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El polvorín

La historia de Chico Mendes para niños / A HISTÓRIA DE CHICO MENDES PARA CRIANÇAS

6 Noviembre 2010 , Escrito por El polvorín Etiquetado en #Politica

Llamado el "Gandhi de los trópicos" por el periodista Zuenir Ventura y "El otro Che Guevara de América Latina ", según The Guardian, las comparaciones reflejan la dimensión exacta de este extraordinario personaje de la historia de Brasil y tal vez, del mundo. Desde su valiente lucha por la causa de los caucheros y contra la deforestación de la Amazonia, hasta su asesinato monstruoso que perdieron su vida, su historia de anti-héroe ha repercutido a nivel internacional. Y llevó un punto de inflexión en la historia. No es que la Amazonía esté hoy a salvo, basta con abrir los periódicos y revistas para ver que el "pulmón del mundo" sigue siendo baleado, sigue el sufrimiento y la deforestación. Pero fue a partir de la intervención de Chico Mendes en la historia que todo el mundo abrió los ojos y se cobró conciencia del asesinato brutal y cobarde a que el ambiente es sometido. Ahora su historia es presentada en versión infantil.

Livro: A HISTÓRIA DE CHICO MENDES PARA CRIANÇAS - da Pedadoga e Escritora Fátima Reis*

El libro de la pedadoga y escritora Fátima Reis, único en su enfoque y muy necesario y las generaciones actuales para que puedan aumentar la conciencia ambiental de nuestra sociedad. Ya está en las librerías!

 

        

*Livro: A HISTÓRIA DE CHICO MENDES PARA CRIANÇAS - da Pedadoga e Escritora Fátima Reis*


*Caros amigos e leitores, apresento-lhes o livro acima, da Pedadoga e Escritora Fátima Reis, único em sua abordagem e tão necessário as gerações atuais para que possamos aumentar a consciência ambiental da nossa sociedade. Já está nas livrarias! Não perca tempo!
  
 

CHICO MENDES ESTÁ VIVO !

Renasce no jobiniano Jardim Botânico, Rio de Janeiro, a figura de um dos maiores brasileiros de todos os tempos: Chico Mendes (1944-1988). Desde 10 de fevereiro até 15 de março, o Sistema Fecomércio RJ (Sesc, Senac) apresenta a Exposição 20 Anos Sem Chico Mendes no Museu do Meio Ambiente, com curadoria de Elenira Mendes, sua filha e presidente da Fundação Chico Mendes.

Chamado de “Gandhi dos trópicos” pelo jornalista Zuenir Ventura e “Che Guevara da América Latina”, segundo o jornal The Guardian, as comparações reverberam a dimensão exata deste brasileiro extraordinário da História de nosso país. Quiçá, do mundo. A partir de sua corajosa luta pela causa dos seringueiros, contra o desmatamento da Amazônia, até o monstruoso assassinato em que perdeu a vida, a sua trajetória de anti-herói atingiu repercussão internacional. E aconteceu uma virada na História. Não que hoje a Amazônia esteja salva, basta abrir jornais e revistas que deparamos com ações descabidas e constatações absurdas de que o “pulmão do mundo” continua baleado, sofrendo (ainda) desmatamentos na calvíce que lhe restou. Mas foi a partir da sua interferência na História que todos abriram os olhos e se tocaram do bárbaro e covarde extermínio que o meio ambiente foi (e é) atingido.





PERFIL SÍNTESE

Nascido no seringal Porto Rico, Xapuri, em 15 de dezembro de 1944, Francisco Mendes Filho, o Chico, tornou-se seringueiro ainda criança, acompanhando o pai. Visionário que aprendeu a ler os 20 anos, foi à luta com determinação, unindo os interesses dos índios e seringueiros em defesa da floresta, defendendo a criação de reservas extrativistas que preservam as áreas indígenas, garantindo assim a reforma agrária desejada pelos seringueiros, e a produção auto-sustentável para as famílias da região.
Como líder sindical fundou em 1975 o Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Basiléia. No ano seguinte participou da lutas dos seringueiros para impedir desmatamentos e organizou várias ações em defesa da posse de terra.

Sempre perseguido por fazendeiros e políticos que o acusavam de incitar posseiros, sofreu prisões e até tortura. Em 1981 assume a direção do Sindicato de Xapuri. Foi vereador em 1978 mas não conseguiu se eleger como deputado. Com o surgimento do PT, Partido dos Trabalhadores, transformou-se em um dos seus fundadores e dirigentes no Acre. Participou de comícios e manifestações ao lado de Luiz Inácio da Silva. Sua luta atingiu reconhecimento internacional, recebendo da ONU, em 1987, o Premio Global 500.
Casado com Ilzamar e pai de dois filhos, Sandino e Elenira, Chico realizou alguns de seus sonhos ao assistir à criação das primeiras reservas extrativistas no Acre, e conseguir a desapropriação do Seringal Cachoeira, de Darly Alves de Souza, em Xapuri. Foi quando as ameaças de morte se tornaram freqüentes. Chico denunciou o fato às autoridades, deu nomes e pediu proteção policial. Nada aconteceu.
Em 22 de dezembro de 1988, um tiro de espingarda matou Chico Mendes na porta de sua casa. Darly Alves e seu filho Darci foram apontados como mandante e autor do crime, respectivamente. Em 1990 foram condenados a 19 anos de prisão. Fugiram da prisão em fevereiro de 1993 e só foram recapturados três anos depois. Em setembro de 2008 a Justiça (sic) concedeu o direito de prisão domiciliar para Darly, hoje com 71 anos.


A EXPOSIÇÃO

Lembrar a corajosa trajetória de vida de Chico Mendes a essas alturas do campeonato é signo forte de lucidez. Mesmo não se tratando de uma comemoração, a Exposição 20 Anos Sem Chico Mendes torna-se oportuna em momento crucial para a causa ecológica.
Chico Mendes deve ser a maior inspiração para o Ministro Carlos Minc e seus colaboradores do Meio Ambiente, assim como a melhor referencia de um passado recente que fincou bandeira, e que deixou um rastro de coragem e de caminho percorrido.
A curadoria da Exposição é assinada por sua filha Elenira Mendes, cuja proposta é manter viva a sua memória de luta em defesa da floresta e mostrar para as novas gerações que todas as idéias do pai permanecem vivas. Além da exposição do acervo preservado pela Fundação Chico Mendes de objetos pessoais e prêmios recebidos pelo grande brasileiro, ações de conscientização de preservação ambiental estãos sendo realizadas no Museu do Meio Ambiente do Jardim Botânico por meio de contação de histórias. O livro Chiquinho e sua Turma de Walquiria Raizer, com ilustrações de Ziraldo, está sendo lançado, e narra os fatos ocorridos de maneira romanceada, transformados em fábula para o público infanto-juvenil.

Para a revista SESC-Rio, coordenada por Joel Ghivelder, onde pesquisamos sobre a Exposição, Elenira Mendes afirma que seus desafios atualmente são levar adiante o legado de Chico Mendes, mantendo viva sua memória, e prosseguir lutando. E sintetiza com sensibilidade: “Há uma frase dele de 1988 que diz o seguinte: “No começo achei que estava lutando para salvar seringueiras, depois a floresta amazônica, mas agora percebi que minha luta é para salvar a humanidade”... Eu tenho a sensação de que meu pai ainda vive. Ele vive no coração das pessoas que ainda sonham, que ainda lutam, das pessoas que estão na floresta, que ainda brigam para sobreviver.
Eu creio que meu pai ainda vive nos nossos corações”, arremata com a voz e o olhar serenos.




Bucaneiros de todas as gerações, uni-vos! É hora de oxigenar nossos corações, aplicar a garotada, e dar um rolé saudável no Jardim Botânico, a floresta do Tom, do D.João e, agora, do Chico.
 

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piu davide 11/07/2010 10:52



Los señores de la muerte han dicho sí, el árbol más bonito ha sido derribado, los señores de la muerte no quieren entender, no se mata la vida, la memoria queda.
Así el árbol cayendo, ha esparcido sus semillas y en cada rincón del mundo, nacerán selvas.
Pero salvar las selvas quiere decir salvar al hombre, porque el hombre no puede vivir entre acero y cemento, no habrá nunca paz, nunca verdadero amor, hasta que el hombre no aprenderá a respetar
la vida.
Por este el árbol derrocado no ha caído en vano, crecerán selvas y una nueva idea del hombre.
Pero larga será la calle y muchos los árboles derrocados, primera que la idea triunfa, sin que nadie muera, quizás un día hombre y selva vivirán junto, esperamos que sea todavía aquel día.
Si aquel día llegara, recordados de un amigo muerto por los indios y la selva, recordados de Chico.
Si aquel día llegara, recordados de un amigo muerto por los indios y la selva, recordados de Chico.