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El polvorín

Minería puede destruir turismo en Estado de Bahía / Mineração pode destruir o turismo no Estado da Bahia

30 Junio 2010 , Escrito por El polvorín Etiquetado en #Politica

 
 
 
 
  
Empresa Bahia Mineração (BAMIN, grupo Zamin Ferrous) amenaza
  
Zamin Ferrous proyecta exportar daño socioambiental a Uruguay con minas de fierro
 
 
Não temos nada contra um polo exportador de minério de ferro no litoral da Bahia. O que não se pode admitir em pleno século 21 é que para beneficiar uma única empresa asiática (a Bamin) esse complexo destrua um dos mais preciosos patrimônios ecológicos brasileiros, a Área de Proteção Ambiental da Lagoa Encantada.
 

Ministerio Público de Brasil critica proyecto minero

Posted Junio 20, 2010 by subsuelouruguayo in Minería, Notícias. Etiquetado:uruguay, valentines, hierro, zamin ferrous, brasil, Ilheus, bahia.

Los representantes del Ministerio Público Federal (MP) de Brasil y  grupos ambientalistas no gubernamentales criticaron el jueves 17 de junio la devastación ambiental que debe ser causada por la aplicación del Complejo Portuario-Sur, de minería, en Bahia, Brasil.

 

La empresa Bahia Mineração ( BAMIN del grupo Zamin Ferrous), sin embargo, fue defendida por diputados de Bahía, durante una audiencia pública en la Comisión de Medio Ambiente y Desarrollo Sostenible.

El Complejo Portuario Sur pretende llevar minerales de la zona  – su logística incluye puertos, aeropuertos, ferrocarril y terminales de carga -  la base será en Ilhéus, al sur de Bahia.

La empresa debe ser instalada en el área de la región de Ponta da Tulha, Praia do Norte.

La ausencia de representantes del Gobierno del estado do Bahia – que dijo no tener datos para responder a las preguntas de los parlamentares – y de Bahia Mineração (Bamin –empresa del grupo Zamin Ferrous que proyecta crear minas de hierro em Uruguay, concentró el debate y las críticas al proyecto  durante el encuentro.

La devastación de la zona, dice el Ministério Público de Brasil, fue destacada por los estudios de impacto ambiental encargados por la propia compañía, que confirmó la existencia de especies en peligro de extinción en la región, inserta en el Área de Protección Ambiental (APA) de Lagoa Encantada.

 

El Fiscal de Distrito de Ilhéus, Eduardo El Hage, presentó Acción de Amparo Civil Pública contra la empresa Bahia Mineração

 

Eduardo El Hage denuncia que se está privatizando la ganancia y socializando las pérdidas

Fiscal tratará que el proyecto no salga del papel.

Bahia Mineração pone en peligro la vegetación protegida del Bosque Atlántico


El Fiscal de Distrito de Ilhéus, Eduardo El Hage, dijo que es contrario al proyecto y han presentado una acción civil pública para poner fin a la concesión de licencias ambientales. Entre los argumentos es que la vegetación típica del Bosque Atlántico de la región, cuenta con protección constitucional.

Según El Hage, el Instituto Brasileño de Medio Ambiente y Recursos Naturales (IBAMA) aún analiza los estudios presentados, y NO HAY autorización para el inicio de las obras. “Si depende de la acción del MP, el proyecto no saldrá del papel. No hay interés público, apenas de multinacionales privadas “, dijo. “Ellos están privatizando la ganancia y socializando las pérdidas”.

 

Turismo sería herido de muerte en Bahía
Los empresarios bahianos que invierten en el turismo atacaron el cambio en el enfoque económico de la región. Para los empresarios bahianos, el puerto minero generaría pocos puestos de trabajo y además puede poner en peligro el trabajo del turismo.

“El simple anuncio de la construcción del puerto minero suspendió emprendimientos de inversión importantes, que estaban seguros con el turismo”,  dijo el presidente de la Asociación de Turismo de Ilhéus, Luigi Massa.

El potencial turístico de la región también fue defendido por el representante de Conservation International y director de políticas públicas del movimiento  “SOS Mata Atlántica”, Mario Montovani. Para cumplir con esta vocación turística, dijo Montovani, necesitamos proteger los recursos naturales. “La región puede llegar a ser el mejor producto de turismo en este país”, dijo.

 

Evaluación Ambiental
La evaluación Ambiental Estratégica para la construcción del complejo Bahía Sur, encargado por la Secretaría de Medio Ambiente de Bahía, sólo debe ser concluida en noviembre. Pero según el profesor Luiz Coimbra del Instituto de Estudios de Posgrado e Investigación en Ingeniería de la UFRJ (COPPE) y coordinador del análisis sistemático, Emilio La Rovere, el ideal era la conclusión del documento ANTES de definir dónde instalar la empresa.

“Pero el estudio no pretende cubrir o justificar la decisión de construir el complejo en la región. La evaluación es independiente y proporcionará información a la sociedad, independientemente de quién la pague “, dijo.

De acuerdo con La Rovere El proceso de evaluación ambiental estratégica no es obligatorio, pero subsidia las decisiones para la construcción de escenarios que consideraN el futuro de la zona, con y sin el proyecto.

nota original aqui

Traducción: angélica seguí

via Ação Ilheus

 

Ministério Público de Brasil critica proyecto minero « Subsuelo ... 20 Jun 2010 ... Ministério Público de Brasil critica proyecto minero · Zamin Ferrous no se presenta a llamado de gobierno en Brasil · Proyecto Aratirí: ...
subsuelouruguayo.wordpress.com/.../ministerio-publico-de-brasil-critica-proyecto-minero/ - En caché 

 

 

 

MP e ONGs criticam devastação ambiental em complexo de minérios em Ilhéus 

Escrito por Agência Câmara  Sex, 18 de Junho de 2010 -  Representantes do Ministério Público Federal (MP) e de organizações não governamentais ambientalistas criticaram nesta quinta-feira a devastação ambiental que, segundo eles, será provocada com a implantação do Complexo Porto-Sul, de mineração, na Bahia. O empreendimento, no entanto, foi defendido por deputados baianos, durante audiência pública na Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável. 

O complexo de escoamento de minérios – que inclui porto, aeroporto, ferrovia e terminais de carga – deve ser construído no município de Ilhéus, no sul do estado. O empreendimento deve ser instalado em área na região de Ponta da Tulha, na Praia do Norte. 

A ausência de representantes do Governo da Bahia – que alegou ainda não ter dados para responder aos questionamentos dos parlamentares – e da Bahia Mineração Ltda. (Bramin), empresa que vai explorar as minas, concentrou o debate nas críticas ao complexo. 

A devastação da vegetação local, afirma o MP, foi apontada por estudos de impacto ambiental encomendados pela própria empresa construtora, que confirmaram a existência de espécies em extinção na região, inserida na Área de Proteção Ambiental (APA) Lagoa Encantada. 

Ação civil pública
O procurador da República de Ilhéus, Eduardo El Hage, disse que é contrário ao empreendimento e já entrou com ação civil pública para frear a concessão de licenças ambientais. Entre os argumentos, está o de que a Mata Atlântica, vegetação típica da região, tem proteção constitucional.

Segundo El Hage, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) ainda analisa os estudos apresentados, e não há autorização para o início das obras. “Se depender da ação do MP, o projeto não sairá do papel. Não há interesse público, mas apenas de multinacional privada”, disse. “Estão privatizando o lucro e socializando o prejuízo.” 

Turismo
Empresários locais que investiram no turismo atacaram a alteração do foco econômico da região. Para o segmento, além de gerar poucos empregos, o porto pode comprometer o trabalho dos que vivem do turismo.

“O simples anúncio da construção de porto de minério suspendeu empreendimentos importantes que estavam assegurados com o turismo”, afirmou o presidente da Associação de Turismo de Ilhéus, Luigi Massa. 

A vocação turística da região também foi defendida pelo representante da Conservação Internacional e diretor de Políticas Públicas da SOS Mata Atlântica, Mário Montovani. Para cumprir essa vocação, destacou Montovani, é preciso proteger as riquezas naturais. “A região pode se tornar o melhor produto turístico deste País”, argumentou. 

Avaliação ambiental
A avaliação ambiental estratégica para construção do Complexo Bahia Sul, encomendada pela Secretaria de Meio Ambiente baiana, só deve ser concluída em novembro. Mas de acordo com o professor do Instituto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia da UFRJ (Coppe) e coordenador da análise sistemática, Emílio La Rovere, o ideal era a conclusão do documento antes que se definisse onde instalar o empreendimento.

“Mas o estudo não tem por objetivo dar cobertura ou justificar a escolha de se construir o complexo na região. A avaliação é independente e vai fornecer informações para a sociedade, independente de quem a financie”, garantiu. 

Segundo La Rovere a avaliação ambiental estratégica não é processo obrigatório, mas subsidia as decisões por construir cenários em que considera o futuro da região com e sem o empreendimento. 

http://www.acaoilheus.org/news/2216-mp-e-ongs-criticam-devastacao-ambiental-em-complexo-de-minerios-em-ilheus

  

  

Porto Sul?

Não temos nada contra um polo exportador de minério de ferro no litoral da Bahia. O que não se pode admitir em pleno século 21 é que para beneficiar uma única empresa asiática (a Bamin) esse complexo destrua um dos mais preciosos patrimônios ecológicos brasileiros, a Área de Proteção Ambiental da Lagoa Encantada. E nem que rompa o equilíbrio social e econômico de toda a região para que os chineses tenham minério de ferro mais barato.

  

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