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El polvorín

Brasil: Salario mínimo: a bofetada na cara dos trabalhadores

28 Febrero 2011 , Escrito por El polvorín Etiquetado en #Politica

Brasil: Salario mínimo: a bofetada na cara dos trabalhadores
2011-02-21 - abpnoticias -Nota Política do PCB-
Os trabalhadores brasileiros assistiram desapontados, mais uma vez, o anúncio do novo salário mínimo de 545 reais. A presidenta Dilma, durante a campanha eleitoral, como num samba de uma nota só, não cansou de propagandear, a exemplo de Lula, o crescimento econômico do país como sendo o jamais visto na história. O aumento de 510 para 545 reais (6,87%), foi uma verdadeira bofetada na cara do povo brasileiro.
A grande maioria da população esperava, diante do alardeado crescimento, que o atual governo tivesse sensibilidade social para dar início à recomposição das perdas salariais das últimas décadas. Existe gordura econômica suficiente para dar ganhos reais ao salário mínimo de forma que os trabalhadores pudessem ver melhor atendidas as suas necessidades de morar, se alimentar e vestir, além de ter acesso a lazer, cultura e saúde. Como previa o decreto que deu origem ao salário mínimo há mais de 50 anos.

Qualquer exercício de economia doméstica, por mais primário que seja, revelará que o novo valor a ser pago não garante vida digna para uma família de quatro pessoas. Foi com essa compreensão que, em dezembro de 2010, o DIEESE anunciou que R$ 2.227,53 seria o valor mínimo necessário para dar dignidade às famílias dos trabalhadores.

As profundas modificações ocorridas no mercado de trabalho, por conta do processo de expansão das relações capitalistas nos últimos anos, responsáveis por aprofundar a depreciação do valor da força de trabalho e das condições laborais, ampliaram a presença de empregos e subempregos informais, precários e temporários no conjunto da população ocupada. Alguns estudos apontam que a renda dos 25% mais pobres tem alta correlação com o valor do mínimo. E mesmo fora do alcance da lei, a remuneração dos assalariados sem carteira, autônomos e empregados domésticos é fortemente influenciada pelo valor do salário mínimo. O mesmo acontece com os rendimentos de aposentados, pensionistas e funcionários públicos de baixa renda.

O governo federal insiste no desequilíbrio das contas públicas como o principal obstáculo para a majoração do salário mínimo. Trata-se, inteligentemente, do uso de pesos e medidas distintos para abordar as causas do déficit público no Brasil. A enorme dívida pública, o pagamento de juros estratosféricos e ainda o socorro a entidades financeiras privadas, resultam numa gigantesca transferência de renda para os credores do Estado, para a iniciativa privada, em nome de uma estabilidade econômica que prioriza descaradamente os lucros.

Quando se discute o salário mínimo, os parâmetros são outros. Só são apresentados, de forma exagerada, os impactos do aumento do salário mínimo, sem relacioná-los com o crescimento do orçamento e do PIB. Com esta manipulação, deixa-se de debater os principais impactos do aumento, ou seja, quais transferências são mais significativas do ponto de vista social. Aquelas que se concentram nos credores do Estado (bancos, empresas, ricos, classe média alta) ou aquelas que afetam diretamente a renda de dezenas de milhões de brasileiros?

A indignação popular com o novo salário mínimo cresce quando se compara com o verdadeiro assalto aos cofres públicos que foi o reajuste de 60% nos salários dos parlamentares, aprovado recentemente pelo mesmo Congresso Nacional que reajustou o novo piso em cerca de 6%.  Dá para imaginar quão maior seria essa indignação, se fosse do conhecimento de todos o lucro obtido pela agiotagem oficial dos banqueiros somente com os pagamentos de juros da dívida interna efetuados com parte das verbas da União nos últimos governos.

Não é necessário, no entanto, nenhum instituto de criminalística para identificar os donos das digitais dos que promovem insistentemente criminosas desumanidades com os trabalhadores. Os que aprovaram tanto o esquálido salário mínimo para o ano de 2011, bem como a mordida dos vampiros no orçamento para pagar os juros da dívida pública são os mesmos que recebem somas bilionárias para gastar com suas eleições, na compra de votos, contratação de cabos eleitorais e com as agências de publicidade encarregadas de iludir a classe trabalhadora. Representam todos os interesses do grande capital e, mesmo que se apresentem como defensores de uma lenta e gradual melhoria das condições de vida das massas e dos “excluídos”, contribuem efetivamente para consolidar a hegemonia burguesa em nosso país.

As digitais são dos gerentes do Plano de Aceleração Capitalista (PAC), no Executivo e no Legislativo e das entidades sindicais governistas. São da presidenta Dilma e seus ministros e dos partidos da base de sustentação do governo (PT, PCdoB, PMDB, PDT, PSB, PTB, entre outros).

Não podem deixar de ser citados também os Partidos declaradamente guarda-costas da rapinagem capitalista (PPS, PSDB, DEM, etc.) que tentaram jogar para a plateia sugerindo outros valores para o mínimo. O cinismo destes é do tamanho do desmonte e sucateamento do patrimônio público que promoveram, ao entregaram a preço de banana as estatais brasileiras, no processo de privatizações.  São todos farinha do mesmo saco de maldades.

Os comunistas entendemos que aos Partidos e demais organizações comprometidas com a luta contra a ordem capitalista e pela construção da sociedade socialista cabe a dura tarefa de ir além do denuncismo e do economicismo. É preciso organizar a classe trabalhadora. Na guerra entre o capital e trabalho não pode haver trégua. O fogo concentrado dos inimigos está direcionado para os direitos e a rede de proteção social do povo que trabalha ou está desempregado ou aposentado. A disputa da hegemonia neste momento passa, necessariamente, pela construção de uma Frente Anticapitalista e Antiimperialista que construa um sistema de alianças capaz de dar protagonismo àqueles que nada mais têm a perder, de forma que possam tomar a história em suas mãos e edificar a sociedade justa, fraterna e igualitária. Nessa tarefa estaremos juntos.

Fevereiro de 2011
PARTIDO COMUNISTA BRASILEIRO
Comissão Política Nacional
Traducción con Google Chrome
21/02/2011 - Los trabajadores brasileño asistió decepcionado, una vez más, el anuncio del nuevo salario mínimo de 545 reales. Dilma El presidente, durante la campaña electoral como una samba de una sola nota, no está cansado de la propaganda, como el de Lula, el crecimiento económico del país como nunca antes visto en la historia. El aumento de 510 a 545 reales (6,87%) fue una bofetada en la cara verdadera del pueblo brasileño.
La gran mayoría de personas que se espera antes de que el cacareado crecimiento, el actual gobierno tiene sensibilidad social para comenzar la restauración de los salarios caídos en las últimas décadas. Hay económica de grasa suficiente para dar beneficios reales a los salarios mínimos para que los trabajadores podrían ver mejor satisfagan sus necesidades para vivir, alimentarse y vestirse, y tener acceso al ocio, la cultura y la salud. Según lo previsto por el decreto que dio origen al salario mínimo para los más de 50 años.

Cualquier ejercicio de la economía nacional, sin embargo, es primaria, revelan que el nuevo importe a pagar no garantiza una vida digna para una familia de cuatro. Fue con este entendimiento que, en diciembre de 2010, anunció DIEESE R $ 2,227.53 sería el mínimo necesario para dar dignidad a las familias de los trabajadores.

Los profundos cambios que ocurren en el mercado de trabajo, debido al proceso de expansión de las relaciones capitalistas en los últimos años, responsable de la mayor depreciación en el valor del trabajo y las condiciones de trabajo, el aumento de la presencia de puestos de trabajo informal y el subempleo, la precariedad y temporales en la población ocupada total. Algunos estudios indican que los ingresos de los más pobres el 25% tiene alta correlación con el valor del salario mínimo. E incluso fuera del alcance de la ley, la remuneración de los asalariados sin los trabajadores formales, independientes y domésticos está fuertemente influenciada por el salario mínimo. Lo mismo se aplica a los ingresos de los jubilados, los pensionistas y los funcionarios civiles de bajos ingresos.

El gobierno federal insiste en el desequilibrio de las finanzas públicas como el principal obstáculo para el aumento del salario mínimo. Es inteligente uso de diferentes pesos y medidas para abordar las causas del déficit público en Brasil. La enorme deuda pública, pagando altas tasas de interés e incluso el rescate de entidades financieras privadas, dando lugar a una transferencia masiva de ingresos a los acreedores del Estado, a la iniciativa privada, en nombre de una estabilidad económica que da prioridad a los beneficios descaradamente.

Al discutir el salario mínimo, los parámetros son diferentes. Todos se presentan de una manera exagerada, los impactos del aumento del salario mínimo, pero no los asocia con el crecimiento del presupuesto y del PIB. Con esta manipulación, a continuación, permiten discutir los principales impactos del aumento, es decir, las transferencias, que son más importantes desde un punto de vista social. Aquellos que se centran en acreedores del Estado (bancos, corporaciones, la clase rica, media-alta) o los que afectan directamente los ingresos de decenas de millones de brasileños?

La indignación popular con los aumentos de nuevo salario mínimo en comparación con el asalto real en las arcas públicas fue el reajuste del 60% de los sueldos de los parlamentarios, recientemente aprobado por el mismo Congreso que reajusta el nuevo piso en cerca de 6%. ¿Puede usted imaginar cuánto mayor sería este ultraje, si el conocimiento de todos los beneficios obtenidos por la usura de la banca oficial "sólo con el pago de intereses sobre la deuda interna del dinero obtenido con la Unión durante los gobiernos anteriores.

No es necesario, sin embargo, ningún instituto forense para identificar a los propietarios de la tecnología digital con insistencia que promueven la inhumanidad penal a los trabajadores. Los que pasaron tanto el salario de vida miserables para el año 2011, así como la mordedura del vampiro en el presupuesto para pagar intereses sobre la deuda pública son las mismas cantidades que reciben miles de millones para gastar en sus elecciones, la compra de votos, la contratación de los cables elección y agencias de publicidad a cargo de engañar a la clase obrera. Representan todos los intereses de las grandes empresas e incluso se hacen pasar por defensores de una mejora lenta y progresiva de las condiciones de vida de las masas y los "excluidos" contribuir eficazmente a consolidar la hegemonía de la burguesía en nuestro país.

Si las huellas dactilares de los gestores del capitalismo Plan de Aceleración (PAC), el Ejecutivo y la Legislatura y los sindicatos de los partidarios del gobierno. Dilma es el presidente y sus ministros y la base de apoyo del partido del gobierno (PT PCdoB, el PMDB, PDT, PSB, PTB, etc.)

No se puede dejar de ser nombrado partes, asimismo, una escolta de la rapacidad capitalista (PPS, PSDB, DEM, etc.) ¿Quién trató de jugar al público sugerido otros valores para el mínimo. El cinismo de estos es el tamaño del desmantelamiento y desguace de los bienes públicos que han promovido, a un precio dado el estado brasileño en el proceso de privatización. Están todos en el mismo saco del mal.

Los comunistas creen que los partidos y otras organizaciones comprometidas con la lucha contra el orden capitalista y la construcción de la sociedad socialista es una tarea difícil ir más allá de la denuncia y el economismo. Hay que organizar a la clase obrera. En la guerra entre el capital y el trabajo no puede ser una tregua. El fuego concentrado del enemigo se dirige a los derechos y la red de protección social de los trabajadores o desempleados o jubilados. La disputa en el momento de la hegemonía implica necesariamente la construcción de un Frente Antiimperialista y el sistema anti-capitalista que se basa una alianza capaz de dar importancia a aquellos que no tienen nada que perder, así que puede tomar la historia en sus manos y la construcción de la sociedad la justicia, la fraternidad y la igualdad. En esta tarea vamos a estar juntos.

02 2011
PARTIDO COMUNISTA DE BRASIL
Comité Nacional de Política

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