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El polvorín

El río Xingú, una de las joyas del planeta, con la represa de Belo Monte, está perdido. /O rio Xingu, uma das pérolas do planeta, com Belo Monte, está perdido.

29 Septiembre 2010 , Escrito por El polvorín Etiquetado en #Politica

Se construirá un monstruo de cemento, destruyendo lo poco que la gente de la región tiene. "Después de construida la represa de Belo Monte, el agua se estancará en la mayoría de las playas que ahora disfruta la gente. Se puede construir playas artificiales, pero la navegación será diferente, la pesca desaparecerá, la desnutrición correrá como fuego y miles de plagas se incubarán en las aguas de un Xingú estancado, muerto.

Oswaldo Sevá explica os impactos de Belo Monte
Oswaldo Sevá explica os impactos de Belo Monte

Una semana en Altamira, Pará, en esta época del año puede producir dos puntos de vista. Como es época de sequía, que la gente llama el verano, las familias remontan el río Xingu, en busca de playas que aparecen cuando el caudal del río baja, acampan y celebran fiestas. Se ve una ciudad más vacía, más relajada, casi despreocupada.

 

Dos carteles publicitarios al borde del río Xingu anuncian que se construirá una de las mayores represas del mundo,  Belo Monte.

 

                                          

 

                      

 

Si usted camina por la ciudad, también puede ver graffitis en contra de la colosal represa y puede percibir el miedo de que tremendo chancacón de cemento termine con el clima tropical. IHU On-Line entrevistó a través de Skype, al profesor Oswaldo Seva, que recientemente pasó varios días en la ciudad de Pará. "Por primera vez fui a Altamira por mi cuenta y sin conexión con cualquier acto público que estuviera ocurriendo allí. Fui como un ciudadano cualquiera durante las vacaciones escolares. Aproveché para conocer mejor el área ", explica.

 

Mientras Seva cuenta lo que vio, nos crea la impresión de que se construirá un monstruo destruyendo lo poco que la gente de la región tiene. "Después de construida la represa de Belo Monte, el agua se estancará en la mayoría de las playas que ahora disfruta la gente. Claro que se puede construir playas artificiales, pero la navegación será diferente, el agua tiende a ser muy sucia en Altamira, porque lamentablemente la ciudad no tiene ningún tipo de tratamiento de aguas residuales, en algunos lugares incluso se recoge la basura ", relató .

 

Cartilha em Defesa da Bacia do rio Tapajós

 

A publicação se originou em um Painel de especialistas e de entidades sobre os projetos hidrelétricos no rio Xingu, formado desde 2002 por iniciativa conjunta da entidade International Rivers Network, e contando com a participação das entidades populares e sindicais da região de Altamira, Pará, agrupadas no MDTX – Movimento pelo Desenvolvimento da Transamazônica e do Xingu. candidoneto.blogspot.com/2009/05/mp-458-lula-...

 

A Cartilha em Defesa da Bacia do rio Tapajós, seus povos e culturas é uma iniciativa da produção da Frente em Defesa da Amazônia, do Movimento Tapajós Vivo e da Aliança Missionária Franciscana do Tapajós e objetiva apresentar e discutir com os trabalhadores da bacio do rio Tapajós o mega-empreendimento do governo federal que é construir cinco grandes hidrelétricas que inundarão 1.950Km² de florestas, comunidades, unidades de conservação e terras indígenas e ameaça o modo de vida e a biodiversidade em toda a região do rio Tapajós. A cartilha é o primeiro instrumento de luta que surge da articulação de movimento sociais da região e pretende articular a resistência para impedir o barramento dos rios Tapajós e Jamanxim. candidoneto.blogspot.com/2009/05/mp-458-lula-...

 

 

Oswaldo Seva tiene un título en Ingeniería Mecánica de Producción de la Universidad de São Paulo. Tiene una maestría en Ingeniería de Producción del Instituto Alberto Luiz Coimbra de Posgraduación e Investigación en Ingeniería y un doctorado de la Universidad de París I. Tiene tres libros: Tenotã-Mõ. Alertas sobre las consecuencias de los proyectos hidroeléctricos en el río Xingu (Nueva York: International Rivers Network, 2005), Riesgos Técnicos, colectivos ambientales en la región de Campinas (Riscos Técnicos coletivos ambientais na região de Campinas, SP: NEPAM - Unicamp, 1997)  y Riesgo Ambiental - Plan de trabajo para la evaluación de las condiciones de vida y las condiciones  de trabajo en tres áreas: (Risco Ambiental – Roteiro para avaliação das condições de vida e de trabalho em três regiões ABC / SP, Belo Horizonte y del Acero Vale, MG Recôncavo / BA (Nueva York: INSTY - Instituto Nacional de Salud Ocupacional / CUT, 1992).

 

 

                                                 

ESTRANHAS CATEDRAIS. NOTAS SOBRE O CAPITAL HIDRELÉTRICO, A NATUREZA E A SOCIEDADE

cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?pid=S0009-6...

Oswaldo Sevá

                                   

 

                             

                              

 

                                             

O rio Xingu, uma das pérolas do planeta, com Belo Monte, está perdido.

Entrevista com Oswaldo Sevá

São Félix do Xingu (Pará) - Praias do Rio Xingu, em São Félix, onde a população e habitantes de cidades vizinhas aproveitam os dias para tomar banho, pescar e acampar com a família sosriosdobrasil.blogspot.com/2008/08/ribeirin...

agosto 20, 2010 - Uma semana em Altamira-PA nessa época do ano pode render dois pontos de vista. Como é o período de seca, que o povo chama de verão, as famílias sobem o rio Xingu procurando as praias que surgem com o rio mais baixo, acampam, comemoram as férias. Se vê uma cidade mais descansada e vazia, quase sem preocupações. Dois outdoors à beira do Xingu anunciam que ali será construída uma das maiores hidrelétricas do mundo, Belo Monte. Se andar pela cidade, também será possível ver pichações contra a obra e, então, pode-se perceber que todo esse clima tropical vai acabar e que há medo de que isso realmente aconteça. A IHU On-Line entrevistou, via Skype, o professor Oswaldo Sevá que, recentemente, passou alguns dias na cidade paraense. “Pela primeira vez, fui para Altamira por minha conta e sem ter ligação com qualquer evento público que estivesse acontecendo lá nessa época. Fui como um cidadão qualquer durante o período de recesso escolar. Aproveitei para conhecer melhor a região”, explica.

www.baixaki.com.br/.../5983-praia-rio-xingu.htm

Enquanto Sevá conta o que viu, é possível criar a imagem de um monstro destruindo o pouco que o povo da região tem. “Depois de Belo Monte, a água ficará parada e maior parte das praias ficarão abaixo da linha d’água. Claro que podem ser construídas praias artificiais, mas a navegação será diferente, a água tenderá a ficar muito suja na região de Altamira, porque infelizmente a cidade não tem nenhum tipo de tratamento de esgoto, em alguns locais nem o lixo é coletado”, descreveu.

Oswaldo Sevá é graduado em Engenharia Mecânica de Produção pela Universidade de São Paulo. É mestre em Engenharia de Produção pelo Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia, e doutor pela Université de Paris I. Organizou três livros: Tenotã-Mõ. Alertas sobre as consequências dos projetos hidrelétricos no rio Xingu (São Paulo: International rivers Network, 2005); Riscos Técnicos coletivos ambientais na região de Campinas, SP (Campinas, SP: NEPAM – Unicamp, 1997); e Risco Ambiental – Roteiro para avaliação das condições de vida e de trabalho em três regiões : ABC/SP, Belo Horizonte e Vale do Aço/MG, Recôncavo Baiano/BA (São Paulo: INSTY – Instituto Nacional de Saúde no Trabalho/CUT, 1992).

[Leia a entrevista na íntegra]

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