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El polvorín

Brasileiros califican de TRAICIÓN el dictamen en diputados para pagar un precio justo a Paraguay por su hidroenergía

8 Abril 2011 , Escrito por El polvorín Etiquetado en #Politica

 

Paraguay salta de contento porque PUEDE recibir 240 millones de dólares anuales como monto adicional por la hidroenergía de la represa de Itaipú cedida al Brasil. LA ESPERANZA PARAGUAYA se basa en la aprobación por parte de la Cámara de Diputados del Brasil de su pedido reivindicatorio tras 26 años de reclamos.


 

Sin embargo LAS ESPERANZAS PARAGUAYAS colisionan frontalmente con la opinión del Instituto Acende, un centro de estudios brasileiro que observa la transparencia y la sostenibilidad del mercado eléctrico.

 

 

Acende criticó duramente el jueves 7 de abril, la aprobación por el Consejo de Diputados del Brasil del reajuste del precio pagado por el Brasil por la energía paraguaya. Brasil paga actualmente 120 millones de dólares y pagar el triple, 360 millones de dólares es para el presidente del Instituto Acende, Claudio Sales, "UNA DRAMÁTICA DERROTA DEL BRASIL".  Claudio Sales rasgándose las vestiduras ha bramado "la mayoría de los diputados, que deben actuar en interés de los brasileños decidieron por el Paraguay"


 

La tensa situación generada por el pago de un precio mas justo de la hidroenergía de Paraguay es sentida entre muchisimos brasileiros como UNA TRAICIÓN y hace preveer que la solución a los reclamos paraguayos está aún muy lejos de lograrse.


 


 

Acende Brasil critica reajuste do valor da cessão da energia de Itaipu

7-4-2011 - Instituto espera reversão da situação no Senado. Paraguai comemora aprovação pela Câmara dos Deputados
O Instituto Acende Brasil criticou nesta quinta-feira, 7 de abril, a aprovação pela Câmara dos Deputados do reajuste do valor pago pelo Brasil pela cessão de energia de Itaipu ao Paraguai. O projeto de decreto legislativo legislativo 2600/10 prevê o pagamento de US$ 360 milhões ao país vizinho. Atualmente, o Brasil paga US$ 120 milhões pela energia excedente.

 


Para o presidente do instituto, Claudio Sales, o Brasil teve "uma derrota dramática" para o país vizinho. "A maioria dos deputados, que deveriam atuar no interesse dos brasileiros, decidiram pelo Paraguai", afirmou em entrevista à Agência CanalEnergia. O executivo disse que as discussões no plenário da Câmara demonstraram que os deputados não sabiam o que estavam votando. "Os argumentos dos partidos da base do governo tinham cunho político ou ideológico", completou.

 


O executivo calcula que o reajuste significará um gasto de US$ 5 bilhões até 2023. O governo disse que não haverá repasse aos consumidores de energia, mas o custo será coberta pelo Tesouro Nacional. A forma como o pagamento será feito ainda não foi definida. "Este argumento é mais um argumento enganoso", criticou Sales. O executivo espera que haja uma reversão da decisão no Senado, onde o projeto ainda será apreciado.

 


A presidenta Dilma Rousseff quer a questão resolvida até 15 de maio, quando estará no Paraguai para as comemorações dos 200 anos da Independência. No país vizinho, o presidente Fernando Lugo comemorou a aprovação da medida firmada em notas reversais com o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva em setembro de 2009.

 


"O passo dado ontem na Câmara dos Deputados do Brasil, reforça também nossa convição de abrimos na nossa relação bilateral com nosso vizinho uma nova etapa; que cimentamos na afirmação de nossa soberania sobre nossos recursos energéticos, e como forma de reparar as assimetrias que existem entre os nossos dois países", afirmou Lugo, em Assunção. Para Lugo, os US$ 240 milhões adicionais serão fundamentais para os investimentos necessários para o desenvolvimento do Paraguai.

 


Para odiretor paraguaio de Itaipu, Gustavo Codas, o gesto do parlamento brasileiro mostra que o ambiente atual é favorável as outras reivindicações do Paraguai, como preço justo e livre disponibilidade de energia. Ele espera que a aprovação final do reajuste seja mais rápida agora, salientando que parte da oposição votou com a base do governo na Câmara. O líder do governo na Câmara, deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), salientou que a revisão dos valores não implicará em aumento nas tarifas de energia. "O Brasil consome 90% da energia produzida lá. Essa energia sai mais barata do que nos leilões que têm sido feitos. Mesmo com o ajuste", disse.

 

 

Alexandre Canazio, da Agência CanalEnergia, Regulação e Política 07/04/2011 Com informações da Agência Brasil

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Archivo:Medio ambiente - Itaipú.jpg

 

 Resumen de prensa N°46 EMBAPAR

 

Fernando Lugo resaltó el gran paso de reivindicación paraguaya en Itaipú

 

Palacio de Gobierno - Jueves, Abril 7, 2011 | Hora 6:21 am

En Mburuvicha Róga, el presidente Fernando Lugo dio un mensaje a termpranas horas de esta mañana, para referirse a la aprobación por parte de la Cámara de Diputados del Brasil, sobre el pedido paraguayo de recibir mejor precio por la energía eléctrica que nuestro país vende al vecino país.

 

Lugo  destacó que “en valores, el Paraguay espera recibir por su energía cedida al Brasil un monto adicional de 240 millones de dólares anuales, que ciertamente serán fundamentales para las inversiones que necesitamos hacer para la continuidad de nuestro desarrollo”.

 

Añadió que de esa manera se aproxima también el valor recibido por el Paraguay, por su energía cedida al precio justo reivindicado por nuestro país como un de los 6 ejes que planteamos al Brasil apenas asumimos, en la reunión que mantuvimos con el Presidente Lula el 17 de setiembre del 2008 en Brasil.

 

“Este logro no es del Presidente, sino de la gente que confió en nuestro proyecto aquel 20 de abril”, dijo. El paso dado por los diputados -aseguró - refuerza nuestra relación con los vecinos.

 

Dijo además que este es uno de los más esperados frutos del conjunto de acuerdos que firmamos el 25 de julio de aquel año con el presidente Luiz Inacio Lula da Silva y que su sucesora la presidenta Dilma Roussef, se comprometió a implementar.

 

Destacó igualmente el acompañamiento del Congreso paraguayo, cuyos miembros acompañaron “nuestra reivindicación por considerarla justa y que beneficiará a la mayoría de la ciudadanía y no a un sector”.

 

Agradeció además a analistas y periodistas compatriotas que desde hace años venían reclamando una mejor compensación por nuestra energía cedida al Brasil.

 

En este orden exteriorizó sus agradecimientos a Enrique Bordenave, Ramón Casco Carreras, Ricardo Canese y Efraín Enriquez Gamón, remarcando que ahora falta dar el otro paso, que es la aprobación en el Senado brasileño.


Archivo:Itaipu 171.jpg

 

 


 

Instituto Acende Brasil

 

 

O Instituto Acende Brasil é um Centro de Estudos voltado ao desenvolvimento de ações e projetos para aumentar o grau de Transparência e Sustentabilidade do Setor Elétrico Brasileiro.

Baseados em números e fatos, pensamos e analisamos o setor com a lente de longo prazo, buscando oferecer à sociedade um olhar que identifique os principais vetores e pressões econômicas, políticas e institucionais que moldam o Setor Elétrico Brasileiro.
Para alcançar este objetivo, adotamos a abordagem de Observatório do Setor Elétrico Brasileiro.

Atuar como um Observatório significa fazer, dentre outras, as seguintes perguntas sobre as principais dimensões do Setor Elétrico Brasileiro:

 

  1. Agências Reguladoras:
  2. Governança Corporativa:
  3. Tributos e Encargos na Conta de Luz:
  4. Leilões de Energia:
  5. Meio Ambiente e Sociedade:
  6. Oferta de Energia:
  7. Rentabilidade:
  8. Tarifa e Regulação:

 

Nossos estudos e projetos oferecem as informações para que os diversos atores da sociedade possam desenvolver suas próprias opiniões sobre as perguntas acima.

 

 

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pedrodaveiga.blogspot.com/

QUEM PAGA A CONTA DE ITAIPU?

 
 
 

Não há motivos financeiros nem razões de Estado ou de segurança que justifiquem um presente de mais de R$ 5 bilhões aos paraguaios

Foto: Reuters

Paraguaios pressionam o governo brasileiro a ceder nos acordos de Itaipu, que provocará um prejuízo de R$ 5 bilhões, ao Brasil, até 2023

(*)-Eduardo Sciarra
Fonte: "the passira news" - Folha de São Paulo.

Nós não podemos votar o Tratado de Itaipu apenas porque a presidente Dilma quer ser bem recebida no Paraguai. Ou porque ela não quer ferir a suscetibilidade de Lula, mantendo sua errática política externa, que esconde o desejo mitômano de ser -Lula, não o Brasil- líder regional e protagonista global.

A Usina de Itaipu é monumento não só à excelência da engenharia brasileira, mas também à sabedoria dos diplomatas e à vontade madura de integração dos nossos dois povos. Especialistas em energia e juristas renomados não se cansam de elogiar o tratado original. Só foi possível financiar obra tão gigantesca (o custo total da construção é de US$ 27 bilhões) graças ao megafinanciamento assumido inteiramente pelo Brasil.

Ao Paraguai coube, pelo tratado, a venda compulsória da energia não consumida, numa operação sob a responsabilidade das respectivas estatais elétricas: a Ande e a Eletrobras. Em última instância, quem paga por isso são os consumidores brasileiros das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste.

Pelos cálculos do Instituto Acende Brasil, no acumulado até março de 2010, o Paraguai já embolsou o equivalente a US$ 4,9 bilhões (royalties, rendimentos de capital e venda de energia propriamente dita). Mais: depois de 2023 (meio século da assinatura do tratado), com a quitação do financiamento, o Paraguai será proprietário de metade de um ativo avaliado em US$ 60 bilhões, cuja vida útil, estimam os geólogos, será superior a 200 anos.

A revisão ora proposta implica o aumento dos pagamentos anuais feitos pelo Brasil ao Paraguai de US$ 120 milhões para US$ 360 milhões. Como o tratado vigora até 2023, serão 13 anos com pagamento onerado em US$ 240 milhões ao ano, totalizando US$ 3,12 bilhões, ou mais de R$ 5 bilhões.

A não ser pela megalomania e pelo protagonismo do ex-presidente Lula, não há justificativas econômico-financeiras e nem razões de Estado, de segurança nacional ou sequer de caridade cristã que expliquem um presente de mais de R$ 5 bilhões aos paraguaios.

Especialmente num momento em que a salgada conta da farra fiscal e da gastança do governo passado, executada pelo atual ministro da Fazenda, está sendo cobrada de todo o povo brasileiro, com cortes de R$ 50 bilhões no Orçamento, atingindo programas sociais, cancelando investimentos e aumentando impostos.

É bom lembrar também que, na recente votação do salário mínimo, o governo obrigou sua base parlamentar a rejeitar o valor de R$ 560, alegando falta de recursos.

O Brasil pode e deve, sim, contribuir para o desenvolvimento do Paraguai, até como forma de apoiar a consolidação da democracia naquele país, seja pelo financiamento de obras de infraestrutura, seja estimulando a pesquisa e o desenvolvimento, com a Embrapa, e tantas outras formas de cooperação. Mas isso não pode se dar à custa do contribuinte brasileiro, muito menos do desajuste de contas internas.

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Escribió Malcolm Allison

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