CUMBRE CLIMÁTICA INDÍGENA: NO A REPRESA DE BELO MONTE EN LA AMAZONÍA
Panorámica de la construcción de la gran represa de Jirau en Rondônia, sobre el río Madeira. Puede verse como la selva se vuelve una pampa pelada.
Manifiesto Internacional en defensa de la Amazonía y en contra de la construcción de la Hidroeléctrica de Belo Monte
Nosotros, las organizaciones que forman parte de la Vía Campesina
Internacional, simpatizantes y amigos de la Via, reunidos en "La Conferencia Mundial de los Pueblos sobre Cambio Climático y los Derechos de la Madre Tierra", en Bolivia, estamos apoyando la lucha contra el proyecto de la hidroeléctrica de Belo Monte en Brasil . Dado lo anterior, nos manifestamos públicamente, con carácter internacional, en defensa de la Amazonía y en contra de la construcción de la gran represa de Belo Monte | Brasil, que está siendo subastada por el gobierno brasileño esta semana.Entendemos que hay una ofensiva en curso, en todo el mundo, de las grandes empresas, para apropiarse de los recursos naturales estratégicos en todos los países, tales como agua, energía, tierra, biodiversidad y minerales, a través de “grandes proyectos de desarrollo”. Estos grandes proyectos son de intereses de las empresas transnacionales y en contra de los intereses de los pueblos, ya que reflejan la pérdida de soberanía energética y alimentaria. Por lo tanto, hemos hecho un compromiso internacional para denunciar y luchar contra esta lógica que tiene como único objetivo la búsqueda de beneficios.
La región amazónica es una de las regiones más ricas del mundo, con gran diversidad, la mayor reserva mundial de agua, minerales, biodiversidad, tierra, petróleo, gas, entre otros. Al contar con esta diversidad de riquezas naturales, y por ser una de los últimos territorios con gran cantidad de recursos naturales, está en el centro de cualquier proyecto de las transnacionales.
En el caso de la energía hidroeléctrica, servirá para ser utilizada para alimentar la industria electro-intensiva exportadora (de aluminio, celulosa, fierro, etc), consideradas de las más contaminantes del mundo.
En cuanto al proyecto de construcción de la hidroeléctrica de Belo Monte, en la región amazónica, nuestra posición es en contra y tenemos la esperanza de que se cancele definitivamente esta obra. Si esta represa se construye, entregará parte del control del Amazonas a las transnacionales y al mismo tiempo, causará uno de los mayores desastre sociales y ambientales.
Así que les pedimos a las autoridades revisar el proyecto de construir la represa, y que se establezca un amplio debate de esta cuestión y de la cuestión energética, involucrando a amplios sectores de la sociedad.
Instamos por último a todos losl pueblos, a los movimientos y organizaciones a continuar sus luchas, a mostrar su solidaridad en defensa de la Amazonía y en contra de hidroeléctrica Belo Monte.
Globalicemos la lucha, globalicemos la esperanza.
La Via Campesina, Presentes en Cochabamba - Bolívia
28 países, 120 personas de 57 organizaciones
De 19 a 22 de abril aconteceu em Cochabamba, na Bolívia, a “Conferência Mundial dos Povos sobre Mudanças Climáticas e os Direitos da Mãe Terra”. Organizações populares do mundo inteiro participaram para debater sobre as conseqüências do sistema capitalista sobre as mudanças climáticas e a luta a ser travada pelas organizações sociais e populares.
Um dos temas debatidos pela Via Campesina internacional, reunida naquele país, foi a construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte. Na oportunidade, 120 pessoas, vindas de 28 países e integrantes de 57 organizações escreveram um manifesto posicionando-se contrários à construção da barragem. Segundo Gilberto Cervinski, do Movimento dos Atingidos por Barragens, que esteve em Cochabamba, o manifesto é o avanço da internacionalização da luta contra Belo Monte.
Nós, organizações que fazem parte da Via Campesina Internacional, apoiadores e amigos da Via, reunidos na “Conferencia Mundial dos Povos sobre Mudanças Climáticas e os Direitos da Mãe Terra”, na Bolívia, estamos acompanhando a luta contra a hidrelétrica de Belo Monte no Brasil. Diante disso, vimos nos manifestar publicamente, em caráter internacional, em defesa da Amazônia e contra a construção da Barragem de Belo Monte|Brasil, que está sendo leiloada pelo Governo Brasileiro nesta semana.
Entendemos que está em curso uma ofensiva mundial das grandes empresas para apropriar-se dos bens naturais estratégicos em todos os países, como a água, a energia, a terra, a biodiversidade e os minérios, através de “grandes projetos de desenvolvimento”. Estes grandes projetos de interesses das transnacionais são contra os interesses dos povos, porque refletem na perda de soberania energética e alimentar. Por isso, temos assumido um compromisso internacional de denunciar e lutar contra esta lógica que tem como único objetivo a busca do lucro.
A região amazônica é uma das regiões mais ricas do mundo, com enorme diversidade, as maiores reservas mundiais de água, minérios, biodiversidade, terras, petróleo, gás, entre outros. Por ter essa diversidade de riquezas naturais, e por ser um dos últimos territórios com grandes quantidades de bases naturais, está no centro de todo e qualquer projeto das transnacionais.
No caso da energia das hidrelétricas, tem servido para ser usada para alimentar a indústria eletrointensiva exportadora ( de alumínio, celulose, ferro, etc), considerada uma das mais poluidoras do mundo.
Em relação ao projeto de construção da hidrelétrica de Belo Monte, na Região Amazônica, nossa posição é contrária e esperamos que se cancele definitivamente este plano. Caso esta obra seja construída, entregará parte da Amazônia ao controle das transnacionais e ao mesmo tempo causará um dos maiores desastres sociais e ambientais.
Assim solicitamos às autoridades responsáveis que revejam este procedimento de tentar construir esta obra, e se estabeleça um amplo debate sobre esta questão e a questão energética envolvendo os amplos setores da sociedade.
Conclamamos finalmente a todo o povo e aos movimentos e entidades a continuarem suas lutas, a se solidarizarem em defesa da Amazônia e contra a hidrelétrica de Belo Monte.
Globalizemos a luta, globalizemos a esperança.
28 países, 120 pessoas de 57 organizações
UHE Santo Antônio, canteiro industrial

Deforestación causada por la hidroeléctrica Jirau en el área de conservación Rio Vermelho, antes de la concesión de la licencia del gobierno estatal, junio 2009.
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