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El polvorín

Eventual ruptura de la represa de Fridão sumergiría parte de la ciudad portuguesa de Amarante en 13 minutos / Eventual ruptura na Barragem do Fridão

12 Agosto 2010 , Escrito por El polvorín Etiquetado en #Politica

 
 

Portugueses temen ruptura de la represa de Fridão sumergiría parte de la ciudad de Amarante con gran tsunami en 13 minutos

 

 

Una  eventual ruptura de la futura represa de Fridão en el río Támega, provocaría un tsunami que llegaría a la ciudad de Amarante en sólo 13 minutos, sumergiendo la mayor parte del área urbana, admite Orlando Borges, presidente del Instituto de agua, un documento al que la agencia Lusa accedió en marzo de 2010.

"En Amarante, en una situación de llena de las aguas de la represa, el nivel máximo de la cota del embalse sería de 90.95", dice el documento, fechado el 5 de marzo, que Orlando Borges envió a un miembro del grupo “Por Amarante Sem Barragens”.

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La cota de 90,95" significa que - según versión de algunos amarantinos oídos por Lusa – que en caso de inundación, causada por la ruptura de la represa, el río subiría en el área urbana unos 20 metros,  más que la inundación de 2001, la mayor en Amarante, cuando la cota alcanzó 71".

Esta año, el agua inundó vastas áreas del centro, especialmente en la margen izquierda, cuyos habitantes fueron evacuados utilizando botes.

Sin embargo, en una primera reacción a estos números, el alcalde de Amarante dijo a Lusa que no está ni sorprendido ni preocupado, porque "el riesgo es prácticamente nulo."

Armindo Abreu (PS) dice que "prácticamente no hay ninguna posibilidad de colapso total de la represa, sin previo aviso."

"Eso es lo que los técnicos del Laboratorio Nacional de Ingeniería Civil (LNEC) nos dijeron cuando estuvieron aquí en un debate patrocinado por la seguridad de la cámara", dijo el alcalde.

Armindo Abreu recordó que una infraestructura como la represa Fridão "sería objeto de monitoreo permanente y que si alguna anomalía se detectara,  habría tiempo para organizar su evacuación".

Sin embargo, el alcalde admite que "siempre existiría riesgo, aunque muy pequeño."

            

                   

 

Para Armindo Abreu, es esencial que el plan de contingencia de la represa esté bien preparado, para cualquier eventualidad.

Sin embargo, la cota de 90,95" sería suficiente para inundar el puente y el tramo de S. Gonçalo, incluido el monasterio, que es un monumento nacional.

En una carta enviada al representante del grupo "Por Amarante Sin Represas", el presidente del Instituto del Agua dice basarse de una simulación que figura en el proyecto de esta represa.

Esta simulación - añade - "identifica como "zonas peligrosas", todo el valle del río Tâmega, aguas abajo de las represas."

Orlando Borges añade que en la simulación "se identifican las estructuras y los asentamientos humanos que podrían verse afectados, pero no el número de vidas en peligro."

Las cifras facilitadas por el Presidente de INAG se refieren a una simulación en un escenario donde la represa sería construida con una cota 160".

El presidente del Instituto del Agua no discutió el escenario en la ciudad de Amarante, en caso de rotura de la presa, con una cota 165", que también consta en el proyecto.

La agencia Lusa ha intentado sin éxito obtener un comentario sobre la seguridad de la futura represa, con el presidente del Instituto del Agua, Orlando Borges.

La represa Fridão es uno de los 10 embalses que figuran en el Plan Nacional de Presas de Portugal, con alto potencial hidroeléctrico, que afecten al territorio de los Concejos de Amarante, Cabeceras de Basto, Celorico de Basto y Mondim de Basto.

La discusión pública del Estudio de Impacto Ambiental de la Presa Fridão terminó 15 de febrero de 2010.

 
Eventual ruptura na Barragem do Fridão submergiria parte da cidade ... 9 mar. 2010 ... Brasil atribui licença ambiental para a construir polémica barragem na Amazónia · 0 comentário. Brasil atribui licença ambiental para a ...
www.ionline.pt/.../50228-eventual-ruptura-na-barragem-do-fridao-submergiria-parte-da-cidade-amarante-em-13-minutos -

MANIFESTO ANTI-BARRAGEM

SALVAR O TÂMEGA E A VIDA NO OLO

 
Petição Anti-Barragem- Salvar a vida no Tâmega e no Olo 
 

Pelo direito à vida no vale do Tâmega!

Pelo Tâmega livre da pressão das barragens!

Não ao transvase do rio Olo para a barragem de Gouvães!

Não à Barragem de Fridão! Sim ao desenvolvimento da Região!

 

Eventual ruptura na Barragem do Fridão submergiria parte da cidade de Amarante em 13 minutos

 

 

 Uma eventual rutura da barragem de Fridão, no rio Tâmega, provocará uma onda que chegará à cidade de Amarante em apenas 13 minutos, submergindo grande parte da área urbana, admite Orlando Borges, presidente do Instituto da Água (INAG), num documento ao qual a Lusa teve hoje acesso.

“Em Amarante, em situação de cheia, o nível máximo a atingir será a cota de 90,95”, pode ler-se no documento, com data de 05 de março, que Orlando Borges enviou a um elemento do grupo “Por Amarante Sem Barragens”.

A cota de 90.95 significa que - segundo alguns amarantinos ouvidos pela Lusa - em caso de inundação causada pela rutura da barragem, o rio subiria na área urbana mais cerca de 20 metros do que a cheia de 2001, a maior de sempre em Amarante, que atingiu a cota 71.

Nesse ano, a água inundou vastas áreas da baixa da cidade, sobretudo da margem esquerda, cujos habitantes tiveram de ser evacuados com recurso a barcos.

No entanto, numa primeira reação a estes números, o presidente da Câmara de Amarante afirmou à Lusa não ter ficado surpreendido nem preocupado, porque “o risco é praticamente zero”.

Armindo Abreu (PS) diz que “praticamente não há possibilidade da barragem colapsar por completo sem dar aviso”.

“Foi isso que os técnicos do Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) nos disseram quando cá estiveram num debate sobre segurança promovido pela câmara”, frisou o autarca.

Armindo Abreu lembra que uma infraestrutura como a barragem de Fridão “seria monitorizada ao segundo e que, caso fosse detetada alguma anomalia, haveria tempo para se proceder ao seu esvaziamento”.

Contudo, o autarca admite que “o risco existe sempre, apesar de pequeníssimo”.

Para Armindo Abreu, é fundamental que o plano de emergência da barragem seja bem elaborado para estarem acauteladas todas as situações.

No entanto, a cota 90,95 seria suficiente para inundar a ponte e o largo de S. Gonçalo, incluindo o mosteiro, que é monumento nacional.

Na carta enviada ao representante do grupo “Por Amarante Sem Barragens”, o presidente do INAG diz basear-se numa simulação que consta no anteprojeto desta barragem.

Essa simulação - acrescenta o presidente do INAG - “identifica como “zonas de perigo” todo o vale do rio Tâmega a jusante das barragens”.

Orlando Borges acrescenta que na simulação “são identificadas estruturas e povoações passíveis de serem afetadas, mas não o número de vidas em risco”.

Os números avançados pelo presidente do INAG reportam-se a uma simulação num cenário em que a barragem principal seria construída à cota de 160.

O presidente do INAG não avança com o cenário na cidade de Amarante, em caso de rutura resultante da construção da barragem à cota 165, que também consta do anteprojeto.

A Lusa tem tentado, sem sucesso, um comentário sobre a segurança da futura barragem junto do presidente do INAG, Orlando Borges.

A barragem de Fridão é uma das 10 que constam do Plano Nacional de Barragens com Elevado Potencial Hidroelétrico, afetando território dos concelhos de Amarante, Cabeceiras de Basto, Celorico de Basto e Mondim de Basto.

A discussão pública do Estudo de Impacte Ambiental da Barragem de Fridão terminou a 15 de fevereiro.

 

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 Escribio para El Polvorin Blog Malcolm Allison

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