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El polvorín

Brasil:16 ª edición del Grito de los excluidos

3 Septiembre 2010 , Escrito por El polvorín Etiquetado en #Politica

Onde estão nossos direitos?
“Economia e vida”.
"Aceleração do Crescimento" e Morte
Vamos às Ruas para Construir um Projeto Popular
Direitos não se confundem com migalhas
  
Donde están nuestros derechos?
La Economía es Vida
La "Aceleración del Crecimiento" es Muerte
Vamos a las calles a construir un Proyecto Popular
Los derechos no deben confundirse con migajas
 
 
 
  
La vida en Primer Lugar: ¿Dónde están nuestros derechos? Vamos a la calles, para la construcción de un Proyecto Popular

 16° Grito de los excluidos - 07 de septiembre 2010

La 16 ª edición del Grito de los excluidos tiene la intención de recuperar las condiciones reales y efectivas de vida. También pretende recuperar la esperanza y la utopía del Proyecto Popular, basada en la justicia y en el derecho. En esto radica la mística de nuestra movilización: una manifestación que tiene los pies firmes en el suelo marcado por sueños y contradicciones, sus manos solidarias en la lucha y en la construcción de caminos alternativos, y sus ojos en el horizonte de una sociedad renovada, tanto en las relaciones personales y en las relaciones comunitarias, como en el ámbito social, político, económico y ecológico.

El respeto y la defensa, la conquista, expansión y universalización de los derechos fundamentales de todo ciudadano o ciudadana, exige una base sólida para preservar " la  vida en primer lugar". Esta es la columna vertebral del Grito, desde su primera edición en 1995. Esta base, a su vez, requiere de urgentes y profundos cambios de la sociedad de hoy. Cabe señalar, sin embargo, que derechos no deben confundirse con migajas y el cambio es mucho más que mero ajuste al mercado mundial o programas puntuales.

Entre los cambios, hay que destacar la reforma agraria y agrícola que tenga en cuenta el límite de propiedad de la tierra rural y urbana, mejoras sustanciales en los sistemas de salud, la educación y el transporte público, la vivienda, una nueva armonía con el planeta Tierra, la preservación de los distintos formas de vida y desarrollo de un espacio justo, abierto, ético y sostenible para la comunicación y la participación popular.

En la raíz del Grito esta también la idea de soberanía nacional y la idea de sociedad internacional, que no excluye las relaciones de solidaridad con otros países, especialmente de América, nuestros vecinos de América, conforme enfatizan el Grito Continental, la Red Jubileo Sur (Rede Jubileu Sul), la Asamblea Popular, entre otras iniciativas.

Derechos, soberanía y relaciones libres son presupuestos y requisitos imprescindibles para la construcción de un proyecto popular. Un proyecto que tiene en cuenta las necesidades básicas de los más pobres y los sectores más excluidos de la población huyendo de la mera matemática de crecimiento y beneficio. Sólo un pueblo autónomo puede establecer vínculos con otras personas también autónomas.

Coordinación Nacional www.gritodosexcluidos.org

Grito dos Excluídos no Plebiscito Popular por um limite da propriedade da Terra no Brasil.
 
O Plebiscito é uma das ações concretas propostas pela Campanha da Fraternidade deste ano que discutiu o tema “Economia e vida”.
 
             

Vida em Primeiro Lugar: Onde Estão Nossos Direitos? Vamos às Ruas para Construir um Projeto Popular

Por racismoambiental, 02/08/2010

16º Grito dos/as Excluídos/as - 7 de setembro de 2010

A 16ª edição do Grito dos/as Excluídos /as pretende resgatar as condições reais e efetivas da vida. Pretende também retomar a esperança e a utopia do projeto popular, fundamentado na justiça e no direito. Nisto radica-se a mística de todo caminheiro: aquele que tem os pés firmes num chão marcado por sonhos e contradições, as mãos solidárias para a luta e a construção de caminhos alternativos, e os olhos postos no horizonte de uma sociedade renovada, tanto nas relações pessoais e comunitárias quanto nas relações sociais, políticas, econômicas e ecológicas.

O respeito e a defesa, a conquista, ampliação e universalização dos direitos básicos de cada cidadão ou cidadã exigem uma base sólida no sentido de preservar “a vida em primeiro lugar”. É a coluna vertebral do Grito, desde sua primeira edição em 1995. Essa base, por sua vez, requer hoje mudanças urgentes e profundas da sociedade. Convém ter presente, porém, que direitos não se confundem com migalhas e mudança é muito mais que mero ajuste ao mercado mundial ou programas pontuais.

Entre as mudanças, vale destacar uma reforma agrária e agrícola que leve em conta o limite da propriedade da terra rural e urbana; melhorias substanciais nos sistemas de saúde, educação e transporte público, habitação; uma nova convivência com o planeta terra, preservando as diversas formas de vida e um desenvolvimento justo, solidário e sustentável; espaço aberto à comunicação e à participação popular.

Na origem do Grito está também a idéia de soberania nacional e internacional, a qual não exclui relações solidárias com outros países, especialmente nossos vizinhos latino-americanos, conforme sublinham o Grito Continental, a Rede Jubileu Sul, a Assembléia Popular, entre outras iniciativas.

Direitos, soberania e relações livres são pressupostos indispensáveis para a construção de um projeto popular. Um projeto que leve em conta as necessidades fundamentais dos setores mais pobres e excluídos da população, fugindo da mera matemática do crescimento e do lucro. Somente um povo autônomo pode estabelecer laços com outros povos igualmente autônomos.

Coordenação Nacional
www.gritodosexcluidos.org

                  

LOS MÁS DE 50 MILLONES DE EXCLUÍDOS DEL BRASIL ESTAN CONMEMORANDO EL 16° GRITO NACIONAL DO EXCLUÍDOS

MIENTRAS LULA DA SILVA CONTINUA SU IDILIO CON EL GRAN CAPITAL

LA IZQUIERDA Y EL ECOLOGISMO YA FUERON PARA EL PEQUEÑO GRAN AUTÓCRATA


 

Escribió para El Polvorín Blog Malcolm Allison

malcolm.allison@gmail.com

 

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profesor bertoldino 09/04/2010 22:36



O
Grito dos Excluidos






O que é


Para iniciarmos a apresentação, se faz necessário dizer o que é o Grito dos Excluídos


Como nasceu e quem promove o Grito dos Excluídos?


Por que Grito dos Excluídos?


Por que 7 de setembro?


Quais as principais lições do Grito dos Excluídos?


Quais os horizontes do Grito?


Lemas do Grito dos/as Excluídos/as


A mídia




Marcas do Grito


Parcerias



www.gritodosexcluidos.org/historia/ -


O que é


O Grito dos Excluídos é uma manifestação popular carregada de simbolismo, é um espaço de animação e profecia, sempre aberto e plural de pessoas, grupos, entidades, igrejas e movimentos sociais
comprometidos com as causas dos excluídos.


O Grito dos Excluídos, como indica a própria expressão, constitui-se numa mobilização com três sentidos:


Denunciar o modelo político e econômico que, ao mesmo tempo, concentra riqueza e renda e condena milhões de pessoas à exclusão social;

Tornar público, nas ruas e praças, o rosto desfigurado dos grupos excluídos, vítimas do desemprego, da miséria e da fome;

Propor caminhos alternativos ao modelo econômico neoliberal, de forma a desenvolver uma política de inclusão social, com a participação ampla de todos os cidadãos.



O Grito se define como um conjunto de manifestações realizadas no Dia da Pátria, 7 de setembro, tentando chamar à atenção da sociedade para as condições de crescente exclusão social na sociedade
brasileira. Não é um movimento nem uma campanha, mas um espaço de participação livre e popular, em que os próprios excluídos, junto com os movimentos e entidades que os defendem, trazem à luz o
protesto oculto nos esconderijos da sociedade e, ao mesmo tempo, o anseio por mudanças.


As atividades são as mais variadas: atos públicos, romarias, celebrações especiais, seminários e cursos de reflexão, blocos na rua, caminhadas, teatro, música, dança, feiras de economia
solidária, acampamentos – e se estendem por todo o território nacional.