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El polvorín

Retoman en Brasil búsqueda de restos de desaparecidos de última dictadura

24 Febrero 2011 , Escrito por El polvorín Etiquetado en #Politica

 

  • A finales del pasado noviembre fueron halladas 16 osamentas. (Foto: Prensa Latina):

Peritos brasileños retomaron este martes la búsqueda de restos mortales de presos políticos desaparecidos durante la dictadura militar (1964-1985) y que habrían sido asesinados y enterrados en el cementerio de Vila Formosa en Sao Paulo (sureste).

El jefe del área de medicina forense del Instituto de Criminalística Federal, Jeferson Evangelista Correa, manifestó que si los datos disponibles resultan suficientes para la identificación, el trabajo termina en este paso y manifestó que resulta necesario el examen de ADN.

Precisó que el análisis de las osamentas encontradas es lento, pues cada una requiere un análisis de unas cuatro horas para catalogar todas sus características y además ser tratados con sumo cuidado debido a la fragilidad tras 40 años enterrados.

A finales de noviembre fueron halladas 16 osamentas luego de abrir un osario clandestino existente en Sao Paulo, pero los trabajadores fueron interrumpidos el 3 de diciembre de 2010.

  • El pasado 14 de febrero, se instaló en el Instituto Médico Legal (IML) una sala de estudios para identificar los restos. (Foto: Archivo).


La búsqueda en nuevas sepulturas estaba prevista para este lunes, sin embargo fue aplazada debido a una intensa lluvia.

La Policía Federal instaló en el Instituto Médico Legal (IML) una sala de estudios para identificar los restos encontrados.

Las autoridades locales adelantaron que entre las osamentas halladas hasta ahora pudiera estar la de Sergio Correia, militante de Acción Nacional Libertadora, uno de los grupos insurgentes creados para enfrentar al régimen militar que dominó Brasil entre 1964 y 1985.

En la sala de estudios dos médicos y dos dentistas de la Policía Federal y del IML van a examinar, medir, fotografiar y catalogar las osamentas.

Esos datos serán comparados con los del banco de la Secretaría de Derechos Humanos de la Presidencia para ver si coincide con los de alguno de los 100 desaparecidos políticos registrados.

La búsqueda de los restos de los luchadores contra la dictadura desaparecidos es conducida por un grupo formado por representantes del Ministerio Público Federal, de la Comisión Especial sobre Muertos y Desaparecidos Políticos, del Instituto Nacional de Criminalística del Departamento de Policía Federal y del IML.

El pasado 14 de febrero la Policía Federal de Brasil comenzó a emplear  una base de datos especialmente creada para identificar los cadáveres de las víctimas.

La base de datos funcionará en conjunto con el IML y cuenta con especialistas en pruebas genéticas de identificación de cadáveres, que analizarán los cuerpos no identificados que están sepultados.

La búsqueda en nuevas sepulturas estaba prevista para este lunes. (Foto: Archivo).

Hasta ahora, los crímenes de la dictadura continúan siendo un tema delicado en Brasil, en  2010 cuando el entonces presidente, Luiz Inácio Lula da Silva afirmó que los delitos serían investigados, los jefes militares amenazaron con renunciar si se llevaban a cabo.

Para esa época, los medios locales reseñaron que temían que la investigación llevara a debatir la ley de Amnistía que, desde 1979, ha prohibido toda persecución legal a los militares que hayan cometido torturas y violaciones de Derechos Humanos.

 

teleSUR-Prensa Latina/ nh-MM

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simon rodriguez 02/24/2011 21:50




























dos restos mortais.

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cut-se.org.br





No caso de Vila Formosa,

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redebrasilatual.com.br





de ossadas em Vila Formosa

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juntosomos-fortes.blogspot.com





no cemitério Vila Formosa,

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periciacriminal.com







 


                   


 


                  


 



simon rodriguez 02/24/2011 21:45






 


*TORTURA ORDEM E PROGRESSO*


MPF quer exumar corpo de comandante Jonas







João Peres



O Ministério Público Federal espera realizar na quinta-feira, dia 2, a exumação dos restos mortais de Virgílio Gomes da Silva, o comandante Jonas, enterrado
no Cemitério de Vila Formosa, na zona leste de São Paulo. O trabalho, realizado em conjunto por MPF e Comissão sobre Mortos e Desaparecidos Políticos, vinculada à Secre-taria de Direitos
Humanos da Presidência da República, teve início na segunda-feira, dia 29.



As equipes da Polícia Federal conseguiram, após três dias de trabalhos, reconstituir a localização original dos túmulos, antes da descaracterização
promovida, na década de 1970, por agentes da ditadura militar. Acredita-se que Virgílio foi enterrado ali em 1969, logo após ser morto durante sessão de tortura. O comandante Jonas foi
responsável pela coordenação política do sequestro do então embaixador dos Estados Unidos, Charles Elbrick.



Na ocasião, os agentes do regime fizeram grande esforço para descaracterizar o cemitério, com mudança na numeração, reposicionamento de quadras e plantio de
árvores sobre túmulos. Agora, com ajuda de uma retroescavadeira, os policiais conseguiram localizar corpos cujas lápides foram retiradas e, na prática, deixaram de aparecer nos registros. Com
isso, foi possível restaurar a contagem e indicar a provável localização do túmulo de Virgílio.



O sucesso da operação, no entanto, ainda depende de alguns fatores. Em primeiro lugar, é preciso saber se os restos de Virgílio não foram, em algum momento,
transferidos para um ossário coletivo. Além disso, caso estejam no local, a possibilidade de identificação do material genético depende de como os ossos estão acondicionados – se estiveram em
contato direto com a terra durante todas estas décadas, são reduzidas as chances de êxito.



Outros avanços


Ao mesmo tempo, as equipes descobriram mais restos mortais em um ossário clandestino que ficava em frente à Quadra 1 do cemitério. Na terça-feira, dia 31, os
peritos haviam, após escavarem quase dois metros, chegado a um conjunto de ossadas acondicionadas em sacos plásticos que, provavelmente, eram posteriores ao período da repressão.



Nesta quarta, dia 1º, após retirar mais dezenas de sacos destas ossadas, foi encontrado um material sem nenhum tipo de identificação ou separação. Pode ser a
confirmação da hipótese que se aventava desde o começo das buscas, indicando que ali funcionou um ossário que abrigou os restos de presos políticos.



“Teremos de avaliar como será feita a retirada dos ossos daquele local. Devido à umidade da terra, a conservação do material está muito ruim”, relatou Ivan
Seixas, da Comissão sobre Mortos e Desaparecidos, à reportagem.



Via Rede Brasil Atual