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El polvorín

El Pantanal amenazado por la llamada Aceleración del Crecimiento de Lula da Silva

11 Noviembre 2010 , Escrito por El polvorín Etiquetado en #Politica

 
Pequenas hidrelétricas ameaçam o Pantanal
 
La mayor amenaza es el despliegue, sin ningún tipo de planificación, de multitud de represas hidroeléctricas. Según Débora Calheiros, investigadora de la Embrapa Pantanal, la suma de los impactos de 115 proyectos puede afectar drásticamente el ciclo del agua, con sequías e inundaciones periódicas, que es el fenómeno más importante que regula el funcionamiento ecológico y la riqueza de la vida en El Pantanal.
 
 
 
La conservación de la Planicie del Pantanal se encuentra amenazada por las actividades económicas en  toda la Cuenca del Alto Paraguay (Bacia do Alto Paraguai PAB). Además de las actividades agropecuarias, el Pantanal se ha encontrado amenazado por la minería, industrias del acero y la extracción ilegal de carbón. Cómo si la deforestación para la producción de carbón, la minería, las siderúrgicas, la agricultura  y la crianza de ganado no fuera suficiente, aparece otro fantasma que  perturbar el régimen de inundaciones periódicas del Pantanal, las centrales hidroeléctricas.
 
La enorme región donde la dinámica del agua rige la vida de multitud de personas, se ve amenazada por la instalación de 116 pequeñas represas hidroeléctricas en la Cuenca del Alto Paraguay (BAP Barragens Alto Paraguai).

http://www.infraest-energ-sudamerica.org/tema/barragens/

 

10-10-2009

A Barragem de Poilão, de 18 metros, em Ribeira Seca, ficou pronta em 2005.  De acordo com Leão Barreto, vereador da autarquia de São Lourenço dos Órgãos, se esse 1´190,000 m3 de água forem usados de forma sustentável, ela pode servir para cerca de 4 anos. Esse é o maior nível de água que a barragem já atingiu desde a sua construção. A barragem de Poilão é uma das tentativas de Cabo Verde segurar a água que acaba escoando para o mar, ou evaporando, devido ao clima quente e seco do arquipélago. Uma tarefa que, com as mudanças climáticas, se torna cada vez mais árdua para cerca de metade dos cabo-verdianos, que, segundo o ministério da Agricultura, dependem directamente da agricultura para sobreviver.

De estas, el 70% se espera que sean desplegadas en los ríos de Mato Grosso,  29 pequeñas represas hidroeléctricas ya están en operación y al menos cinco más ya están autorizadas y en construcción . La información fue proporcionada po la investigadora de la Embrapa Pantanal, Débora Calheiros, quien hace el diagnóstico de uno de los ríos que más va a sufrir: el Cuiabá. "La sub-cuenca del río Cuiabá suministra el 40% del agua del sistema, y cinco ríos que forman la sub-cuenca ya tienen grandes represas: Casca, Manso, Correntes, Itiquira y São Lourenço. A ello hay que añadir 41 Micro o Pequeñas Centrales Hidroeléctricas (PCHs) que operan o están previstas para la cuenca y produciran un enorme daño", sentencia la bióloga.

Para la cuenca del Taquari, son 17 proyectos - 12 en el río Coxim - habiendo una Pequeña Central Hidroeléctrica PCH y una Micro Central Hidroeléctrica de Generación (CGH) en funcionamiento, una gran planta de energía hidroeléctrica (Usina Hidrelétrica (UHE) en proyecto y nueve Pequeñas Centrales Hidroeléctricas PCH en proyecto . Para el río Taquari, se proyectan cinco pequeñas centrales hidroeléctricas.

Represa de Bom Retiro do Sul en la cuenca del río Taquari.
 

A Barragem Eclusa de Bom Retiro do Sul é um dos principais pontos turísticos da Região do Vale do Taquari. Sua construção iniciou-se em 1958 até 1962, ficando paralizada durante oito anos, reiniciando-se em 1970 e teve sua conclusão em novembro de 1976. Trabalharam....

 Clique aqui e conheça mais

 

El Pantanal es lo humedal más grande del mundo, ubicado en los estados de Mato Grosso y Mato Grosso do Sul, con una extensión de 200.000 km². Es posiblemente el ecosistema más rico del mundo en biodiversidad. Na região da foz do rio Cuiabá, há o Parque Nacional do Pantanal Mato-Grossense, área considerada Patrimônio da Humanidade pela Unesco.

 

 

En la desembocadura del río Cuiabá, está el Parque Nacional del Pantanal de Mato Grosso, una zona considerada Patrimonio de la Humanidad por la Unesco.

Según Débora Calheiros, la región de El Pantanal ya ha sufrido cambios en los ciclos de inundación natural por la presencia de cinco grandes represas en la cuenca.

Nilo Piçanha Coelho Filho, presidente del Consorcio Intermunicipal para el Desarrollo Sostenible de la Cuenca del Río Taquari (Consórcio Intermunicipal para o Desenvolvimento Sustentável da Bacia do Rio Taquari (Cointra)), que representa a 11 municipios en el sur de Mato Grosso, está también en contra de la construcción de PCH y dice que el papel del consorcio es informar a los representantes municipales de los perjuicios que traerían las hidroeléctricas y unir sus fuerzas en la lucha contra las represas. "Todo el mundo sufrirá las consecuencias de los embalses hidroeléctricos", advierte.

Las pequeñas centrales hidroeléctricas están errada e interesadamente consideradas en la categoría de usinas que generan energía limpia con un mínimo de generación de gases de efecto invernadero y amigables con el medio ambiente. El problema es que, a diferencia de las grandes centrales térmicas, que pagar pesadas regalías a los municipios, lo que permite la compensación e inversiones en conservación del medio ambiente, las pequeñas centrales hidroeléctricas no dejan un centavo en el lugar donde funcionan, lo que favorece que se multipliquen como hongos después de la lluvia. La ley exime del pago de regalías e impuestos a las represas que generan hasta 30 megavatios, que son las que caen en la categoría de PCH.

Además de esto, el ICMS (impuesto interestatal) se paga en el lugar de consumo, y no donde se genera la hidroelectricidad, a pesar de que casi toda sale fuera del Estado.

El daño ambiental es a la luz de los problemas mencionados anteriormente, social, porque influye directamente en las vidas de miles de ribereños, y económico, porque la operación no garantiza rendimientos financieros a los municipios.


A Pantanal ameaçado pelo chamados crescimento acelerado

Pequenas hidrelétricas ameaçam o Pantanal

Usina Itiquira. Foto divulgação 

Cuiabá, 17/05/2010.- Como se o desmatamento para a implantação de carvoarias e criação de gado já não fosse suficiente, mais um fantasma surge para assombrar o regime de inundações periódicas do Pantanal, as hidrelétricas. O local, onde a dinâmica da água rege a vida de milhares de pessoas, está ameaçado pela instalação de 116 pequenas centrais hidrelétricas na Bacia do Alto Paraguai (BAP).

http://www.infraest-energ-sudamerica.org/tema/barragens/

Destas 70% estão previstas para ser implantadas nos rios de Mato Grosso, 29 das quais já estão em operação e pelo menos mais cinco em construção autorizada. As informações são da pesquisadora da Embrapa Pantanal, Débora Calheiros, que faz o diagnóstico de um dos rios que mais vai sofrer com essa história toda: o Cuiabá. “A sub-bacia do rio Cuiabá fornece 40% da água do sistema, e cinco rios que formam a sub-bacia já tem grandes barragens: Casca, Manso, Correntes, Itiquira e São Lourenço.

Some a isso mais 41 micro e Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) que operam ou estão previstas para a bacia e o estrago será grande”, alerta a bióloga.

Para a bacia do Taquari, são 17 empreendimentos – 12 só no rio Coxim – sendo uma PCH e uma Micro Central Geradora Hidrelétrica (CGH) em operação, uma Usina Hidrelétrica (UHE) em planejamento e nove PCHs previstas. Para o rio Taquari, há previsão de cinco PCHs.

Na região da foz do rio Cuiabá, há o Parque Nacional do Pantanal Mato-Grossense, área considerada Patrimônio da Humanidade pela Unesco.

 

Segundo Débora Calheiros, a área já sofre alterações com as mudanças no pulso de inundação natural do sistema pela presença das cinco hidrelétricas de grande porte na bacia.

Nilo Piçanha Coelho Filho, presidente do Consórcio Intermunicipal para o Desenvolvimento Sustentável da Bacia do Rio Taquari (Cointra), que representa 11 municípios sul-mato-grossenses, também é contra a implantação das PCHs e diz que o papel do consórcio é informar os representantes municipais dos prejuízos que as implantações trarão e unir forças na luta contra os empreendimentos. “Todo mundo vai sofrer as conseqüências das barragens”, alerta.

 

As PCHs encaixam-se na categoria das usinas que geram energia limpa, com um mínimo de emissão de gases geradores do efeito estufa, o que é bom para o meio ambiente. O problema é que, ao contrário das grandes centrais hidrelétricas, que pagam pesados royalties aos municípios, permitindo compensações e investimentos em preservação ambiental, as pequenas hidrelétricas não deixam um centava no local onde funcionam. A lei isenta o pagamento de royalties as hidrelétricas que geram até 30 megawatts, o máximo de potência, o máximo de potência permitido para as usinas enquadradas como PCH.

Além disso, o ICMS é pago no local de consumo de energia, e não onde é gerada – e a quase totalidade sai do Estado.

O prejuízo é ambiental, em função dos problemas citados acima; social, porque influencia diretamente a vida milhares de ribeirinhos; e econômico, pois o funcionamento não garante retorno financeiro aos municípios.

 

A primeira usina hidrelétrica do Estado de Mato Grosso, no Centro ... Formato de archivo: Microsoft Word - Versión en HTML
PCH Casca II. da Casca. 3,52. 3,45. 11/12/97. 11/12/27. UHE Casca III. da Casca. 12,42. 11,50. 11/12/97. 11/12/27. Primavera Energia S.A.. PCH Primavera ...
www.enfoque.com.br/infocias/.../ian01460512312006360.doc - Similares

  

Contener los impactos socioambientales de las represas en la cuenca del Alto Paraguay

 

08/06/2009 - se publicó en el Diário Oficial da União, el 5 de mayo de 2009, que el Ministério Público Federal – MPF abrió Investigación y Acción Civil Pública para contener los impactos sociales y los impactos ambientales resultantes de la construcción del complejo de represas hidroeléctricas en la cuenca del Alto Paraguay - BAP.

La acción se basa en el documento Carta de Recomendação preparado por académicos y organizaciones gubernamentales y  no gubernamentales durante la VIII Conferencia Internacional sobre los Humedales (VIII Conferência Internacional de Áreas Úmidas), celebrada en julio de 2008 en Cuiabá - Mato Grosso MT.

Según un estudio realizado por la Coalición Ríos Vivos, en 2002 sólo había nueve represas a lo largo de la cuenca. En 2008 el número de represas construidas en Mato Grosso,entre pequeñas hidroeléctricas (PCH), Central de Generación Hidroeléctrica (CGHs) y grandes instalaciones de energía hidroeléctrica (Usina Hidrelétrica de Grande Porte (UHE), llegaba a 29 de un total de 115 proyectos planificados.

La conservación de la Planicie del Pantanal se encuentra amenazada por las actividades económicas en  toda la Cuenca del Alto Paraguay (Bacia do Alto Paraguai PAB). Además de las actividades agropecuarias, el Pantanal se encuentra amenazado por la minería, industrias del acero y la extracción ilegal de carbón. Pero su mayor amenaza hoy es el despliegue, sin ningún tipo de planificación conjunta de las represas hidroeléctricas. Según Débora Calheiros, investigadora de la Embrapa Pantanal, la suma de los impactos de 115 proyectos puede afectar drásticamente el ciclo del agua, con sequías e inundaciones periódicas, que es el fenómeno más importante que regula el funcionamiento ecológico del Pantanal.

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Escribió para El Polvorin Blog Malcolm Allison

malcolm.allison@gmail.com

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