofrendo as populações dos rios Madeira, Tapajós, Teles Pires e Xingu também são motivos de nossas preocupações, ocasionadas pelos falsos discursos de progresso, desenvolvimento, geração de emprego e melhoria da qualidade de vida, vendidos pelos governos e consórcios das empresas em uma clara demonstração do uso da demagogia em detrimento da informação verdadeira, negada em todo o processo de licenciamento e implantação dos empreendimentos, a exemplo do que vem ocorrendo no rio Madeira, onde a construção dos complexos hidrelétricos de Santo Antonio e Jirau já expulsou mais de três mil famílias ribeirinhas de suas terras, expondo-as a marginalidade, prostituição infanto-juvenil, tráfico e consumo de drogas, altos índices de doenças sexualmente transmissíveis e assassinatos de lideranças que denunciam a grilagem de terra por grandes latifundiários, estes os “grandes frutos” desse modelo de desenvolvimento.

Condenamos o autoritarismo que seguidos governos militares e civis utilizaram e ainda utilizam contra as populações vulneráveis como o uso da força, expulsão da terra, da criminalização dos movimentos sociais, da ameaça física, da cooptação de lideranças e a completa exclusão das suas opiniões dos chamados processos de licenciamentos.

Condenamos a privatização de nossos recursos naturais, que provocam insegurança e degradação de povos, culturas e sabedorias milenares, das nossas florestas, dos nossos rios e da nossa sociobiodiversidade.

Condenamos também os grandes empreendimentos por significarem acúmulo de capital, concentração de terras e de poder político sobre nossas vidas.

Defendemos:
Que aliança dos Povos e Comunidades da Pacha Mama, da Pan-Amazônia se fortaleça a cada passo dado rumo à construção de um novo mundo possível.

O “bem viver” como princípio de vida em contra-ponto à lógica da acumulação, da competição, do individualismo, da superexploração dos trabalhadores e trabalhadoras e dos nossos recursos naturais;

Um projeto de integração de nossos povos, com respeito à sociobiodiversidade e aos nossos modos tradicionais de produção que geram qualidade de vida e segurança alimentar;

Queremos nossos Rios Vivos e Livres, por isso exigimos:

A suspensão total e imediata da construção de barragens em nossos rios;

Que sejam acatados os estudos de diversos especialistas que propõem a repotenciação das UHEs mais antigas;

Investimentos imediatos na melhoria da qualidade das linhas de transmissão de energia;

Que o Plano Decenal de Expansão Energética aumente a percentagem de investimentos em pesquisas e implementação de fontes de energias verdadeiramente limpas e renováveis.

VIVA A ALIANÇA DOS POVOS DOS RIOS E DAS FLORESTAS!

Itaituba, PA, Pan Amazônia, 27 de agosto de 2010.

Assinam esta Carta:
Aliança Tapajós Vivo; Movimento Xingu Vivo para Sempre; Movimento Rio Madeira Vivo; Movimento Teles Pires Vivo; Movimento dos Atingidos por Barragens; Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira; Fórum da Amazônia Oriental; Fórum da Amazônia Ocidental; Fórum Social Pan-Amazônico; Frente de Defesa da Amazônia; Comitê Metropolitano do Movimento Xingu Vivo para Sempre; Prelazia do Xingu; Instituto Universidade Popular; FASE-Amazônia; International Rivers; Associação Etno-Ambiental Kanindé; Instituto Madeira Vivo; Coordenação da União das Nações e Povos Indígenas de Rondônia, noroeste do Mato Grosso e sul do Amazonas; Rede Brasileira de Justiça Ambiental; União dos Estudantes de Ensino Superior de Santarém; Movimento em Defesa da Vida e Cultura do Rio Arapiuns; Terra de Direitos; Fundo Mundial para a Natureza; Fundo DEMA; Instituto Amazônia Solidária e Sustentável; Centro de Apoio Sócio Ambiental; Comitê Dorothy; Comissão Pastoral da Terra; Conselho Indigenista Missionário; Conselho Indígena Tapajós-Arapiuns; Grupo de Defesa da Amazônia; Federação das Associações dos Moradores e organizações Comunitários de Santarém, Federação das Organizações Quilombolas de Santarém;União de Entidades Comunitárias de Santarém; Sociedade Paraense de Direitos Humanos; Vivalt Internacional Brasil; Comissão Verbita Jupic – Justiça, Paz e Integridade da Criação; MMCC – Pará – Movimento de Mulheres do Campo e da Cidade do Pará; Fórum dos Movimentos Sociais da BR 163; MMTACC – Movimento de Mulheres de Altamira Campos e Cidade; Movimento de Mulheres do Campo e da Cidade Regional BR- 163 – Pará; Movimento de Mulheres do Campo e da Cidade – Regional Transamazônica Xingu; SOCALIFRA; Nova Cartografia Social da Amazônia; Grupo de Trabalho Amazônico Regional Transamazônico Xingu;Associação do Povo Indígena Juruna do Xingu – Km 17; Associação de Resistência Indígena Arara do Maia; Coordenação das Associações de Remanescentes de Quilombos do estado do Pará – MALUNGU; Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Santarém; Reserva Extrativista Tapajós-Arapiuns; Movimento Juruti em Ação; Fórum de Mulheres da Amazônia Paraense; Grupo de Mulheres Brasileiras; Articulação de Mulheres Brasileiras; Comissão em Defesa do Xingú; Associação dos Produtores Rurais da Volta Grande do Xingu; Aliança Francisclareana; Associação indígena Kerepo; Fórum dos Movimentos Sociais; Associação Indígena Pusurú; Conselho indígena Minduruku do Alto Tapajós; Associação Suíço-Brasileira Batista de Apoio na Amazônia (Missão Batista); Associação Indígena Pahyhy’p; . http://tapajoslivre.org/site/?p=102

 

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LOS MAPUCHE NO CONFÍAN EN LA ECOCERTIFICACIÓN FORESTAL FSC QUE AVALAN GREENPEACE Y UNA DECENA DE ONGs

2 Febrero 2011 , Escrito por El polvorín Etiquetado en #Politica

En 2003 ONGs aprobaron una cuestionada ecocertificación para Forestal Arauco y para la CMPC, proceso que no consultó a los Mapuche.

 En 2003 ONGs aprobaron una cuestionada ecocertificación para Forestal Arauco y para la CMPC, proceso que no consultó a los Mapuche.

 

 

 

En 2003 diversas organizaciones ambientalistas chilenas e internacionales aprobaron una ECOCERTIFICACIÓN FORESTAL para la producción de dos grandes compañías forestales chilenas: Forestal Arauco, del grupo Angellini; y  la CMPC, de la familia Matte.

 

La ECOCERTIFICACIÓN FORESTAL fue entregada por el consorcio formado por las instituciones: Greenpeace, Terram, el Instituto Ecología Política, Defensores del Bosque Chileno, Rainforest Action Network, NRDC, American Lanas Alliance, Bosque Antiguo-Chile y Forest Ethics.

 

El acuerdo fue iniciativa de la comercializadora estadounidense Home-Depot, que publicitó en su oferta maderera que las empresas chilenas que la proveían no usaban bosque nativo en sus procesos productivos.

 

El grupo Matte afirmó que su  compañía forestal “CMPC valora el acercamiento que se ha producido con estos encuentros, como el intercambio de opiniones y el conocimiento de sus operaciones forestales. No cabe duda que esta mejor información permitirá a los importadores de madera de los Estados Unidos continuar con sus operaciones normalmente”.

 

En ese entonces, las ONGs firmantes del acuerdo empresarial reconocieron “el liderazgo de CMPC y Arauco en la industria forestal chilena y su apoyo a los altos estándares en el manejo de plantaciones”.

 

Sin embargo, al firmar dicho acuerdo las ONGs no tomaron debida cuenta de las opiniones de las organizaciones y comunidades del pueblo Mapuche. Tampoco tomaron en cuenta los grandes subsidios estatales que han recibido estas compañías y cerraron los ojos a todas las críticas sobre los impactos ambientales, económicos y sociales que genera la cadena productiva de estas empresas forestales.

 

En Chile, la ECOCERTIFICACIÓN FORESTAL FSC (Forest Stewardship Council) está integrada por las ONGs WWF, Terram, Greenpeace, Instituto de Ecología Política (IEP) y por varias pequeñas y medianas empresas forestales.

 

Forestal Mininco/CMPC, ansía lograr la certificación FSC, una organización internacional, fundada en Canadá en 1993, que otorga sellos ambientales a empresas que exportan a Estados Unidos.

 

Las grandes empresas que manejan la producción forestal chilena intentan obtener la certificación ambiental FSC para vender sus productos con un sello verde y social en el mercado internacional.

 

El problema está en que las organizaciones del pueblo Mapuche rechazan el proceso de certificación ambiental que la auditora internacional SmartWood Rainforest Alliance, pretende conceder a Forestal Mininco y que le permitiría obtener

la ECOCERTIFICACIÓN FORESTAL FSC (Forest Stewardship Council).

 

LOS MAPUCHE NO CONFÍAN EN LA ECOCERTIFICACIÓN FORESTAL FSC ...así la avalen las ONGs Greenpeace, Terram, el Instituto Ecología Política, Defensores del Bosque Chileno, Rainforest Action Network, NRDC, American Lanas Alliance, Bosque Antiguo-Chile y Forest Ethics.... SIMPLEMENTE NO CONFÍAN EN LA ECOCERTIFICACIÓN

 

 

 

 

Portada Forestales 

¿Es compatible la expansión de la industria forestal con una política de sustentabilidad territorial de las comunidades mapuches en La Araucanía?¿Qué relación tiene la disputa de recursos naturales con el llamado "conflicto mapuche"? Nancy Yañez co-directora del Observatorio de Ciudadano responde a uno de los aspectos clave para entender la radicalización del movimiento mapuche en la lucha por la recupración de sus tierras ancestrales.  www.radiotierra.com/node/2456

 

 

Chile: Pueblo Mapuche se opone a certificación ambiental de compañías forestales

 

Organizaciones del pueblo Mapuche rechazan el proceso de certificación ambiental que la auditora internacional SmartWood Rainforest Alliance, pretende conceder a Forestal Mininco, empresa que mantiene monocultivos exóticos de pino y eucaliptus en territorios indígenas. 

La pretendida certificación abarcaría cultivos en las regiones de El Maule, Bio Bio, ríos y lagos de la Araucanía, sobre una superficie total de 666.581 hectareas.

Forestal Mininco

Forestal Mininco es propiedad de la Compañía Manufacturera de Papeles y Cartones (CMPC) y es una de las compañías que se ha beneficiado por casi cuarenta años con subsidios estatales establecidos desde el tiempo de la dictadura de Pinochet.

Por ejemplo, el decreto 701 impuesto en 1974 financió a las empresas con hasta el 75 por ciento de los costos de la reforestación con pino y eucalipto en territorio mapuche durante 37 años.

La agrupación indígena Wallmapu Futa Trawun, sostiene que Forestal Mininco no representa ningún desarrollo para los habitantes del territorio Mapuche porque “esta empresa no tributa en las comunas en las cuales tienen gran parte de su patrimonio”.

Señala, además, que “las actividades forestales son mecanizadas por lo que el empleo local es casi nulo. Las cuadrillas de trabajadores provienen casi todos de otras ciudades y regiones. Además el trabajo es extremadamente estacional y aislado en el tiempo”.

También es acusada de no respetar el Convenio sobre Pueblos Indígenas Nº 169 de la Organización Internacional de Trabajo (OIT) y ser una de las responsables de la escasez de agua en la zona.

Las organizaciones indican que sus operaciones generan erosión, devastan los suelos productivos y contaminan las napas subterráneas y cursos de agua superficiales.

La empresa asegura que 293 comunidades mapuche tienen relación con sus operaciones forestales, ya sea a través de colindancia o que se encuentran a una distancia de hasta 3 km.

Sin embargo, organizaciones Mapuche argumentan que la cifra es incorrecta porque fue concebida sin participación de dirigentes representativos y los impactos que generan las plantaciones forestales y el tránsito de los camiones forestales inciden mucho más allá de los tres kilometros.

El reclamo se vincula al tercer principio sobre certificación del Forest Stewardship Council (FSC), que se refiere a los derechos de los pueblos indígenas.

“Los derechos legales y consuetudinarios de los pueblos indígenas para poseer, usar y manejar sus tierras, territorios y recursos deberán ser reconocidos y respetados”, afirma el artículo.

¿Qué es el FSC?

La certificación que ansía lograr Forestal Mininco/CMPC, corresponde a la que otorga el Forest Stewardship Council o FSC, una organización internacional, fundada en Canadá en 1993, que otorga sellos ambientales a empresas que exportan a Estados Unidos.

Forestal Mininco decidió en diciembre de 2008 iniciar el proceso de Certificación de Manejo Forestal con la auditora internacional SmartWood de la Rainforest Alliance (Alianza para Bosques).

En Chile, el FSC funciona con una oficina en Santiago y hasta febrero de 2010 ha certificado a 55.445 hectáreas de bosque nativo y 499.897 ha. de plantaciones.

Entre los beneficios que dice entregar el FSC a las empresas están el “acceso a nuevos mercados, a redes de información y nuevas oportunidades; y posibilidad de mejores precios en el mercado”.

En Chile, el FSC está integrado por las organizaciones no gubernamentales WWF, Terram, Greenpeace, Instituto de Ecología Política (IEP) y por varias pequeñas y medianas empresas forestales.

Esta vez, las grandes empresas que manejan la producción forestal chilena intentan obtener la certificación ambiental para vender sus productos con un sello verde y social en el mercado internacional.

Datos

En 2003 diversas organizaciones ambientalistas chilenas e internacionales aprobaron una ecocertificación para la producción de dos grandes compañías forestales chilenas: Forestal Arauco, del grupo Angellini; y a la CMPC, de la tradicional familia Matte.

La certificación fue entregada por el consorcio formado por las instituciones: Greenpeace, Terram, el Instituto Ecología Política, Defensores del Bosque Chileno, Rainforest Action Network, NRDC, American Lanas Alliance, Bosque Antiguo-Chile y Forest Ethics.

El acuerdo fue iniciativa de la comercializadora estadounidense Home-Depot, que publicitó en su oferta maderera que las empresas chilenas no usaban bosque nativo en sus procesos productivos.

El grupo Matte afirmó que “CMPC valora el acercamiento que se ha producido con estos encuentros, como el intercambio de opiniones y el conocimiento de sus operaciones forestales. No cabe duda que esta mejor información permitirá a los importadores de madera de los Estados Unidos continuar con sus operaciones normalmente”.

En ese entonces, las organizaciones no gubernamentales firmantes del acuerdo empresarial reconocieron “el liderazgo de CMPC y Arauco en la industria forestal chilena y su apoyo a los altos estándares en el manejo de plantaciones”.

Sin embargo, al firmar dicho acuerdo las ONG no tomaron debida cuenta de las opiniones de las organizaciones y comunidades del pueblo Mapuche.

Tampoco tomaron en cuenta los grandes subsidios estatales que han recibido estas compañías y cerraron los ojos a todas las críticas sobre los impactos ambientales, económicos y sociales que genera la cadena productiva de estas empresas.

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Fuente: Con información recogida de Radio del Mar

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Chocolate determinaría la guerra o la paz en Costa de Marfil

2 Febrero 2011 , Escrito por El polvorín Etiquetado en #Politica

The ban exports of cocoa could cut off a lucrative revenue source used to pay Gbagbo-loyal civil servants and military officers, ultimately forcing Gbagbo to step down.

Los precios del cacao subieron más de 4% a fines de enero, después de que Costa de Marfil emitió una prohibición de exportación por un mes, lo que podría cortar el suministro a los consumidores amantes del chocolate y a las compañías de alimentos sensibles a los precios del proveedor más grande del mundo de cacao.

El pequeño país africano de Costa de Marfil ha estado en medio de agitación política durante más de un mes, ya que el actual presidente Laurent Gbagbo se negó a renunciar después de perder las elecciones generales ante su rival, Alassane Ouattara.

Ouattara, considerado como el legítimo ganador por las Naciones Unidas y los Estados Unidos, pidió la prohibición de exportación de cacao la semana pasada. La prohibición podría cortar una lucrativa fuente de ingresos para pagar a los funcionarios leales a Gbagbo y para pagar a los militares, lo que en última instancia, obligaría a dimitir a Gbagbo.

 

La decisión tiene costos tanto para Costa de Marfil, que se basa en gran medida en los productos agrícolas como el cacao y el café para apuntalar su economía, como para la industria de la confitería a nivel global.

Se viene la corrección de cacao  

Costa de Marfil es de lejos el mayor proveedor mundial de cacao en grano – produce entre 30% y 40% de la oferta mundial. Con todos los disturbios, los precios probablemente seguirán subiendo.

De hecho, el analista de materias primas Dan Flynn, de PFG, predice que los precios del cacao podría fácilmente llegar a 3,550 dólares por tonelada métrica en los próximos días. El cacao es actualmente comercializado a alrededor de 3,311 dólares por tonelada métrica.

 

Y para los consumidores de EE.UU. y las compañías de dulces con sede en EE.UU., la prohibición de exportación hace que una situación financieramente ya difícil empeore. Los precios del cacao se han casi duplicado desde 2006, y han ido en aumento desde el pasado noviembre, cuando el problema en Costa de Marfil comenzó.

Además de esto, las compañías de alimentos están bajo presión en su intento de combatir el aumento de precios de los ingredientes y sufriendo por la disminución del consumo por la recesión.

“Aunque el aumento en los costos del cacao no es tan agudo, súbito e inesperado como el de 2008, sin duda, vuelve a introducir presión sobre los precios, y demanda trasladar las alzas a los clientes y consumidores”, escribieron las analistas Susanne Seibel y Gabriela Malczynska, de Barclays Capital, en una nota a los inversores.

 

             

 

 

Cocoa surges 4% as Ivory Coast bans exports

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By Ken Sweet, contributing writerJanuary 25, 2011 http://money.cnn.com/2011/01/24/markets/cocoa_ivory_coast/index.htm

 

NEW YORK (CNNMoney) — Cocoa prices surged more than 4% Monday, after the Ivory Coast called for a one-month export ban, potentially cutting off both chocolate-loving consumers and price-sensitive food companies from the world’s largest cocoa supplier.

The tiny African country has been in the midst of political turmoil for more than a month, since incumbent President Laurant Gbagbo refused to relinquish his position after losing the general election to challenger Alassane Ouattara.

Ouattara, considered the legitimate winner by the United Nations and the United States, called for the export ban late last week. The ban could cut off a lucrative revenue source used to pay Gbagbo-loyal civil servants and military officers, ultimately forcing Gbagbo to step down.

The move comes at a cost both to the Ivory Coast, which relies heavily on agricultural commodities such as cocoa and coffee to fuel its economy, and the world’s confectionary makers.

 

The Ivory Coast is by far world’s largest supplier of cocoa beans — providing between 30% and 40% of the world’s supply. With all the unrest, prices will likely keep rising.

In fact, PFG commodities analyst Dan Flynn predicts cocoa prices could easily reach $3,550 per metric ton in the next few days. Cocoa is currently trading around $3,311 per metric ton.

And for U.S. consumers and U.S.-based candy companies, the export ban makes an already financially difficult situation worse. Cocoa prices have nearly doubled since 2006, and have been steadily rising since last November, when the trouble in the Ivory Coast began.

On top of that, food companies are under pressure as they try to combat rising ingredient prices without passing on the cost to recession-wary consumers.

“While the rise in cost [in cocoa] is not as sharp, sudden and unexpected as the previous hike in 2008, it undoubtedly re-introduces price pressure, and the requirement to pass on these higher costs to customers and consumers,” wrote Barclays Capital analysts Susanne Seibel and Gabriela Malczynska in a note to investors.

The ban reportedly forced privately-owned food processing giant Cargill, which buys about 15% of its cocoa from the Ivory Coast, to shut down all cocoa operations in that country.

Mars Inc., the world’s largest candy company, said in a statement that it was still working to understand the situation in the Ivory Coast but “we are certain that in the short term this will not impact our ability to manufacture the chocolate products that our consumers desire.”

Hershey (HSY, Fortune 500) and Archer Daniels Midland (ADM, Fortune 500) both said they were monitoring the situation but declined to comment on the specific impact the cocoa export ban might have on their manufacturing capabilities.

Food industry analysts expect the quickly-rising price of cocoa may require food companies to institute price increases — or at least have a reason to follow through with price increases. It comes at a time when consumers have already been dealing with generally higher food and energy costs, with the USDA saying it expects food prices to “accelerate” into the first six months of 2011.

“Food inflation is back, and we expect the leading manufacturers to implement price increases,” said Barclay’s Seibel and Malczynska. To top of page

Cocoa surges 4% as Ivory Coast bans exports – Jan. 24, 2011 24 Jan 2011 Cocoa prices surged more than 4% Monday, after the Ivory Coast called for a one-month export ban, potentially cutting off both
money.cnn.com/2011/…ivory_coast/index.htm

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Foreign Policy: In Ivory Coast, A ‘Genocide’ Problem

by Elizabeth Dickinson

 

U.N. soldiers patrol the Abobo neighborhood of Abidjan, a district in the Ivory Coast. The U.N. boosted the number of peacekeepers to 2,000 last week amidst building political conflict in the country.

UN soldiers patrol the Abobo neighborhood of Abidjan, a district in the Ivory Coast.
Sia Kambou /AFP/Getty ImagesU.N. soldiers patrol the Abobo neighborhood of Abidjan, a district in the Ivory Coast. The U.N. boosted the number of peacekeepers to 2,000 last week amidst building political conflict in the country.
 

January 24, 2011

 

Elizabeth Dickinson is assistant managing editor at Foreign Policy.

Across the board, the rhetoric on the Ivory Coast is escalating. The West African economic community, ECOWAS, says it is set to intervene militarily to unseat should-be-outgoing President Laurent Gbagbo. African Union mediator and Kenyan Prime Minister Raila Odinga left Abidjan without making progress earlier this week, saying that mediation was failing. On Jan. 19, the United Nations’ Security Council unanimously approved boosting the number of peacekeepers in the country up by 2,000. And on the same day, U.N. officials expressed concern about possible “genocide, crimes against humanity, war crimes and ethnic cleansing in Cote d’Ivoire.”

 

Wait, so if all this is to be believed, are West Africa and the United Nations about to intervene militarily to prevent a genocide?

No. Start with the fears of “genocide” — which is a very specific word that means very specific things, all of which would be a stretch to say about Ivory Coast right now. Genocide is defined as the “intent to destroy, in whole or in part, a national, ethnical, racial or religious group.” And the conflict in Ivory Coast is so far a very political — and two-sided — one. Fighting has been primarily between the two military forces loyal to the two presidential claimants, Gbagbo and Alassane Ouattara. The U.N. has reported nighttime raids by pro-Gbagbo forces (i.e., the national military) against the pro-Ouattara camp, as well as the presence of at least one mass grave.

 

Alarming as these reports are, all evidence points to their being roundups of suspected or real opposition supporters — not just anyone who happens to belong to a certain “group.” Elsewhere in the countryside, refugees are fleeing from both political sides and from all ethnicities. “If they are in the stronghold of Ouattara, then [the people who are fleeing] are pro-Gbagbo, and vice versa,” UNHCR’s Fatoumata Lejeune-Kaba told me by phone. In other words, there are abuses going on on both political sides. This is much closer to war than extermination.

To be sure, the violence is horrible no matter what we call it. But how to deal with it changes entirely if we start calling this genocide. If the “g” word is evoked, this becomes primarily a humanitarian, rather than a political, crisis. And it means there is only one side to blame. In fact, it’s both. And the soft touch of diplomacy is needed here to finesse a way out of this situation. As I’ve written before, Ivory Coast really is split down the middle between Gbagbo and Ouattara. So if we hit this situation with a blunt instrument, at least half of all Ivorians are going to feel cheated. As a congressional analyst watching Ivory Coast told me today, “If Gbagbo is forced to step down, his hard-core supporters — which is a good number of people — will have grievances.”

Speaking of blunt instruments, what are the chances of a military intervention? Despite tough words, I’m not convinced that West Africa is really very likely to send in its heavy guns. Were it to do so, it would likely require a nod of approval from the African Union, and not everyone there is on board. South Africa’s President Jacob Zuma expressed concern today, for example, that the election results might not be as clear-cut in Ouattara’s favor as everyone believes.

If there’s one thing everyone does agree on, however, it’s that things are going to get worse before they get better. UNHCR is concerned enough about conflict to have contingency plans in place for Ivory Coast as well as every country that it borders. Refugees who have fled to Liberia already are eager to be settled in camps — meaning they are in no hurry to return to Ivory Coast.

What’s the answer here? It’s looking increasingly like the only way to get Gbagbo out will be to slowly bleed him of financial resources. Nearly everyone has already cut him off — the European Union, the United States, the World Bank, and the IMF. Though even here, there’s a catch: Some spoilers in the West African central bank are rumored to be feeding him cash.

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Analysts have warned that inflammatory rhetoric could help push the nation back into civil war, seven years after a previous conflict resulted in it being divided between a rebel-run north and government-controlled south.

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Lluvia de “Decretos de Urgencia” del gobierno de Alan García pretende burlar salvaguardas socioambientales exigidas a corporaciones

2 Febrero 2011 , Escrito por El polvorín Etiquetado en #Politica

 

  

El respaldo del Ministerio del Ambiente del Perú a los cuestionados decretos de urgencia 001-2011 y 002-2011 evidencia que no se trata de dos sino de tres normas inconstitucionales: Decreto de Urgencia (DU) 121-2009 también desregula los Estudios de Impacto Ambiental (EIA).

El Ministro del Ambiente, el aprista Antonio Brack Egg pretende justificar el 001-2011 y el 002-2011 con el 121-2009 pero ello no es más que un retruque, ya que el hecho de que haya una irregularidad no significa que justifique las dos irregularidades siguientes.

 

Antonio Brack Egg apareció el domingo en varios medios televsivos, preguntando socarronamente por que se hace tanta alharaca con los decretos de urgencia que mediatizan las exigencias socioambientales, si ya hay un decreto de urgencia de 2009 que desregula los Estudios de Impacto Ambiental (EIA)... ¿donde han estado esos críticos? preguntó en tono burlesco ... que aparecen en periodo electoral ... remarcó recurriendo a malas artes políticas, olvidando que su función es PROTEGER EL AMBIENTE y PROTEGER LA VIDA, de los impactos nocivos que las empresas extractivas, la minería y las corporaciones generen.

La Constitución establece para la promulgación de los Decretos de Urgencia (DU): que se esté ante una situación excepcional e imprevisible, que no es el caso. En estos momentos, en el Perú se está tratando de gobernar en base a una lluvia de Decretos de Urgencia y poderes legislativos otorgados al Poder Ejecutivo arbitrariamente y no por motivos de fuerza mayor. Además los DU no pueden regular sobre materia ambiental, y deben limitarse a regular solo en cuestiones económicas y financieras.

Los DU también violan otros derechos fundamentales, porque atentan contra el derecho a la consulta de los pueblos indígenas, establecido en el Convenio sobre Pueblos Indígenas Nº 169 de la Organización Internacional del Trabajo.  

Ante la grave situación que plantea la promulgación de los decretos 001-2011 y 002-2011, el IDL y la SPDA exhortaron al Congreso de la República a derogar estos decretos. Si eso no ocurre, le corresponde al Poder Judicial dejarlos sin efecto; o al Tribunal Constitucional, ejercer un proceso de inconstitucionalidad de los mismos.

Respaldo del Minam a Decretos de Urgencia evidencia que existen tres normas inconstitucionales

Mariano Castro, abogado de la Sociedad Peruana de Derecho Ambiental

 

Servindi, 31 de enero, 2011.-  Mariano Castro, abogado de la Sociedad Peruana de Derecho Ambiental (SPDA), señaló que el respaldo del Ministerio del Ambiente (Minam) a los cuestionados decretos de urgencia 001-2011 y 002-2011 evidencia que no se trata de dos sino de tres normas inconstitucionales.

Castro realizó tal afirmación en base a la nota de prensa emitida por el Minam, donde se hace referencia al Decreto de Urgencia (DU) 121-2009 que también desregula los Estudios de Impacto Ambiental (EIA).

“El hecho de que haya una irregularidad no significa que justifique las siguientes”, indicó en la conferencia de prensa organizada hoy por la SPDA y el Instituto de Defensa Legal (IDL).

Asimismo, explicó que los proyectos incluidos en el DU 121-2009 no son los mismos que los que se incluyen en los recientes decretos de urgencia.

Atentan el orden jurídico

                

                                                  Juan Carlos Ruíz Molleda, del Instituto de Defensa Legal (IDL)

 

En la reunión, el IDL y el SPDA coincidieron en señalar que los DU recientemente aprobados son inconstitucionales porque no respetan los requisitos del ordenamiento jurídico y eliminan el derecho a la consulta previa de los pueblos indígenas.

Respecto al primer punto, la Constitución Política establece que los DU no pueden regular sobre materia ambiental, y deben limitarse a regular solo en cuestiones económicas y financieras.

 

Un precedente de ello son tres sentencias del Tribunal Constitucional (TC).

Por ejemplo, en la sentencia del Expediente n° 008-2003- AI/TC, se lee: “Las materias económicas y financieras deben entenderse como el contenido y no el continente, siendo por ello necesario que la atribución del Presidente de la República, se circunscriba a ambos temas (económicos y financieros) en estricto, toda vez que son pocas las cuestiones que, en última instancia, no sean reconducibles hacia el factor económico”.

 

Otros requisitos materiales que establece la Constitución para la promulgación de los DU son: que se esté ante una situación excepcional e imprevisible; cuando exista una urgencia y una necesidad de expedirlo, y en caso exista un interés nacional. No obstante, según Juan Carlos Ruiz, abogado del IDL, ninguno de estos requisitos se cumple.

Convenio 169 en juego

Los DU también violan otros derechos fundamentales, porque atentan contra el derecho a la consulta de los pueblos indígenas, establecido en el Convenio sobre Pueblos Indígenas Nº 169 de la Organización Internacional del Trabajo (OIT). En el supuesto de que se considere realizar la consulta previa, ésta no se podrá concretar.

Ello obedece a que antes del proceso de diálogo entre el Estado y los pueblos indígenas, es necesario que se brinde a los segundos toda la información necesaria sobre los posibles impactos de la decisión a adoptarse, a fin de que sobre esta base las comunidades originarias deliberen, evalúen y manifiesten una posición.

En suma, esa norma alienta la inversión pero no compatibiliza con los derechos humanos de las comunidades indígenas, con sus derechos a la tierra, a los recursos naturales, que claramente se están invisibilizando.

Cabe destacar, que los DU no hacen referencia a la central hidroeléctrica de Inambari, porque ésta no se encuentra a cargo de Pro Inversión. Sin embargo, la forma de los DU dan lugar a que un proyecto ingrese a este procedimiento.

Derogación inmediata

Las instituciones SPDA e IDL coincidieron tajantemente en señalar que por todas las implicancias que conllevan las normas cuestionadas, la institucionalidad ambiental se verá debilitada.

Hay una fuerte debilidad de los instrumentos de gestión y cualquier modificación orientada a disminuir las exigencias, la disminuye aún más y le resta credibilidad.

Pone en riesgo además, la descentralización de la gestión ambiental y el aspecto sectorial de la EIA. Cada sector es el encargado de revisar y aprobar los estudios de impacto ambiental vinculados a su área. Sin embargo, no todas las entidades gubernamentales poseen un marco regulatorio adecuado.

Ante la grave situación que plantea la promulgación de los decretos 001-2011 y 002-2011, el IDL y la SPDA exhortaron al Congreso de la República a derogar estos decretos. Si eso no ocurre, le corresponde al Poder Judicial dejarlos sin efecto; o al Tribunal Constitucional, ejercer un proceso de inconstitucionalidad de los mismos.

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En el Perú, ante unas políticas entreguistas, los intereses corporativos no cejan y se crecen. 

El Gobierno emite de nuevo decretos que, para la concesiones a empresas, relajan cautelas y garantías, como las de carácter medioambiental, e ignoran por completo obligaciones contraídas mediante tratados internacionales, como las de respeto de derechos indígenas y consulta a los respectivos pueblos, obligaciones que pueden ser afectadas en algunos de los casos contemplados por dichas nuevas medidas.

http://clavero.derechosindigenas.org/?p=8576

Afectándoles de pleno, en su labor legislativa, el Congreso, aun con minorías resistentes en su seno, va a la zaga de esas mismas políticas. ¿La historia se repite? Esperemos que no por lo que respecta a la impunidad de quienes siguen impulsando el atropello de derechos humanos como lo sean expresamente para las Naciones Unidas los derechos de los pueblos indígenas. El Gobierno reincidente se cubre las espaldas granjeándose actitudes cómplices, como del Tribunal Constitucional, o deferentes, como de la Defensoría del Pueblo, en el interior, y prestando buena cara y oídos sordos a instancias de supervisión del exterior, como  a la Organización Internacional del Trabajo o al Relator Especial de las Naciones Unidas sobre los Derechos de los Pueblos Indígenas.

El Perú y los Derechos en Almoneda

Publicado el 1 Febrero, 2011 http://clavero.derechosindigenas.org/?p=8576

Decreto 001-2011

Decreto 002-2011

Iniciativa congresual frente a los decretos

Interpelación al Relator Anaya sobre la Ley Forestal

Mesa de Trabajo de la Comisión Agraria del Congreso

Pronunciamiento sobre inconstitucionalidad de los decretos (Instituto de Defensa Legal)

Dictamen sobre inconstitucionalidad de los decretos (Justicia Viva)

Declaración en defensa del derecho al ambiente (SPDA, SER, DAR, CSA, FPCN, WWF, CARE)

¿El Perú en Subasta? (Otra Mirada)

Derecho al medio ambiente (J. Mujica)

Matanza de Bagua y decretos ejecutivos (D. Hinojosa, R. Ricco y A. Toasa)

Problemática constitucional de los decretos de urgencia (César Landa)

Tribunal Constitucional, Sentencia Exp. 17-2004 (Magistrados Alva, Landa y otros)

BCS

Bartolomé Clavero

-Catedrático de la Universidad de Sevilla.

Email: clavero@us.es

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España: La dignidad de un albañil anarquista

2 Febrero 2011 , Escrito por El polvorín Etiquetado en #Politica

FILMOTECA
La dignidad de un albañil anarquista
El documental de Valentí Figueres, Vivir de pie. Las guerras de Cipriano Mera (2009) es un emotivo homenaje a la figura de este albañil del barrio madrileño de Tetuán, protagonista del anarquismo del siglo XX.

PAULA CASTILLEJOS
Lunes 24 de enero de 2011.  Número 142
JPG - 56.7 KB
Imagen tomada del libro ‘Guerra, Cárcel y exilio de un anarcosindicalista’( Ed. La Malatesta).

“Hubo un tiempo en el que todo fue posible. Un tiempo en el que un ejército de soñadores se hicieron albañiles de la utopía y construyeron las paredes de las casas que no llegarían a habitar y los altos muros de las prisiones que finalmente ocuparon. Unos tiempos difíciles de una historia subterránea, el leve peso de las ideas que fluyen como la sangre a través de las grietas en el muro. Esta es la historia de un albañil y de una grieta, de un niño audaz con alma de pez volador que osó soñar con un mundo nuevo”. Así, con este preámbulo tan poético y conmovedor, se inicia Vivir de pie. Las guerras de Cipriano Mera un documental que, dada su temática, el dominio de la materia tratada, el rigor empleado y la caudalosa información utilizada, ningún amante de la justicia social y de la fraternidad universal debería perderse.

Dirigido por Valentí Figueres, Vivir de pie cuenta la historia del destacado militante anarquista Cipriano Mera desde su nacimiento en el madrileño barrio de Tetuán en el año 1897 hasta su muerte en París en octubre de 1975. A la vez es un recorrido por la historia de España de ese periodo pues su protagonista, de una u otra forma, participa de todos los sucesos importantes del mismo.

‘Vivir de pie’ transciende a la biografía de Mera para convertirse en un repaso a la historia de España

Así, con imágenes de archivo, testimonios de personas que le conocieron y párrafos de los textos que nos dejó escritos, vamos conociendo su temprana toma de conciencia; su adolescencia de trabajador de la construcción, incapaz de soportar las injusticias sociales y las desigualdades; su temprano descubrimiento de Piotr Kropotkin y del que será su libro de cabecera durante toda la vida, La conquista del pan; sus simpatías con grupos, de nombres tan reveladores de su filosofía como Acción y Silencio, cercanos a la CNT, en un momento en el que el sindicato tenía cerca de 750.000 afiliados en una España de unos 22 millones de habitantes; sus problemas con la dictadura de Miguel Primo de Rivera y con el pistolerismo patronal de la época; su amor por Teresa, con quien empezará a vivir a mediados de los años ‘20, sin papel alguno de por medio, y que será su pareja de toda la vida; su juventud primera, en fin, que transcurre “entre el andamio, el ateneo y la cárcel”.

La Guerra Civil

Con la llegada de la II República llega a ser jefe de los ‘grupos de defensa’ del sindicato; ayuda, al ganar la Confederación Española de Derechas Autónomas (CEDA) las elecciones, a organizar la insurrección general de 1933 que le lleva, una vez más, a prisión (“La clase obrera o triunfa como clase –dice Cipriano por entonces– o siempre tendrá que soportar una esclavitud, más o menos bien remunerada”). El documental explica su actuación en la Guerra Civil, primero como simpatizante de la revolución social que quiere implantar el comunismo libertario durante el dulce verano de la anarquía y después, ya convencido de que primero hay que ganar la guerra, y a pesar de su antimilitarismo, como general de la 14 División anarquista, en los frentes de Madrid, Guadalajara o Cuenca.

El documental usa imágenes de archivo, testimonios y párrafos de los textos que Mera dejó escritos

También se detiene su emotiva despedida de Durruti, herido de muerte, en una habitación del hotel Ritz, convertido entonces en hospital; sus tres años de calvario en diversos campos de concentración de Argelia de donde fue entregado, atado de pies y manos, a las autoridades españolas en 1942 para pasar a formar parte de los casi 500.000 presos que, por entonces, llenaban las cárceles del país; su extraño indulto concedido en 1946 (“He salido de la cárcel a un enorme patio de prisión que es España entera”, dijo al salir) o su exilio en Francia donde, junto a los que no habían muerto en la guerra, en las cárceles o fusilados, ayudó a mantener encendida la llama del anarquismo.

El congreso de Limoges

En Vivir de pie se explica, asimismo, la participación de Mera en el Congreso de Limoges (Francia) de 1961, donde fue asignado, junto a Juan García Oliver, a la Defensa Interior, y también toca aspectos no tan conocidos o amables como su vergonzante expulsión de CNT por parte del sector ortodoxo. Por último, el largometraje de Valentí Figueres también rememora la alegría renovada que Mera sintió ese mayo de 1968 en el que construyó (literalmente) barricadas y sus últimos años colaborando en publicaciones libertarias hasta su muerte en otoño de 1975, unas semanas antes de la de aquel general golpista de cuyo nombre no quiero acordarme.

Vivir de pie. Las guerras de Cipriano Mera es un documental sobre Cipriano Mera que transciende a su biografía para convertirse en un repaso a la historia de España de buena parte del siglo pasado; una historia muy distinta a la que durante décadas fue la oficial, a la que escribieron los vencedores, que recoge las ilusiones de muchas personas que durante años lucharon por un mundo mejor, más justo, más solidario; y también el dolor que sufrieron muchas de ellas por ser fieles a unas ideas. Una historia que es preciso conocer y que, poco a poco, se nos va transmitiendo gracias a ciertos libros y a títulos tan necesarios, tan honestos y tan impagables como éste.

Diagonal Web

 

Nota de El Polvorín

Hasta hace unos días, teniamos el documental que lo subieron a un servidor ¿chino? aquí:

Vivir de pie. Las guerras de Cipriano Mera

Pero ya lo bajaron. Apenas lo consiga, lo vuelvo a subir

Ivonne.

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Titulares de hoy en Democracy Now!

2 Febrero 2011 , Escrito por El polvorín Etiquetado en #Politica

Las manifestaciones de Egipto entran en su octavo día: más de un millón de personas se concentran en la plaza Tarhir

Más de un millón de manifestantes se están concentrando en la plaza Tahrir en El Cairo para exigir la destitución del Presidente egipcio Hosni Mubarak. Centenares de miles de personas también se están manifestando en Alejandría y otras ciudades egipcias.

Un manifestante declaró: "Queremos que Mubarak y sus agentes se vayan, no los queremos. Aquí todos están reclamando un cambio. Queremos cambios".

Las protestas de hoy son las más grandes desde el inicio del levantamiento popular contra el régimen de Mubarak hace una semana. Los organizadores de las protestas también convocaron a una huelga general en todo el país. Los manifestantes recibieron un gran impulso el lunes cuando el Ejército egipcio anunció que no utilizaría la fuerza contra las protestas.

Saqueos vinculados a partidarios del régimen de Mubarak

Antes de la concentración de hoy, el Ejército arrestó a una serie de "saboteadores y matones" respaldados por el gobierno que intentaban infiltrarse en las protestas. Mientras tanto, el régimen de Mubarak es acusado de orquestar algunos de los saqueos de los últimos días en un intento de avivar el temor de la inestabilidad. La organización Human Rights Watch divulgó pruebas que vinculan a oficiales de policía leales a Mubarak con actos de violencia y saqueos. La jefa de derechos humanos de las Naciones Unidas afirma que recibió informes no confirmados de que hasta 300 personas habrían sido asesinadas en Egipto durante la semana pasada.

Vicepresidente egipcio establece contacto con grupos de oposición

El lunes, el Vicepresidente recientemente designado por Mubarak, Omar Suleiman, intentó establecer contacto con los grupos de oposición.

Suleiman declaró: "El Presidente me pidió hoy que me comunicara de inmediato con todos los grupos de oposición para iniciar un diálogo sobre todas las cuestiones planteadas en relación con la Constitución y las leyes y elaborar sugerencias de modificaciones y un plazo para implementarlas".

En el día de hoy, se reunieron grupos de oposición egipcios para debatir posibles negociaciones con Mubarak. Al Jazeera informa que la Hermandad Musulmana se rehúsa a mantener conversaciones con el régimen. Mohamed ElBaradei pidió a Mubarak que abadonara el país a más tardar el viernes. ElBaradei, ganador del Premio Nobel y ex jefe de la Agencia Internacional de Energía Atómica de la ONU, emergió como la voz cantante de la oposición.

Estados Unidos se rehúsa a pedir destitución de Mubarak

Muchos manifestantes egipcios criticaron a Estados Unidos por su apoyo de larga data al régimen de Mubarak. El lunes, el Secretario de Prensa de la Casa Blanca Robert Gibbs se rehusó a solicitar abiertamente la renuncia del Presidente egipcio.

Gibbs declaró: "Debe haber una transición ordenada ya que hay que abordar una amplia gama de cuestiones, a algunas de las cuales ya me he referido. Tiene que haber negociaciones significativas con amplios sectores del pueblo egipcio, entre ellos, grupos de oposición, que implican responder a la esencia misma de las libertades a las que el pueblo aspira".

Rey jordano destituye al gobierno

Las protestas de Egipto se siguen sintiendo en todo el Medio Oriente y el norte de África. En el día de hoy, el rey Abdullah de Jordania destituyó a su gobierno y designó a un nuevo primer ministro.

Manifestantes tunecinos exigen investigación de torturas

En Túnez, los manifestantes se concentraron frente al Ministerio del Interior el lunes para reclamar el arresto de oficiales que maltrataron y torturaron tunecinos durante el gobierno del dictador Ben Ali, quien fue derrocado el mes pasado tras un levantamiento popular.

Sufyan Trabelsi expresó: "Nuestra primera demanda es que se haga una limpieza en el Ministerio del Interior porque éste supervisó las torturas contra los tunecinos. Muchos funcionarios del Ministerio deberían ser condenados por haber asesinado a nuestro pueblo, como Muqazza (funcionario del Ministerio), quien ha asesinado a nuestra gente. Nuestra segunda exigencia es que los poderes políticos del país estén todos representados en este gobierno, estamos en contra de la marginación de los poderes políticos en el gobierno”.

En noticias relacionadas, un equipo de las Naciones Unidas dijo hoy que 219 personas murieron el mes pasado en Túnez durante las protestas que derribaron al gobierno.

Juez federal dictamina que la ley de reforma de la salud es inconstitucional

En otras noticias, un juez federal dictaminó que la radical ley de reforma de la salud del Presidente Barack Obama es inconstitucional porque requiere que los estadounidenses contraten seguros de salud. El juez federal de distrito Roger Vinson, de Florida, emitió un fallo el lunes pero no suspendió la ley. El gobierno de Obama informó que tiene intenciones de apelar el fallo. El juez Vinson fue nombrado por el Presidente Reagan.

Haití ofrece pasaporte diplomático al derrocado Presidente Aristide

El gobierno de Haití anunció que está listo para entregar un pasaporte diplomático al ex Presidente Jean-Bertrand Aristide y abrió así la puerta para su regreso después de casi siete años de exilio en Sudáfrica. Aristide fue derrocado en 2004 en un golpe de Estado respaldado por Estados Unidos. En 1990, el ex sacerdote católico se convirtió en el primer presidente democráticamente electo de Haití y adquirió una gran popularidad. Mientras tanto, se espera que las autoridades electorales de Haití pongan fin a meses de incertidumbre política el miércoles al anunciar los resultados definitivos de las elecciones presidenciales y revelar quién pasará a la última vuelta el mes que viene. El domingo, la Secretaria de Estado estadounidense Hillary Clinton viajó a Haití y dijo que el sucesor electo del Presidente Préval, Jude Celestin, debería retirarse de la segunda vuelta debido a las pruebas de que hubo fraude electoral para favorecerlo en la primera instancia electoral realizada en noviembre.

Hombre haitiano muerte tras ser deportado de Estados Unidos

El Centro para los Derechos Constitucionales está reiterando su pedido de que el gobierno de Obama detenga las deportaciones a Haití luego de que al menos un ciudadano haitiano murió de síntomas similares al cólera tan solo semanas después de ser deportado de Estados Unidos. El gobierno de Obama reanudó las deportaciones a Haití en enero. El Centro para los Derechos Constitucionales informa que los haitianos deportados estuvieron expuestos al cólera cuando estuvieron detenidos en celdas de deportación de la policía en Haití.

Sunita Patel, abogada del Centro para los Derechos Constitucionales, dijo: “Al menos sabemos de una persona que murió de síntomas similares al cólera. Simplemente es una completa tragedia que el gobierno de Estados Unidos no haya hecho nada para detener las deportaciones, a pesar de saber que estas cosas han ocurrido y a pesar de estar al tanto de que esto podría pasarle a las personas cuando son deportadas a Haití".

Huntsman renuncia a cargo de embajador y podría postularse a elecciones de 2012

En noticias que podrían tener un impacto en las elecciones presidenciales de 2012 en Estados Unidos, Jon Huntsman, el embajador de Estados Unidos en China, informó a la Casa Blanca que planea renunciar a fines de abril. Se prevé que Huntsman, un ex gobernador republicano de Utah, se postulará a la presidencia como candidato republicano.

Irán exige a excursionista estadounidense que regrese para el juicio

Irán citó a una mujer estadounidense para que regrese al país el 6 de febrero para ser sometida a un juicio por espionaje junto a otros dos ciudadanos estadounidenses. Sarah Shourd, su prometido Shane Bauer y su amigo Josh Fatal fueron arrestados en 2009 mientras hacían una excursión a pie cerca de la frontera entre Irak e Irán. Shourd estuvo presa durante catorce meses antes de ser liberada bajo fianza en septiembre. Irán advirtió que se quedaría con la fianza de 500.000 dólares si no regresa. Bauer y Fatal han estado detenidos en una prisión iraní durante más de dieciocho meses. El lunes, varias figuras internacionales, tales como el actor Sean Penn, el profesor del MIT Noam Chomsky y el Arzobispo retirado Desmond Tutu, de Sudáfrica, emitieron una petición para que Irán libere a los dos hombres que siguen detenidos.

Defensores de armas de Arizona presionan para hacer leyes de armas de fuego menos estrictas

Semanas después del tiroteo de Tucson que dejó un saldo de seis muertos y trece heridos, entre ellos la congresista Gabrielle Giffords, los defensores de las armas en Arizona están promoviendo un proyecto de ley de armas de fuego que permitiría las armas en los recintos universitarios y dentro de los edificios del gobierno, incluyendo el Capitolio estatal. Según el Proyecto de Ley 1201 del Senado, los lugares o eventos públicos únicamente podrían prohibir las armas si colocan los carteles correctos, proporcionan casilleros para guardar las armas y tienen seguridad armada y un detector de metales. Esta ley se aplicaría a los salones de clase de las universidades, los autobuses de la ciudad y los festivales comunitarios.

Investigadores encubiertos exponen falla en exposición de armas

En otras noticias de Arizona, un equipo de investigadores encubiertos enviado por el alcalde de la Ciudad de Nueva York Michael Bloomberg visitó una exposición de armas en Phoenix para demostrar qué tan fácilmente se puede comprar un arma similar a la utilizada en el tiroteo de Tucson. Con cámaras ocultas, los investigadores primero compraron una pistola Glock-17, luego un cargador expandido de 33 municiones como el que el sospechoso Jared Loughner uso en el ataque. El video encubierto también reveló cómo los investigadores lograron comprar armas sin que se verificaran sus antecedentes. Reproducimos a continuación parte de lo que muestra el video.

Un investigador dijo: "Estoy buscando algo como esto. Nueve milímetros con bloqueo de potencia y, algo que pueda ocultarse. ¿Sabe a lo que me refiero?".

El vendedor dijo: "Entonces ésta, ésta probablemente es la más nueva que tengo. Esta nunca ha sido disparada".

El investigador dijo: "Sí, sí, sí. ¿Es totalmente nueva?".

El vendedor dijo: "Sí [ininteligible]. Lo bueno es que si no le gusta simplemente puede venderla después y no está a su nombre. Como cuando compra una nueva, tiene que preocuparse por dónde terminará".

El investigador dijo: "Sí, sí, sí. Entonces usted no es uno de esos, usted sabe, distribuidores ¿No?".

El vendedor dijo: "No. Sin impuestos. Sin formularios. No hay que hacer traspasos. Solamente necesita una identificación de Arizona, eso es todo".

El investigador dijo: "¿Entonces no hay control de antecedentes?".

El vendedor dijo: "No".

El investigador dijo: "Eso es bueno, porque probablemente no pasaría un control. Usted me entiende".

En virtud de la ley federal las ventas de la Glock-17 y el cargador con capacidad ampliada fueron lícitas debido al denominado "vacío en la exhibición de armas", que permite a los vendedores de armas comercializarlas sin una verificación de antecedentes. Dichas ventas constituyen un 40% de todas las ventas de armas en Estados Unidos.

Universidad de Brooklyn reincorpora a profesor destituido

En una actualización a una noticia publicada el lunes, la universidad Brooklyn College revirtió su postura y volvió a contratar a Kristofer Petersen-Overton para dictar un curso este semestre sobre el Medio Oriente. Petersen-Overton fue destituido la semana pasada, un día después de que el asambleísta estatal demócrata de Nueva York Dov Hikind se quejara por las opiniones del profesor sobre Israel.

El padre del hip hop afronta crisis médica sin seguro de salud

Y en materia cultural, el hombre que es considerado el padre del hip hop está afrontando una crisis médica. Los amigos de DJ Kool Herc dicen que padece una enfermedad muy grave, pero no tiene seguro médico. Mientras vivía en el Bronx a mediados de la década del 70, DJ Kool Herc desarrolló un estilo como disc-jockey que se convirtió en la base del hip hop.

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Uruguay: ASAMBLEA POPULAR REPUDIA A MUBARAK

2 Febrero 2011 , Escrito por El polvorín Etiquetado en #Politica

 

LA SOLIDARIDAD CON EL PUEBLO DE EGIPTO ES UN DEBER MORAL

 ASAMBLEA POPULAR

REPUDIA A MUBARAK

 


 

 

Convocada por la Asamblea Popular, se realizó en la tarde de ayer una concentración en la Plaza Libertad en solidaridad con el pueblo egipcio que se volcó en la última semana masivamente a las calles y en repudio a la represión que está sufriendo lanzada por el tirano Hosnie Mubarak que lleva 30 años en el poder.

¡Fuera Mubarak de Egipto, títere de EEUU y del sionismo!, se oyó corear con fuerza por los manifestantes.

"Viva la lucha del pueblo de Egipto y de los países del norte de África así como los levantamientos de los oprimidos por las oligarquías árabes en Medio Oriente"

El demógrafo Guillermo Macció, integrante de la AP dijo que la situación de Egipto era un hecho importantísimo a nivel internacional y explicó " La solidaridad es una cuestión de principios, tenemos que tener una conciencia abierta y estar dispuestos a manifestar donde haya un acto que nos convoque para una protesta que consideremos legítima.".

Por su parte Ricardo Cohen, integrante del coordinador nacional de la AP sostuvo que la lucha de los pueblos de África hoy, "es la misma lucha" contra el mismo enemigo que enfrentamos en América Latina, el imperialismo, las políticas de empobrecimiento de las grandes masas y un enriquecimiento cada día mayor concentrado en muy pocos.

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Editorialla Juventud

 

Revuelta en Egipto
Batalla informativa por la insurrección

En el día de ayer tanto Al Jazeera como Telesur han sido silenciadas por el régimen de Mubarak, pues es notorio que tanto los Estados Unidos como Israel, están tratando que el mundo no conozca lo que está haciendo y pensando el pueblo de Egipto, pues pretenden ocultar ante los pueblos del mundo, lo desastres que ha provocado su política en la región.

La verdadera insurrección popular que se produce contra el régimen de Mubarak principal aliado de Estados Unidos en la zona del mundo árabe y musulmán, esta mostrando que en esta zona se está produciendo un cambio muy significativo en la vida política mundial.

Lo que ha sucedido con estos dos medios de prensa no ha sido extendido por cierto a otros medios de prensa internacionales. Al mismo tiempo se ha intentado mostrar por los medios occidentales como que lo que sucede en Egipto afecta a la "seguridad de sus ciudadanos", en fin, lo que se dice o justifica siempre que se defienden poderosos intereses entre ellos uno de los regímenes más sanguinarios y represivos, contra el pueblo de Egipto.

Todo lo que ha hecho Mubarak y sus aliados internacionales no es otra cosa que entorpecer los hechos mientras no se sabe aun cuantos son los muertos civiles que pasan el centenar y por otra parte son miles los nuevos detenidos en las manifestaciones.

También han intentado presentar la liberación de los presos del régimen como un acto de vandalismo, pues es notorio que se pretende relativizar el papel de la oposición política de amplio espectro social..

Todos parecen coincidir en estos días que si bien los hechos aun no están definidos, ya da la impresión que nada será como antes.

También ha quedado claro que el nivel de combatividad de las movilizaciones no han dejado espacio para la conciliación de algunos sectores políticos ligados a Estados Unidos e Israel a los que se les ha caído "la estantería" en la zona.

Surgen en estos días, las comparaciones inevitables en todo el proceso de levantamiento popular contra el régimen, un periodista de la CNN comparó los hechos con la revolución soviética, y lo que sucede allí es objeto de análisis de todos los gobiernos del mundo con intereses en la zona y otros lideres políticos con la revolución iraní de 1979.

También lo que resulta inocultable que ello es un gran golpe para la hegemonía norteamericana e israelí en la zona. En el día de hoy, ya el petróleo tocó los 100 dólares el barril, mientras las bolsas de varios países nuevamente muestran signos de inestabilidad. Cuesta creer entonces que las mentiras de los grandes medios informativos intenten presentar lo que sucede en Egipto como si fuera un grupo de salteadores.

No hay quien lo crea por cierto, menos cuando los millones que se han movilizado salen a la calle en forma pacífica, menos luego de décadas de dictadura de terror y alineamiento con el imperio y el sionismo. Han ocupado ministerios y casas del gobierno, destruido cárceles y casas de seguridad liberando a luchadores sociales y políticos.

Estados Unidos que hasta ayer apoyaba al régimen de Mubarak hoy trata de que no se derrumbe en forma precipitadamente, para instrumentar un cambio que no se le vaya de las manos.

Hoy más que nunca es necesario demandar la solidaridad con la lucha del pueblo egipcio, que está dando una nueva y heroica lección de la defensa por sus derechos irrenunciables de libertad y justicia.

 

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EL GOBIERNO DE EGIPTO RESPALDADO POR EL IMPERIALISMO Y EL SIONISMO

"NO DUDAMOS, NOS PONEMOS DEL LADO

DEL PUEBLO QUE ESTÁ LUCHANDO"

 

Estas revoluciones populares apuntan al corazón de la política del imperialismo en Medio Oriente, dijo el representante del 26 de Marzo, Eduardo Rubio

Allí lo que hay es una lucha concreta contra el hambre y la miseria, contra la opresión, contra la tiranía, en esta lucha, en la que también se juega parte de nuestra suerte, no hay que tener la más mínima duda de que lado nos ponemos , nosotros nos ponemos del lado de los que están luchando, del lado del pueblo, de los que quieren terminar con un gobierno corrupto y títere, agregó Rubio.

 

 

MWSnap168EL INTEGRANTE de la Dirección Nacional del Movimiento "26 de Marzo", Eduardo Rubio, se refirió al Plenario que los militantes de esa fuerza política realizaron el viernes 28 de enero en el local de la calle Durazno y a la situación que protagonizan los pueblos de los países de Medio Oriente, fundamentalmente Egipto.

La intervención de Eduardo Rubio se realizó al medio día de ayer, en las horas previas a la actividad convocada por la Asamblea Popular en Plaza Libertad en solidaridad con la lucha del pueblo egipcio.

Estamos terminando el mes de enero, y como señalábamos hacer unos días, un mes de enero complejo, cargado de acontecimientos, un mes que ha mostrado el avance en la lucha de los pueblos, ha marcado contradicciones que se van dando también en el seno de los gobiernos que alían con el imperialismo y se termina enero con una situación en Medio Oriente que va cambiando día a día la realidad que vivimos en el mundo, dijo Eduardo Rubio.

Hace ya unos meses el líder de la revolución cubana insistía con el riesgo de una agresión nuclear en Irán, sostuvo Eduardo Rubio, la agresión imperialista contra Irán y ponía el eje del proceso justamente en esta parte del planeta que hoy explota en rebeliones populares.

Esto es un signo nuevo de estos tiempos que marcará también el proceso político a nivel mundial. en los meses próximos, dijo Eduardo Rubio.

Por eso la Asamblea Popular hizo una convocatoria muy concreta en apoyo a los pueblos que se liberan de las dictaduras y del yugo imperialista, señaló el dirigente del Movimiento "26 de Marzo".

No estábamos en Montevideo durante el fin de semana pero nos informaban los compañeros que la Asamblea Popular resolvía convocar para la actividad en Plaza Libertad en apoyo a la lucha del pueblo de Egipto y en repudio al gobierno títere de Mubarak, títere del imperialismo y del sionismo.

Hemos seguido a diario lo que ha sido la revolución en Túnez y creemos que a esta altura ese proceso no retrocede, ya no está el dictador, está cuestionado el gobierno títere, el pueblo está en la calle, hay organizaciones que nacen.

En estos días leía la proclama del Movimiento 14 de Enero, dijo Eduardo Rubio, un movimiento que agrupa a los sectores claramente anti imperialistas de Túnez, y es una plataforma realmente revolucionaria, en el Túnez de hoy. A partir de allí, se desencadenan las movilizaciones que tienen una causa muy concreta que es la miseria y el hambre de la gente, además de la opresión, la falta de libertad, la entrega de la soberanía que han procesado estos gobiernos, pero allí lo que hay es una lucha concreta contra el hambre y la miseria, dijo Eduardo Rubio.

Gente que se inmola porque que no tiene para comer, no tiene para vivir y eso va desencadenando acciones que terminan en lo que va terminando: una revuelta popular en Egipto que no tiene precedentes.

Eduardo Rubio dijo que decenas de años atrás se podía hablar de alzamientos populares en Egipto, y sentimos allí empiezan a recuperarse historias, pensamos en Nasser, en lo que ha sido la lucha de los pueblos de Oriente a lo largo de la historia, las revoluciones anti imperialistas como la revolución de Irán contra el Sha Resa Pahlevi, la histórica y heroica lucha del pueblo palestino contra el sionismo, contra el imperialismo y contra los traidores.

Por eso no es ajeno y no está tan lejos esto que está pasando en Egipto aunque haya un gran silencio y una deformación total de la información dijo Eduardo Rubio.

En una radio argentina un supuesto analista comentaba sobre lo que está ocurriendo en Egipto y señalaba que si bien lo de Mubarak no era bueno peor era lo que pasaría sin Mubarak, que ganaran los extremistas islámicos, fanáticos religiosos.

Ahora el cuco aparece por ahí, por el fanatismo religioso. Tenemos que sacarnos nosotros también las vendas de los ojos, entender esos procesos, entender las características de cada pueblo y sobre todo ubicar donde está el enemigo y contra que enemigo peleamos.

Evidentemente dijo Eduardo Rubio, estas revoluciones populares apuntan al corazón de la política del imperialismo en Medio Oriente.

Tenemos que dimensionar la importancia que tiene ese país en Medio Oriente, es el país más poblado, a participado en todas las negociaciones pero además por ahí pasa el comercio del mundo, hoy hay un revuelta popular para la economía del capitalismo y para su política. El que no comprenda esto se pierde el proceso, dijo Eduardo Rubio.

Y en esta lucha, en la que también se juega parte de nuestra suerte, no hay que tener la más mínima duda de que lado nos ponemos, nosotros, dijo Rubio, del lado de los que están luchando, del lado del pueblo, de los que quieren terminar con un gobierno corrupto y títere, afirmó el representante del Movimiento "26 de Marzo".

 

 

EL PLENARIO DEL VIERNES SUPERÓ NUESTRAS EXPECTATIVAS DIJO RUBIO.

"Empezamos un año con un 26 unido, fuerte, reafirmando nuestras ideas"

 

 

EDUARDO RUBIO calificó como de excelente el Plenario de militantes del 26 de Marzo realizado en la tarde del viernes "28 de Marzo".

Fue una actividad con una presencia de compañeras y compañeros. Muchos compañeros además, teniendo en cuenta la premura con el plenario fue convocado.

Los jóvenes del 26 de Marzo nos expresaron su alegría por los contenidos de la actividad, por el provecho que para su formación le habían sacado a la reunión, dijo Eduardo Rubio.

Decían los compañeros durante sus intervenciones, que este era un año que comenzaba con todos los hechos que se han producido, en lo nacional y en lo internacional, y encuentra a un Movimiento "26 de Marzo" unido, fuerte, plenamente convencidos del camino que vamos recorriendo, desarrollando fuerzas en distintos lugares, en el marco de un alianza de la potencialidad inmensa que tiene la Asamblea Popular y en un mundo que está cambiando, afirmó Eduardo Rubio.

Estamos en un momento de la historia en el que el imperialismo siente el embate de una crisis impresionante, que siente el embate de la lucha de los pueblos que no se resignan a ser los que paguen los platos rotos de cada crisis. Entonces vaya nuestro saludo a todos los compañeros, dijo Eduardo Rubio, quién agregó que del plenario quedaron ideas planteadas que debemos asumir entre todos.

Como se dijo en el plenario las cosas no caen del cielo, son fruto del trabajo, del trabajo militante, de la organización, del compromiso, de trabajo creativo.

De aquí en más estaremos marcando los avances hacia los objetivos que nos planteamos, agregó el representante del Movimiento "26 de Marzo".

Tenemos grandes tareas como parte de la Asamblea Popular, la lucha en defensa de los recursos naturales, del medio ambiente, de la soberanía alimentaria, los contra festejos del bicentenario.

En el plano partidaria y como 26 de Marzo estamos hablando del desarrollo de nuestras fuerzas, el campamento de la Juventud del 26 el 5 y 6 de marzo en Kiyú, el Plenario del Frente Sindical el sábado 12 y el acto aniversario en el mes de marzo. Tenemos que decir que la reunión del viernes superó nuestras expectativas, dijo Eduardo Rubio, desde el punto de vista de la concurrencia la verdad es que no esperábamos un número tan importante de compañeras y compañeros, afirmó Eduardo Rubio.

El representante del 26 dijo que también participaron compañeros que sin estar integrados en nuestra fuerza política nos plantearon la posibilidad de participar, y participaron y para nosotros un orgullo contar con compañeros que se sienten muy cercanos a nuestro trabajo solicitaron participar en la instancia del Plenario Nacional.

 

 

LA SOLIDARIDAD NO SON PALABRAS, SON ACTOS Y CADA CUAL TIENE QUE OCUPAR SU PUESTO

ASAMBLEA POPULAR VOLVIÓ A LA CALLE

EN SOLIDARIDAD CON EL PUEBLO EGIPCIO

 

 

Convocada por la Asamblea Popular, se realizó en la tarde de ayer una concentración en la Plaza Libertad, solidaridad con el pueblo egipcio que se volcó en la última semana masivamente a las calles y en repudio a la represión que está sufriendo lanzada por el tirano Hosnie Mubarak que lleva 30 años en el poder.

¡Fuera Mubarak de Egipto, títere de EEUU y del sionismo!, se oyó corear con fuerza por los manifestantes.

"Viva la lucha del pueblo de Egipto y de los países del norte de África así como los levantamientos de los oprimidos por las oligarquías árabes en Medio Oriente"

 

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LA JUVENTUD CONSULTÓ a Guillermo Macció y a Ricardo Cohen sobre el tema. El demógrafo Guillermo Macció, consideró que estamos frente a acontecimientos importantísimos.

Recordarán que hace dos semanas le dedicamos la audición del lunes de la 36 a Sudán, el país que está por ser dividido, partido; ahora es Egipto, ahí se está jugando y se va a seguir jugando, un movimiento de transformación muy importante, porque convergen situaciones propicias para profundas transformaciones y los gobiernos sempiternos como el de Mubarak y todos los que están ahí en esa zona tarde o temprano caen por decisión de los pueblos que dicen hasta aquí y salen a la calle, precisó.

"Yo pensaba mientras escuchaba las noticias de la Centenario que este país, el nuestro, dramáticamente empieza con una anticipación insólita y durará con una postergación insólita el triste juego del carnaval. No puede ser; hay cuestiones de compromiso con la vida social, el compromiso de la vida de los pueblos en la medida que los pueblos decidan ocupar su espacio, su lugar, su protesta, su manifestación.

Lamentablemente esto en este país no sucede por estos tiempos", subrayó. Macció recordó que en Egipto fue donde tembló definitivamente el imperio británico cuando la nacionalización del canal de Suex en 1956. Y explicó que ese punto en el mundo, en la geopolítica, en la economía y en la estratégica militar es clave, lo fue en los tiempos bíblicos y lo sigue siendo ahora, salvo que a veces nos olvidamos, por eso los EEUU están tan preocupados tratando de salir con el matafuego a apagar un poco el fuego.

Consultado por qué hacer un acto en solidaridad como hizo ayer lunes la Asamblea Popular, el demógrafo respondió : "Porque si decimos, repetimos hasta el cansancio que vivimos en un mundo globalizado cualquier cosa trascendente que ocurra en cualquier rincón del planeta nos afecta y porque la solidaridad no son palabras, son actos y cada cual tiene que ocupar su puesto. Así de simple. Si hablamos de un mundo globalizado y estamos comunicados por Internet y lo que pasa en la bolsa de Australia con el precio de la lana, la soja o lo que fuere, también cuando hay levantamiento de pueblos para decir basta hasta aquí llegamos ,nos toca a todos.

La marea llega a tu costa más temprano que tarde. Entonces es una cuestión de una postura ética, de principios, de compromiso, yo empezaría diciendo con la vida de uno mismo, porque el compromiso si estamos en el planeta tierra con todas las calamidades que este planeta arrastra en multiplicidad de aspectos, corrupción, riqueza, exclusión, bueno, tenemos que tener una conciencia abierta y estar dispuestos a manifestar donde haya un acto que nos convoque para una protesta que consideremos legítima.

Macció dijo que para comprender lo que está pasando, hay que mirar otra vez el mapa pero no solamente la dimensión geográfica sino la dimensión cultural, estratégica de comercio internacional, de decisiones militares, lo que pasa en Egipto repercute en todo el norte de África y en el Oriente Medio, es el hermano mayor de los países árabes, por algo llegó a ser la República Árabe Unida que imaginó Nasser.

"Es muy importante, hay que revisar, hay que ir a los cuadernos, a la historia y ver lo que está pasando porque ahí se juegan muchísimas otras cosas. Te das cuenta de la perplejidad de Europa que no hay ninguna sola expresión contundente.

Es sorprendente porque cualquier cosa que Europa haga equivocadamente la pierde.

Eso es una demostración de que el centro de las decisiones del mundo hoy no pasa por la concepción tradicional de la geopolítica que nosotros aprendimos están otros focos."

 

"LOS PUEBLOS CADA TANTO DAN UNA SEÑAL, IMPONEN RESPETO Y HACEN TEMBLAR A LOS TIRANOS"

 

Ricardo Cohen (PCR), integrante del Coordinador Nacional de la Asamblea Popular, dijo que hay una situación mundial que alienta a todos los que luchamos a nivel mundial porque muestra que los pueblos, el "pequeño topo" cada tanto dan una señal, imponen respeto y hacen temblar a los tiranos y a los regímenes oprobiosos, pro imperialistas como es el caso de estos regímenes de Egipto, Túnez y otros países.

Para Cohen la convocatoria que hizo la Asamblea Popular implicó un llamamiento un llamamiento amplio a todos los luchadores a hacerse presentes, para saludar y solidarizarse "con una gran lucha de la clase obrera y el pueblo egipcios y de pueblos de la región que forma parte de la lucha en común que tenemos todos los pueblos oprimidos contra nuestro enemigo en común como es principalmente el imperialismo yanqui, el sionismo fascistoide que es otro régimen aliado, y sobre todo para poder dar saludo a los que "han llevado la peor parte pero no de la dignidad, sino del heroísmo del pueblo tunecino parte que tiene mucho que ver que su chispa haya logrado incendiar la pradera finalmente."

Cohen afirmó que la lucha de los pueblos de África hoy, "es la misma lucha" contra el mismo enemigo el sistema imperialista, capitalista mundial que estaba realmente en estos días, en estos meses cantando victoria porque había habido unos puntitos de crecimiento, de reanimación en una crisis capitalista histórica que está sufriendo, un sistema que no quiere mostrar esa cara y viene saliendo y demuestra que la lucha de los pueblos hizo caer las bolsas, hizo temblar al sistema, a este sistema porque evidentemente tienen que contar ellos que esta explotación como la que hacen de nuestro país de los recursos naturales, las rebajas salariales. "Vivimos en un país, nosotros en el Uruguay, que después de estas rondas salariales y los acuerdos en el tema presupuesto hemos quedado nuevamente a la cola, ¿por qué no comparan las tablas salariales a nivel de América Latina? porque somos el orejón del tarro en América Latina, uno de los países por lo menos de los salarios más bajos y sobre esa base lógicamente que se puede incrementar el producto porque se incrementan la explotación, las ganancias y exactamente esto mismo está pasando en estos países donde los pueblos hermanos, la clase obrera se ha nutrido también del Medio Oriente, de estos países de Medio Oriente en estos últimos años y también está teniendo un papel", sostuvo Cohen.

"Esperemos - agregó- que las organizaciones marxistas-leninistas que tienen una proyección de tirar estos regímenes para avanzar hacia el Socialismo en un camino revolucionario a nivel mundial estén de alguna forma en condiciones de aprovechar esta situación y dar pasos decisivos."

 

 

FERNANDO VÁZQUEZ Y DANIEL PEREIRA DEL MOVIMIENTO "26 DE MARZO"

DIJERON QUE SE HABÍAN ACABADO

LAS REVOLUCIONES, ¿Y AHORA?

En el espacio radial de los domingos los representantes de izquierda se refirieron entre otros temas a las conmemoración

del 40 aniversario del 26 En CX 36 entre otros temas se refirieron a las movilizaciones de los pueblos en Medio

Oriente contra el imperialismo y sus representantes


 estrella-2026-20recortado.jpgEL TRABAJO POLÍTICO del Movimiento "26 de Marzo" se ha retomado con entusiasmo y desde las primeras semanas del año se asumen varias tareas entre las que se destacan las actividades preparatorias para la conmemoración y celebración del 40 aniversario de esta fuerza política.

Ya se ha conformado la Comisión de la Departamental de Montevideo encargada de trazar las pautas de trabajo hacia la conmemoración de los cuarenta años de creación del Movimiento "26 de Marzo".

Integrantes de la Departamental de Montevideo y de la Comisión Preparatoria, han señalado que está previsto que en las distintas agrupaciones territoriales de Montevideo , como en las regionales en las está organizado el trabajo político, se realicen actividades preparatorias del acto central que tendrá lugar el sábado 26 de marzo en Durazno esquina Paraguay.

En el espacio radial que los domingos conducen los dirigentes del "26 de Marzo" Daniel Pereira y Fernando Vázquez en CX36 ,entre otros temas anunciaron las reuniones que se han previsto en las distintas zonas del país. El espacio del domingo 30 los representantes del Movimiento "26 de Marzo" se refirieron a en primer lugar a las movilizaciones populares que se realizan en varias ciudades de Egipto, y en todo Medio Oriente.

Al respecto Fernando Vázquez informaba a la audiencia de CX 36 Radio Centenario, sobre la declaración de los integrantes del Coordinador de la Asamblea Popular a través de la cuál se convocó a la concentración que se realizó en la tarde de ayer en Plaza Libertad.

Tanto Pereira como Vázquez expresaron su satisfacción por el Plenario Nacional de esta fuerza política realizado el viernes 28 con la presencia de muchos militantes, llegados desde distintos puntos del país.

Mucho entusiasmo, mucha fuerza y muy buenos informes, agregaron los dirigentes del "26 de Marzo".

Daniel Pereira resaltó el tratamiento que se le dio en el Plenario Nacional a la necesidad de avanzar y desarrollar el trabajo de la agrupaciones de Montevideo y las regionales del resto del país, hacia el 40 aniversario; la importancia de estudiar, la importancia de la auto formación y por eso lo valioso de los cursillos de formación político ideológica que se mantienen. Se insistió mucho en estudiar la vida de Artigas, sus ideas, su lucha, porque ahora con el bicentenario van a querer

Fernando Vázquez hizo referencia al informe que en el Plenario Nacional del viernes realizara la Directora de CX36 Sandra Barón.

Podrán hablar, tejer habladurías, pero cerraron la radio 48 horas y eso lo tenemos que tomar como de quién viene, dijo Vázquez.

Lo tomamos como una agresión y esto es parte de la política del gobierno, una agresión de la cuál los compañeros del 26, de la radio, del diario La Juventud, salimos fortalecidos porque fuimos testigos muchas expresiones de solidaridad, de una solidaridad muy grande, agregó...y esto aunque algunos les pese. Fernando Vázquez dijo que esto que sucedió no significa que vamos a bajar los brazos; esto se da en el medio de la preparación del 40 aniversario, en el medio de una política neoliberal, de una política que está privatizando todo, que vende el país, con gobierno que sigue mandando tropas a todos lados y no las mandan para defender a los pueblos, denunció Fernando Vázquez.

Al referirse a la situación internacional el integrante de la Dirección Nacional del Movimiento "26 de Marzo" dijo que desde el progresismo se decía que se habían acabado las revoluciones, y ahí está todo lo que está pasando en Medio Oriente. Ya no saben como nombrar lo que está pasando en Túnez, en Egipto, dijo Fernando Vázquez.

Lo cierto es que en Túnez y Egipto, son dos dictaduras pro imperialistas y ahí están reprimiendo a miles y miles de gente que salieron a las calles. En toda esta situación el gran desacomodado es Estados Unidos, afirmó Fernando Vázquez. Se les desarme el tablero; lo de Túnez fue muy importante pero lo Egipto es más importante por el papel que cumple este país en la zona y su ubicación geográfica, agregó.

Está junto al Canal de Suez por donde pasan hacia occidente más de 1 millón de barriles de petróleo por día, dijo Fernando Vázquez.

 

Tomado de Diario La Juventud

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Uruguay: El modelo Sanguinetti, las cosas y las cacerolas.

2 Febrero 2011 , Escrito por El polvorín Etiquetado en #Politica

Por Gonzalo Perera

 

Corría el año 1939. El filósofo madrileño José Ortega y Gasset, en una conferencia dictada en La Plata, pronunciaba estas palabras: "¡Argentinos, a las cosas, a las cosas! Déjense de cuestiones previas personales, de suspicacias, de narcisismos".   

 

En este pasaje debe haberse inspirado una frase de un connotado político compatriota, hoy senador, poseedor de una finísima inteligencia, un muy elevado nivel de ilustración y un profundo conservadurismo en el sentido más cabal del término (conservar inalteradas las estructuras, instituciones y núcleos   del poder societario). Su versión de la frase, debidamente contextualizada, brinda la mejor definición del conservadurismo ilustrado.

 

Sangui.jpgJulio María Sanguinetti en su primer mandato presidencial ejercía un curioso magnetismo sobre las cámaras televisivas, particularmente las de canal 10, fenómeno  seguramente ajeno a las viejas y queridas leyes de Maxwell que rigen la atracción electromagnética en general. Ante esas cámaras, el Presidente que tomaba la conducción de una sociedad profundamente movilizada, agremiada, politizada, que había manifestado. caceroleado y hecho saber su sentir por las vías más imaginativas y eficaces, lanzó su convocatoria

 

"¡Uruguayos, a las cosas!"

 

¿Qué sentido tenía esa frase en ese contexto?

 

¿Convocar al pueblo uruguayo a la unidad, a la tolerancia, a la mancomunión de esfuerzos?

 

Absolutamente descartado. El Uruguay venía de templar la capacidad de unirse en la diversidad. Había  gestado un gran acuerdo nacional, la Concertación Nacional Programática (bautizada CONAPRO por Omar Defeo Scala, recordado periodista de muy particular empatía con el entonces Presidente). CONAPRO que el Dr, Sanguineti rápidamente se encargó de condenar a cajón perpetuo, reemplazándolo por una  caricatural reducción a un "gobierno de entonación nacional".Un gobierno no muy entonado, por cierto, donde el coro tenía un omnipotente director, que agitó la batuta del veto en allegro molto vivace. Todo un Von Karajan.

 

¿ Pretendía acaso llamar a los uruguayos a esforzarse más en sus trabajos, en la producción, en el estudio? Sería un gesto asaz grosero, ante un pueblo que tenía años subirse a un andamio sin saber si  bajaría, hacerse a la mar por la comida, trabajar sin derecho a queja en dos o tres lugares, o salir a vender caramelos  a la edad de jubilarse y jugar con los nietos.

 

 

A mi entender, la convocatoria sanguinettista era lisa y llanamente un llamado a la  desmovilización social. Dicho de manera caricatural: " ya pasó la dictadura y con ella ya pasó el tiempo de asambleas, manifestaciones y caceroleadas: ahora cada quien para su casa, a dejar gobernar a los políticos profesionales y a votar una vez cada cinco años".

 

 

Pero para analizar la consistencia de esta interpretación, y sin entrar jamás en el terreno del agravio a la persona, sino del análisis de las ideas y posicionamiento políticos, repasemos algunos hechos notorios :

 

1) En 1972, como Ministro de Educación y Cultura del gobierno de Juan María Bordaberry, el Dr. Sanguinetti fue el autor de la "Ley General de Educación N° 14.101", que terminó con la autonomía de cada nivel de la Enseñanza para concentrarlos en el Consejo Nacional de Educación (CONAE) como único ente autónomo para la educación pública primaria y secundaria, habilitado a controlar y penar las actividades de los estudiantes o docentes que  a su entender fueran consideradas alteraciones del orden público (como una simple asamblea, vale especificar). Honremos lo hecho: el Dr. Sanguinetti no participó de modo alguno del Golpe de Estado en sí, pues renunció a su cargo varios meses antes de que los delirios medievales de Bordaberry abrieran de par en par las puertas al terror desenfrenado, y es sabido que  fue opositor a la dictadura. Pero desde su concepción conservadora, cultora de la preservación de la autoridad y el orden establecido por encima de todo otro bien social, construyó un marco legal represivo en la Educación Pública del que la dictadura bien y mucho se serviría.

 

2) En cadena nacional de radio y televisión, dunate su primer mandato, el Presidente Sanguinetti disparó su célebre frase "este gobierno no perdió ninguna huelga". Visión sanguinettista de la sociedad: gobierno en esta vereda,sindicatos en la otra, y e acto de buen gobierno quebrarle la muñeca a los trabajadores organizados en la pulseada. No parece ésta ser la visión del manifiesto de Bad Godesberg (pilar de la socialdemocracia europea) a la que tanto alude el Dr. Sanguinetti ante audiencias europeas, o ni siquiera en sus tertulias con su amigo Felipillo,  antes socialista en la clandestinidad, luego presidente 14 años y hoy asesor de Carlos Slim.

 

3) En "defensa de las instituciones", que serían quebradas por la caja fuerte del Teniente General Hugo Medina (luego curiosamente recompensado con el Ministerio de Defensa), su gobierno promulgó, la "Ley de caducidad de la pretensión punitiva del Estado". ¿Qué institucionalidad se preservó? No la democrática, que con la "Ley de amnistía al terrorista de Estado" más eufemística del planeta, fue arrastrada por el barro, adosando a la Constitución una nueva categoría de ciudadanos: los intocables para la ley. Lo único  que se salvaba con ese adefesio jurídico y ético era la institucionalidad represiva y el tradicional modelo de las Fuerzas Armadas como fusiles que apuntan hacia adentro, último resguardo del poder económico y social.

 

4) Cuando surgió la campaña por el voto verde, Sanguinetti desplegó una campaña de terror mediático, anunciando las siete plagas de Egipto (sin contar a Hosni Moubarak). Este recurso extremo en todo conservador (el miedo fantasmagórico a lo que puede llegar a pasar , con niveles de  creatividad dignos de una sesión de delirio lisérgico), llegó, según testimonio de Jose Luis Guntin (“La vida te da sorpresas”, pp. 206-209, Editorial Fin de Siglo, 2010)  , asesor directo del Dr. Enrique Tarigo en la época, al extremo de avalar una impactante sugerencia de Omar Defeo: censurar el spot televisivo en que Sara Méndez pedía en el voto verde  ayuda para que madres como ella encontraran a sus hijos apropiados. Su conducta posterior en el caso Gelman, de absoluto ocultamiento, puesta en evidencia hasta por su correligionario-adversario Jorge Batlle, no hizo sino llevar al extremo de lo inocultable su posicionamiento más papista que el papa en cuanto a bayonetas se trata.

 

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   Es evidente que Sanguinetti es un muy eficaz constructor de estrategias de mediano y largo plazo, un hombre capaz que quebrar la cintura en la jugada táctica para mantener inalterado el rumbo estratégico. La frase de "¡Uruguayos, a las cosas!" debidamente puesta en contexto histórico y del pensamiento de su autor, es la expresión más nítida del conervadurismo ilustrado: "ciudadano, vote cada cinco años y no se meta en los asuntos del poder". Y este principio, logró lo que suele llamarse en sociología un "consenso social". Nos guste o no nos guste, con las atenuantes del caso, "el modelo Sanguinetti" se impuso con absoluto éxito en el país.

 

    La desmovilización, la concentración en la esfera de la vidal ndividual, el dejar la política para los políticos, la economía para los economistas y los derechos humanos en la caja fuerte de Medina, se hizo cultura hegemónica. Naturalmente que muchísimos militantes siguieron haciendo sentir su voz con aún más fuerza, constituyendo la honrosa excepción a la regla. Y ante la debacle del gobierno de Jorge Batlle, hasta las "cuatro por cuatro", las mismas que otrora pidieran bajar el costo del Estado, muy furibundas salieron de manifestación y protesta. Es así que al día de hoy, en el propio Partido Colorado, la incidencia de Sanguinetti se disimula o critica. Pero fue el hombre que cimentó los pilares de la cultura política aún vigente. No entenderlo es no compreder ni qué partido se está jugando, ni donde está la pelota y sobre todo, desconocer quién es el armador de juego del equipo adversario.

 

    Pues el "modelo Sanguinetti" goza de muy buena salud. Aún en el mimísimo FA hay sobrados testimonios de que en lugar de la participación y la crítica, se prefiere una fuerza política que "deje hacer", que "no ponga palos en la rueda", que "no se meta con los que realmente saben".

 

 50416 295041783851 6572799 n   Ante los patéticos bramidos de un conjunto de militares  admiradores del fascio littorio, retando al gobierno, al Poder Judicial, a la sociedad entera, un conjunto de compañeros convocó a una caceroleada para ayer Lunes de 20.30 a 21, como señal de repudio a estas provocaciones. Adherí fervorosamente a la convocatoria. Y no me importa si tuvo más o menos repercusión. Pues atisbo en esta actitud un punto de inflexión en nuestra cultura política, que, bien vale enfatizarlo,  no viene como "bonus track", de regalo con ningún resultado electoral en que ganen "los buenos". Las culturas políticas pueden determinar resultados electorales, pero los últimos no cambian por sí solos y arte de magia las estructuras ideológicas y culturales hegemónicas.

 

    Concretamente, muchos uruguayos, entre los que me incluyo, ya no aceptamos más el "modelo Sanguinetti". No postulamos la cacerola permanente, pero creemos que toda conquista social tiene gente movilizada atrás: en la calle, en textos, en las conversaciones contidianas. No postulamos el infantilismo, la improvisación, el facilismo, la demagogia o el criticar desde el pedestal de los impoluto esclarecidos. Bien por el contrario, creemos que nada es más maduro y responsable que convocar gente,  sumirse en el barro y darse baños de realidad, humildad. Pues creemos que la PARTICIPACION efectiva de la gente- insisto, por el modo y vía que sea, por la que cada uno pueda aportar - es una de las llaves para abrir camino a una nueva sociedad.

 

167716_1770169183103_1505442787_1863458_34712_n.jpg    Por ello, sin descuidar nunca "las cosas", querido lector, resulta de muy buen criterio tener  a mano una buena cacerola. Y si es necesario, sacrificarla en pos de una excelente causa: hacer oír, aunque sea por un rato, a quienes los micrófonos rehuyen, no pocos líderes desprecian, y la cultura hegemónica, lisa y llanamente ignora.

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México: Marcha por la Soberanía Alimentaria y Energética

2 Febrero 2011 , Escrito por El polvorín Etiquetado en #Politica

Por MinekoKia en Pumas en Resistencia

Será una reseña breve, pues llegué cuando la marcha ya había arrancado y por más que me apuré, nunca me fue posible alcanzar el punto de los primeros contingentes que encabezaban la marcha, así que preferí mantenerme cerca de los SMEítas que marchaban, aunque no fue estre gremio el único que marchó. En esta ocasión hubo presencia del STUNAM, Tranviarios, mineros, organizaciones bastante nutridas de campesinos, incluso agremiados de Nafinsa (al menos eso fue lo que ví).

Como siempre, las demandas abarcan desde esa reforma laboral que sigue en la congeladora -aparentemente- y que sigue siendo una sombra a ser implantada, hasta el grito incluso de líderes sindicales de ‘Justicia ABC’, el rechazo a los alimentos transgénicos y el clamor de NO + SANGRE.

Es curioso, pero durante todo el día, en  diversos programas radiales, se anunció esta marcha, pero más allá de los anuncios, estos venían bañados de tintes amarillistas para que el colectivo asimilara esto como si una marcha fuera lo peor que le puede pasar a una ciudad. Comentarios ácidos y con mala fe como ‘la ciudad en movimiento hoy lo será del desquiciamiento’, ‘prepárse para volverse loco’, ‘prepárese para el caos’ y ‘los comeriantes ya tienen un estimado de lo que perderán en ventas por tener que cerrar sus locales’ son obvios: seguir atizando el rechazo social al derecho a la libre manifestación en las calles para que, en un futuro acto de represión, la masa adoctrinada lo aplauda y lo avale.

Es lamentable el cinismo tal en el que han caído los medios de comunicación en general, pues la exigencia de libertades, justicia, trabajo educación, salud, alimentos (no transgénicos, por supuesto) no se equiparan con el hecho de que por un par de horas se cierre un local o una avenida.

Vale decir que mientras hacía las tomas de la marcha desde puntos altos, medité en algo: prefiero mil veces ver mi ciudad así, dinámica, activa, que siga siendo el centro de toda manifestación, símbolo de que todavía podemos salir a las calles a expresarnos y a generar conciencia, a verla solitaria porque las balas se la están devorando o llena de color verde olivo mientras la gente se muere de miedo en sus casas. Eso no quiero. Así no puede terminar el DF. Me niego rotundamente.

Las imágenes que alcancé a tomar de la marcha:

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Una joya digna para asquearse…

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… fueron instalaciones de Luz y Fuerza. Es increíble, rebasando la absurda barrera de azules, la cantidad de dinero que está tirando el pseudo-gobierno para, una vez más, mostrar solo fachadas al mexicano, pues de este tipo de imágenes a estar contando realmente con un servicio “de clase mundial” hay un abismo de diferencia.

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* El colofón: La exigencia del SME, una a la que le dan mucha vuelta para darle luz verde, aunque por supuesto, darle luz verde a esto implica darle la razón (que la tiene) histórica, jurídica y legal a este gremio. No me imagino a FeCal saliendo en cadena nacional tratando de explicar la creación de una nueva empresa y menos me lo imagino tratando de justificar su gasto (del erario, ¡pero claro!) en más de 200 millones de pesos para dar una imagen a través de spots de unos trabajadores como “privilegiados”, “corruptos” y pertenecientes a una empresa “que costaba muchísimo mantenerla”…

¿Lo lamentable?: ellos siguen sin su fuente de trabajo, sin su pan, sin su sutento.

Qué poca madre del PRI y del PAN, lucrar con EL DERECHO al empleo que tienen todos los mexicanos.

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Tomado de Pocamadrenews

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Mucho más de 78 derrames de Pluspetrol en provincia de Loreto según los curas Miguel Angel Cadenas y Manolo Berjón

2 Febrero 2011 , Escrito por El polvorín Etiquetado en #Politica

“Las comunidades de San Juan del Chambira, Ollanta y Progreso se quejan de derrames de petróleo que para ellos  se ha cristalizado en manchas de petróleo en el curso del río, disminución del pescado y enfermedades”… sostienen los curas Miguel Angel Cadenas y Manolo Berjón, de la Parroquia Santa Rita de Castilla.

Claro, siempre se puede alegar que son curas rojos, que sabotean la inversión, que tienen motivaciones políticas o que quieren rebatir las cifras macroeconómicas que privilegian al Perú y hacen que todos los ojos del mundo nos miren con cierta envidia (¿?) …

Pluspetrol ha dicho que el último derrame ¿16 enero? se debió a “sabotaje”. Ellos lo dicen, pero es sólo un decir. Pluspetrol ostenta un alarmante récord de 78 derrames en cuatro años ¿en qué condiciones está el oleoducto?

                               

 

 

Por Miguel Ángel Cadenas  y Manolo Berjón*

31 de enero, 2011.- Otro derrame más: ¿16? de enero 2011. Para los comunicados oficiales basta la Pluspetrol. Emplean palabras parecidas a “sabotaje”. Seguro, si ellos lo dicen. ¿Ustedes saben en qué circunstancias está el oleoducto?, solo es una sospecha. Ya hay mucha dificultad para saber qué sucede en el Marañón, lo del Chambira es otra historia. En el Chambira habita el pueblo urarina, invitado de piedra en este asunto petrolero.

Las comunidades de San Juan del Chambira, Ollanta y Progreso se quejan. Para ellos el derrame se ha cristalizado en manchas de petróleo en el curso del río, disminución del pescado y enfermedades.

Nadie ha tenido la valentía de comunicarles el derrame para recoger agua del río antes de que llegaran las manchas. Se han enterado por las radiofonías, pero ningún comunicado oficial: ni del Estado, ni de Pluspetrol.

El doctor de Maypuco ha visitado el martes pasado la comunidad de San Juan del Chambira para atender a los pacientes. Eso es todo. La gente se queja. El Estado no responde y la petrolera sólo está pendiente de sus cuentas bancarias (con el aval del Estado), claro está.

¿Que hemos aprendido?

De momento nada:

1. No se avisa a las poblaciones para recoger agua. Parece que no es un derecho humano el agua potable (al menos en la Amazonía).

2. No se hacen presentes las autoridades. El aparato del Estado sólo se hace presente para proteger los intereses de las petroleras. (¿Para qué sirve un fiscal? ¿Y un juez? ¿Y un funcionario encargado del ministerio de Energía y Minas? Pregúntenselo a las petroleras).

3. No hay planes de contingencia. Si los hubiera, ¿por qué llegan, entonces, manchas de petróleo hasta la boca

Chambira? No hay noticias dada la lejanía de la ciudad y la incompetencia de muchos periodistas que ni siquiera saben de qué lugar estamos hablando, tampoco les interesa aprender.

Las comunidades esperan una reunión con la petrolera para poder negociar. No sabemos lo que pedirán pero será fácil adivinar: un poco de dinero, atención de sus enfermos, alimentación y agua por un tiempo. Una negociación tan asimétrica no da para más.

Pero nadie estará acompañando a las comunidades, nadie. Si alguien se pone de lado de las comunidades surgirán celos (muchas veces alimentados por las propias petroleras) para echar abajo cualquier tipo de negociación más equitativa.

¿Por qué ocurre?

Ahora no se puede hacer mucho porque difícilmente sabemos qué está pasando. Los territorios donde ocurren estos sucesos son territorios de exclusión. Hace 10 años un reconocido abogado nos estampó lo siguiente: “tampoco van a pedir ahora teléfonos, los problemas de exclusión no tienen nada que ver con el derrame”.

Siempre nos pareció una respuesta poco afortunada. Han pasado 10 años, ahora muchas comunidades tienen teléfono, algo se ha mejorado, pero los niveles de exclusión son los mismos, o peores porque la brecha es más grande aún, a pesar de los teléfonos.

Todo esto a cuento de qué. Ahora ya existen algunos teléfonos en el Chambira. Y qué. Saben a quién tienen que dirigirse. Sí, a la compañía petrolera. No hay Estado (los pobladores no lo perciben), ni medios de comunicación, ni nada. La exclusión provoca clientelismo, no saber defenderse y una espiral incómoda de pagar las facturas de otros.

Los mismos esquemas

Otra vez se ha formado una comisión bajo el nombre de “Frente de Defensa del Derrame de Petróleo en el río Chambira”. Otra vez negociación directa (eso en el caso de que se levante el tema, que no será nada sencillo dada la falta de imágenes). Otra vez la exclusión. ¿Pondrá el presidente regional de Loreto otra denuncia ridícula como en el Marañón? (Ahora ya no estamos en campaña política).

Algo más hay que hacer. Esto es como una persona que se ha quemado y le ponemos una curita. No sirve para nada. Ahí están las comunidades, ¿esperando a Godot?

Iquitos, 28 de enero de 2011

* Miguel Angel Cadenas y Manolo Berjón son padres de la Parroquia Santa Rita de Castilla

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Archivo:Urarina language.png

Urarina language in North Perú, Sourcre: on data of Mary Ruth Wise “Small languages families and isolates in Peru” in ”The Amazonian Languages”, Dixon & Alexandra Y. Aikhenvald (eds.), Cambridge: Cambridge University es.wikipedia.org/wiki/Archivo:Urarina_languag…

Mapa lingüístico de Perú

 

 

                            

 

Los urarinas practican la horticultura de roza y quema, la caza y la pesca. Los principales cultivos producidos en los huertos son la yuca, el plátano, el maíz, el arroz, la sachapapa, el camote, la caña de azúcar y la papaya. La caza es practicada en forma individual y la pesca, tanto en forma individual como colectiva. La recolección está dirigida a la obtención de frutos de palmeras, como el aguaje y el pijuayo, y de árboles del bosque secundario como el ungurahui.

Los urarinas producen para el mercado aves y productos agrícolas; asimismo comercializan maderas fina, pieles y tejidos de palmera -estos últimos de gran demanda en el mercado regional.

 

                                          

 

 

El grupo Urarina es relativamente pequeño, se encuentra en un área de exploración petrolera y de extracción forestal, pudiendo clasificársele en una situación de vulnerabilidad.

SÍNTESIS HISTÓRICA:

Los urarinas habitaban originalmente en el río Chambira, habiendo sido inicialmente un grupo numeroso. En 1651, los misioneros jesuitas tomaron contacto con este grupo por medio de los cocamillas cristianizados, siendo asentados en un anexo de la misión de Concepción de Jeveros. Un año después, el P. Lucero llevó algunos urarinas a San Xavier de Chamicuros desde donde fueron trasladados, luego de un tiempo, a Santiago de la Laguna.

En 1712 se fundó una reducción propia ubicada en la desembocadura del río Chambira, la que existiría hasta 1730. Con posterioridad a esta fecha, la huída de los nativos llevó al cierre de este establecimiento y a la distribución de aquellos que habían optado por quedarse entre las otras misiones. En 1737 es fundada San Xavier de los Urarinas en el río Chambira, misión que contaba en 1745 con 536 personas. En 1756, debido al clima malsano, este pueblo se trasladó a la orilla derecha del río Marañón frente a la desembocadura del río Chambira. En 1758, debido a las inundaciones, este establecimiento es nuevamente trasladado dos días río arriba del Marañón. Hacia la época de la expulsión de los jesuitas contaba con 600 habitantes, y un año después sólo quedaban 150 personas.

 

 

A fines del siglo XIX, los urarinas fueron perseguidos por los patrones caucheros. Ante estas agresiones escaparon hacia las zonas de altura de las cabeceras del Chambira. Los que fueron atrapados, fueron convertidos en esclavos en los fundos situados en el río Marañón. Hacia 1924, Paul Rivet en su recuento de las lenguas indígenas sudamericanas, los considera extintos, pero hacia 1930 Tessman señaló que aún sobrevivían 300 urarinas en gran medida asimilados. En los inicios de la quinta década, el número de urarinas disminuyó a causa de una epidemia. Durante toda esa primera mitad del siglo XX, el sistema del fundo con un patrón y los indígenas a su servicio -eternamente endeudados- constituyó la realidad social vivida por los urarinas en el río Chambira.

A partir de la sexta década, sin embargo, el sistema entró en crisis al surgir como competidor del patrón, el regatón o pequeño comerciante fluvial. En esa misma década, la liberalización del crédito rural, la alfabetización rural y el incremento del tráfico fluvial en los ríos -debido a la proliferación de embarcaciones a motor- debilitaron aún más el sistema de endeudamiento con los patrones.

En 1974, la exploración de petróleo en la zona generó entre los urarinas una mayor demanda de productos manufacturados y abrió la posibilidad de ofertar mano de obra. www.peruecologico.com.pe/etnias_urarina.htm

 

 

 

 

                              

 

MAPA DEL DISTRITO URARINA – Son una etnia de aproximadamente 3,000 personas que viven en el distrito que lleva su nombre en el departamento (provincia o estado) de Loreto.
Ellos aún son considerados como uno de los grupos menos alcanzados del Perú, Con aproximadamente 45 comunidades, cuentan solamente con 5 pequeñas iglesia que está luchando para no desaparecer.
Entre ellos hay urgencia de todo, de misioneros, de capacitación integral y ayuda de toda índole. El evangelio no es el único que no ha llegado a sus más de 37 comunidades, sino que la asistencia gubernamental ni el apoyo de las ONGS. Rincón Misionero. marcosyruthcosta.blog.terra.com.ar/

 

                               

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Los derrames de Pluspetrol
  2006 2007 2008 2009 2010 Total
Derrames graves 4 17 11 17 8 57
Derrames menores 0 6 7 6 2 21
Total 4 23 18 23 10 78

 

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