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El polvorín

Dilma Rousseff rechaza rotundamente pedido de CIDH y la OEA por impactos de megarepresa de Belo Monte

6 Abril 2011 , Escrito por El polvorín Etiquetado en #Politica

  Belo Monte: OEA pede suspensão do licenciamento e governo reage.

“La CIDH y la OEA no son competentes para impugnar la licencia de la central hidroeléctrica de Belo Monte, tampoco las ONG’s, así sean cincuenta” responden en DIALOGO DE SORDOS, la Agencia Nacional de Energía Eléctrica y el Ministerio de Relaciones Exteriores de Brasil, cerrando filas con el LULISMO inflexible de Dilma Rousseff

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.Belo Monte, vergonha nacional.

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Belo Monte: La OEA busca la suspensión de licencias y el gobierno reacciona

El Gobierno brasilerio, a través del Ministerio de Relaciones Exteriores, respondió, y dijo que considera las solicitudes precipitadas e injustificables

05/04/2011 – La Comisión Interamericana de Derechos Humanos, vinculada a la Organización de Estados Americanos instó a la suspensión inmediata del proceso de licenciamiento ambiental de la hidroeléctrica de Belo Monte (Pará-11 233 MW de generación) para preservar los pueblos indígenas que vive en torno a la hidroeléctrica. Por otra parte, la CIDH pidió la paralización de cualquier obra en ejecución hasta que las condiciones mínimas se cumplan. El gobierno brasilerio, a través del Ministerio de Relaciones Exteriores, respondió diciendo que considera las peticiones “precipitadas e injustificadas”.

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Alexandre Canazio, Agência CanalEnergia.

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     Belo Monte, vergonha nacional.

 

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La CIDH se manifestó tras el examen de la denuncia enviada por organizaciones no gubernamentales nacionales, en noviembre del año pasado, donde argumentan que las comunidades indígenas no fueron consultadas adecuadamente sobre el proyecto. La comisión de la OEA pide que se cumpla con la obligación de realizar consultas, “lo que significa que la consulta es libre, previa e informada, de buena fe y culturalmente apropiada” para llegar a un acuerdo con las comunidades indígenas afectadas .

Según las ONG´s, diez comunidades indígenas conocidas y otras comunidades indígenas aisladas, del entorno de la planta hidroeléctrica, puede verse afectada por la construcción de la megarepresa. La CIDH pidió que se adopten medidas “vigorosas y amplias para proteger la vida y la integridad personal” de los miembros de los pueblos indígenas en aislamiento voluntario en la cuenca del río Xingu.

La CIDH solicitó al gobierno brasileño proporcionar información sobre el cumplimiento de los requisitos dentro de los 15 días. El Ministerio de Relaciones Exteriores, a su vez, dijo que el gobierno brasileño “es consciente de los retos ambientales” que proyectos como el Monte Belo podría implicar. “Por esa razón, se están observando con absoluta precisión, las normas aplicables a la construcción, teniendo en cuenta todos los aspectos sociales y ambientales involucrados”.

Para el director general de la Agencia Nacional de Energía Eléctrica, Nelson Hubner, la OEA no es competente para impugnar la licencia de la central hidroeléctrica de Belo Monte. Para él, la organización sabe “muy poco” del proceso de concesión de licencias para dar un consejo similar. Hubner dijo que todos los procedimientos legales fueron seguidos en el proceso.

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.Belo Monte, vergonha nacional.

 

Belo Monte: OEA pede suspensão do licenciamento e governo reage

Governo brasilerio, por meio do Ministério de Relações com Exterior, reagiu, afirmando que considera as solicitações precipitadas e injustificáveis
Alexandre Canazio, da Agência CanalEnergia, Meio Ambiente
05/04/2011
A Comissão Interamericana de Direitos Humanos, ligada a Organização dos Estados Americanos, pediu a suspensão imediata do processo de licenciamento ambiental da hidrelétrica de Belo Monte (PA-11.233 MW) para preservar os povos indígenas do entorno da usina. Além disso, a CIDH quer a paralisação “de qualquer obra material de execução” até que condições mínimas sejam atendidas. O governo brasilerio, por meio do Ministério de Relações com Exterior, reagiu, afirmando que considera as solicitações “precipitadas e injustificáveis”.
A CIDH se manifestou após análise de denúncia enviada ao órgão por Organizações Não Governamentais, em novembro do ano passado, para as quais as comunidades indígenas não foram consultadas de forma apropriada sobre o projeto. A comissão da OEA pede que seja cumprida a obrigação de realizar processos de consulta, “no sentido de que a consulta seja prévia, livre, informada, de boa-fé, culturamente adequada” para se chegar a um acordo em relação as comunidades indígenas afetadas.
Segundo as ONGs, dez comunidades índigenas conhecidas, além de outras isoladas, no entorno da área da usina podem ser afetadas pela construção do empreendimento. A CIDH pede que sejam adotadas “medidas vigorosas e abrangentes para proteger a vida e integridade pessoal” dos membros dos povos indígenas em isolamento voluntário na bacia do rio Xingu.
A CIDH solicitou que o governo brasileiro a apresentação de informações sobre o cumprimento das exigências em até 15 dias. O Itamaraty, por sua vez, afirmou que o governo brasileiro “está ciente dos desafios socioambientais” que projetos como de Belo Monte podem acarretar. “Por essa razão, estão sendo observadas, com rigor absoluto, as normas cabíveis para que a construção leve em conta todos os aspectos sociais e ambientais envolvidos”.
Para o diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica, Nelson Hubner, a OEA não tem competência para questionar o processo de licenciamento da hidrelétrica de Belo Monte. Para ele, a organização conhece “muito pouco” do processo de licenciamento ambiental para dar pareceres semelhantes. Hubner afirmou que todos os procedimentos legais foram seguidos no processo.
Com informações da Agência Brasil

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Belo Monte, vergonha nacional.

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Manifesto pela água

Paulo Ludmer, consultor: Manifesto pela água
Nossa missão e nossa visão de Brasil começa pela água. Nosso principal patrimônio é Água, Terra, Sol, Vento, cérebros e mercado interno. Em uma visão sistêmica, a política energética será um novelo que daí deriva
Paulo Ludmer, consultor, Artigos e Entrevistas
05/04/2011
Por meio de uma visão sistêmica, a política energética mundial está em ebulição, numa crise e num compasso que tracejamos há uma década aqui neste Portal Canal Energia: a humanidade terá de alterar costumes e valores para que nossos descendentes superem os desafios que se apresentam.
Em várias capitais europeias (Berlim, Londres…) é iminente a proibição da circulação de automóveis nos seus centros expandidos. O uso de transportes coletivos ruma para a compulsoriedade. Não bastou criar pedágios eletrônicos. Nem rodízios. Nem bulevar.
Ao mesmo tempo, as atividades produtivas terão de ser exercidas, sempre que possível, sem traslados de uma edificação a outra. As companhias chamadas de teles já se preparam.
Vai se delineando improvável a sobrevivência dos motores a combustão da forma que o conhecemos. O etanol e o biodiesel parecem acusar seus últimos estertores, pois sua obsolescência já foi decretada no Olimpo do futuro.
No tablado dos biocombustíveis, de fato caminhamos para a aposentadoria da queima de bagaço de cana a ser substituída por processos químicos apoiados por enzimas. A novidade se aplicará à quebra de qualquer molécula de celulose. Portanto, de vegetais listados um expectro mais amplo e independente de monopólios e carteis.
Sobre a ameaça de uso de terras agricultáveis para a produção de energéticos, ela é considerada séria pelas entidades internacionais, apesar de banida pelo Brasil, por alguns anos. Porém, nem o Brasil pode imaginar essa opção como infinita. Comer tem primado sobre qualquer outro uso econômico.
A hipótese de substituir os veículos familiares por elétricos traz outra utopia: a de que a produção de baterias para toda a humanidade é viável. Ora, as jazidas de lítio estão no Afeganistão, na Bolívia e que tais… As terras raras, especialmente as chinesas, antecipam as dificuldades que o homem enfrentará nessas searas e nessas tecnologias.
Mesmo o descarte das baterias com metais pesados não prometem vida fresca. Elas demandam chumbo e metais pesados. Enfim, introduzem novos infernos de suprimento, logísticos e ambientais.
Se alguém supuser que as energias eólicas ou solares se dediquem a alimentar baterias elétricas domésticas de veículos de uso individual, comete outra fantasia. Há dois bilhões de seres humanos sem contato com energia comercial querendo entrar no circuito do consumo. Chinesas, indianas, malaias, cambojanas, vietnamitas, desejam cotonetes e banheiras de hidromassagens.
Acima de especulações cerebrais, o império será dos novos preços relativos, não apenas dos energéticos, mas de tudo. Com o barril de petróleo cru acima de US$ 100 foi dada a largada para um mundo novo e imprevisível. Sobretudo instável.
A incapacidade de tracejar um cenário futuro é um veneno para os empreendedores e fundos de investimento, seguradores e reguladores. Há que lembrar a cada hora que o preço do petróleo é político. Pode cair a US$ 20 o barril, mormente se a força da moeda norte americana voltar à tona na serpente das conversíveis. Aí, bye-bye para o Pré-sal, a geotermia, a maremotricidade, o vento e a ingenuidade.
Neste quadro, se se considerar que o Brasil é um exportador natural de água potável – boi, frango, soja, laranja, etanos, biodiesel, etc, – ficará mais fácil posicionar uma Agenda de Nação (nada a ver com a Agenda de Poder que nos comanda nesta década).
Concluindo, nossa missão e nossa visão de Brasil começa pela água. Nosso principal patrimônio é Água, Terra, Sol, Vento, cérebros e mercado interno. Por isso, em uma visão sistêmica, a política energética será um novelo que daí deriva.
Ilustrativamente: Israel tem sol e cérebros. Não dispõe de um mercado interno. O Japão contém sol, cérebros e mercado interno. Nem Israel, nem Japão, são aqüíferos. E sobrevivem sobre esmerada educação, disciplina, inovação e domínio de tecnologia. A Europa corre atrás da independência geopolítica do petróleo. Os Estados Unidos, India e China continuam pesadamente carboníferos.
O nicho do Brasil é tão óbvio quanto desconsiderado pelos poderes republicanos. E nosso calcanhar de Aquiles brota de um canteiro chamado falta de educação. Nós somos 65% ou mais feitos de água. Nós somos o potencial de sobrevivência da humanidade devido à água.
Próximos passos: desenvolvermos cérebros que temos e carecemos!
Paulo Ludmer: é jornalista, engenheiro, consultor, professor de política energética da FEI-PUC e da Universidade Mackenzie, e autor de Sertão Elétrico (Artliber, dezembro de 2010), vide www.pauloludmer.com.br

 

 

http://1.bp.blogspot.com/_SDwHmjYEM50/S8OE7c1ySsI/AAAAAAAAADE/MCpR6xkASOQ/s1600/Imagem+Belo+monte+de+mentiras+Parte+III.png

 

 

 

 

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