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El polvorín

Faraónica represa Belo Monte se construirá a pesar de la resistencia de los movimientos sociales amazónicos brasileiros.

19 Marzo 2011 , Escrito por El polvorín Etiquetado en #Politica

 

 

   

 

Apesar da resistência de movimentos sociais, Belo Monte será erguida

 

           

 

 

 

 

Faraónica represa Belo Monte se construirá a pesar de la resistencia de los movimientos sociales amazónicos brasileiros.

 

 

La construcción de la hidroeléctrica de Belo Monte, Río Xingu, Estado do Pará, se llevará adelante, a pesar de las protestas, dijo el 16 de marzo de 2011 el ministro de la Secretaría General de la Presidencia, Gilberto Carvalho, interlocutor principal con los movimientos sociales. "Belo Monte se construirá. Yo no puedo decir que no se hará. La cuestión es qué se puede construir tras un trabajo de saneamiento ambiental de la región y considerando la reubicación adecuada de la población ribereña" dijo el ministro a una audiencia de activistas, durante una reunión del Foro sobre el Cambio Climático y la Justicia Social (Fórum Mudanças Climáticas e Justiça Social), ligado a la Conferencia Nacional de Obispos de Brasil (católica), en Brasilia, a pesar de la laicidad del Estado. Hasta ahora, se permite avanzar con la construcción de algo de la infraestructura (canteiros) y otras acciones preparatorias. (Monitor Mercantil - 17/3/2011)

 

 

 

 

                

 

 

 

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Apesar da resistência de movimentos sociais, Belo Monte será erguida


A construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, no Rio Xingu (PA), será levada adiante, apesar das manifestações contrárias, disse ontem o ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, principal interlocutor do governo com movimentos sociais. “Belo Monte vai ser construída. Não posso dizer a vocês que não será. A questão é que pode ser construída gerando um trabalho de saneamento ambiental para a região e com realocação adequada da população de ribeirinhos”, disse o ministro para uma platéia de ativistas, durante reunião do Fórum Mudanças Climáticas e Justiça Social, ligado à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em Brasília, apesar da laicidade do Estado. Até agora, estão liberadas a construção do canteiro de obras e outras ações preparatórias. (Monitor Mercantil – 17.03.2011)

 

 

 

 

 

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coturnonoturno.blogspot.com/2010_04_18_archiv...

 

 

O rombo astronômico de Belo Monte.

Nem Furnas e Eletrobras, que são estatais, recomendaram a participação no leilão de Belo Monte. Esta hidrelétrica tende a se tornar um dos maiores rombos já feitos nos cofres públicos na história deste país. Depois dos Jogos Olímpicos e da Copa do Mundo, é claro. Clique e veja o quadro publicado pelo jornal O Globo.

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Belo Monte é “elefante branco” para o
desenvolvimento do Brasil, diz revista

24-4-2010 - Hidrelétrica expõe o paradoxo entre a proteção ambiental e o avanço econômico

Do R7

 

Reprodução
Reprodução

Revista diz que país precisa de energia renovável, que poderia ser gerada por Belo Monte


A hidrelétrica de Belo Monte é um “elefante branco” no meio da floresta amazônica que levanta uma velha questão no Brasil: o contraste entre o debate ambiental e a fome de desenvolvimento do país. É assim que a revista britânica The Economist define a construção da usina no rio Xingu (PA).
 

 

A revista dedicou uma reportagem inteira para mostrar o problema que a construção da hidrelétrica tem causado desde os anos 1980, quando começou a ser debatida.

- Um projeto hidrelétrico gigante na Amazônia mostra o quanto é difícil balancear as demandas do meio ambiente e de um país que quer crescer e prosperar.

A revista diz que o Brasil precisa de mais energia, principalmente da renovável, que poderia ser suprida pela usina de Belo Monte. Contudo, a reportagem mostra que a obra é questionada justamente pela ameaça ambiental que as barragens representariam para a região da Volta Grande do Xingu, no centro do Pará.

- Em vez de construir uma muralha em volta do Xingu para criar um enorme reservatório, Belo Monte é desenhada seguindo o leito, uma técnica que se apoia na força do rio para girar as turbinas.

A The Economist destaca que desde o regime militar, que cortou a Amazônia com estradas, barragens e outras obras de infraestrutura, o Brasil nunca viu tanta polêmica em uma obra tão necessária para o país.

- Belo Monte é um projeto calcado sobre as lições do passado, desenhado e redesenhado para tirar energia a partir da floresta sem derrubá-la. O desafio – de domar as selvas sem estragá-las – é a maior tarefa do Brasil. E o resto do mundo desenvolvido olha de perto para ver como isso será resolvido.

Polêmica e protesto

Belo Monte, cujo custo deve ser de R$ 19 bilhões, é alvo de questionamentos por dois motivos: o primeiro é que a usina é considerada cara demais para seu potencial. Na época de cheia do Xingu, poderá produzir 11.200 megawatts (MW), o que representa 10% da capacidade energética do Brasil. Mas na seca, só 4.500 MW poderão ser gerados.

A outra questão diz respeito às populações do entorno. São mais de 516 km² de áreas a serem alagadas pelas barragens. Isso pode remover dezenas de tribos indígenas da região.

- Grupos ambientais dizem que Belo Monte vai encher grandes regiões de água e secar outras. Líderes indígenas ganharam apoio de ambientalistas da Europa e dos Estados Unidos, incluindo tribos de Hollywood, como James Cameron.

A revista ainda levanta o contraponto da disputa eleitoral de 2010:

- Em seu passado como líder sindical, Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do Brasil desde 2003, poderia ter se juntado [aos protestos]. Mas agora ele tem um legado a manter. Belo Monte é peça central de seu programa de investimentos públicos [o PAC] – iniciativa maior de Dilma Roussef, sua ex-ministra e atual sucessora na disputa presidencial de outubro.

A revista conclui que “com uma economia que pode crescer até 7% neste ano, e com dezenas de milhares de brasileiros consumindo mais e saindo da pobreza, investir em geração de energia é essencial”.

- Os críticos preferem pequenas usinas eólicas e geradores solares. Mas sem Belo Monte, o Brasil provavelmente seria obrigado a construir usinas nucleares ou investir em geradores térmicos (que funcionam a partir da queima do carvão). Aí, sim, os protestos seriam, sem dúvida, muito maiores.

 

 

 

 

noticias.r7.com/economia/fotos/veja-protestos...  20/04/2010

 

 

 

Mais de 500 pessoas protestaram em frente a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) noticias.r7.com/economia/fotos/veja-protestos...

 

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Entidades sociais e de meio ambiente, agricultores e tribos indígenas realizam protestos contra a devastação da Amazônia e a política energética do governo Lula noticias.r7.com/economia/fotos/veja-protestos...

 

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A Chesf (Companhia Hidro Elétrica do São Francisco) é a maior empresa no consórcio, com 49,98% de participação, e vencedora do leilão  noticias.r7.com/economia/fotos/veja-protestos...

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A Chesf, vencedora do leilão, ofereceu um lance de R$ 78 por Megawatt-hora, valor 6,02 % inferior ao teto estipulado pelo governo, que era de R$ 83 MWh

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Movimento dos Atingidos por Barragens e indígenas realizaram no dia 12 de abril protesto em Brasília  noticias.r7.com/economia/fotos/veja-protestos...

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Dilma respeite os povos do xingú pare belo monte

 

Dilma respeite os povos do xingú pare belo monte

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