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El polvorín

Rio Ribeira de Iguape: Em defesa do último rio de grande porte do Estado de São Paulo

17 Mayo 2010 , Escrito por El polvorín Etiquetado en #Politica

  
  
Em defesa do último rio de grande porte do Estado de São Paulo que corre livre em todo seu curso, o Rio Ribeira de Iguape!!
 
 
MOVILIZACIONES EN DEFENSA DEL RIO RIBERA DE IGUAPÉ, EL ÚLTIMO GRAN RÍO DE  SAO PAULO QUE CORRE LIBRE, SIN REPRESAS Y QUE QUIERE SER EMBALSADO PARA BENEFICIO DE UNA TRASNACIONAL DEL ALUMINIO, PERJUDICANDO A TODO EL PUEBLO Y AL ECOSISTEMA
 
  

18/03/2009 Manifestação contra Tijuco Alto reúne mais de mil pessoas em Adrianópolis (PR)

 
 
TIERRA SI, REPRESAS NO
 
La Compañía Vale do Rio Doce, a través de su grupo de empresas para el sector de aluminio, Aluvale. Esas tres empresas localizadas en el Estado de Pará, en el norte de Brasil, son:
  • Mineração Rio do Norte (MRN), productora de bauxita (localizada en los márgenes del río Trombetas, en el municipio de Oriximina, Estado de Pará);
  • Alunorte, productora de alúmina y localizada en el municipio de Barcarena, a 40 km de Belem y 300 km de la hidroeléctrica de Tucuruí; y
  • Albras, productora de lingotes de aluminio, también localizada en el municipio de Barcarena, al lado de Alunorte.

Agricultores familiares, comunidades quilombolas e comunidades Guarani, organizações da sociedade civil, moradores da região e estudantes protestaram no último sábado, 14/3, contra o projeto da Companhia Brasileira de Alumínio (CBA) de barrar o Rio Ribeira de Iguape, no Vale do Ribeira (SP e PR).

Na data em que se comemora o Dia Mundial de Luta contra Barragens, 14 de março, o Movimento dos Ameaçados por Barragens, do Vale do Ribeira (SP), promoveu uma caminhada de dois quilômetros para protestar contra o projeto de construção da hidrelétrica de Tijuco Alto. Agricultores familiares, comunidades quilombolas (Sapatu, Porto Velho, Mandira, Morro Seco, André Lopes, São Pedro, Abobral, Ilha Rasa, João Surrá, Praia Grande, Nhunguara, Galvão e Ivaporunduva), comunidades Guarani, movimentos da sociedade civil organizada, estudantes e moradores da região concentraram-se na praça central da cidade de Ribeira, do lado paulista do Vale do Ribeira e depois caminharam até Adrianópolis, do lado paranaense.

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LA JUVENTUD BRASILERA ESTA INVOLUCRADA EN EL MOVIMIENTO ANTI-REPRESAS

A multidão de cerca de 1500 pessoas de acordo com estimativa do MOAB, caminhou em direção a Adrianópolis e durante meia-hora, fechou a ponte que liga os dois municípios para reverenciar o Rio Ribeira de Iguape e manifestar sua preocupação e revolta contra o projeto de construção da barragem. Ao chegar em Adrianópolis, as pessoas seguiram para o Ginásio Poliesportivo Aníbal Curi, onde assistiram diversas apresentações culturais, como as duplas sertanejas Zé e Gervasio, Dino e Dile e Elvira e Aloísio de Eldorado.

Os jovens de Registro apresentaram uma batucada e os alunos da Escola Estadual Santa Barbara fizeram apresentações de musica, teatro e dança. Apresentaram-se ainda a cantora paranaense Maria Isabel de Palmeiras, o grupo de capoeira Macule Le, de Cananéia, o grupo de maracatu e percussão Batucajé, o grupo Flautinhas e a Banda de Nossa Senhora da Guia. Na organização da manifestação, o Moab contou com o apoio de representantes do Cedea – Centro de Estudos e Defesa e Educação Ambiental, da Associação Sindical dos Trabalhadores da Agricultura Familiar de Cerro Azul – PR (Astraf), do Cresol, do ISA, da CUT, do IAV, SINDCEAB, Coletivo Educador Lagamar e Coletivo jovem de Cananéia, além das comunidades quilombolas e guarani, e de agricultores familiares de Barra do Turvo.
 
 

El Quilombo dos Palmares fue un territorio libre de esclavitud ubicado en Brasil, integrado por varias aldeas, que existió entre 1580 y 1710, organizado de manera democrática por ex esclavos de origen africano y sus descendientes, aunque también existían mestizos y minorías blancas. Fue el mayor de los quilombos que existieron en Brasil, durante la colonización portuguesa. Inicialmente fue dirigido por el ex esclavo Ganga Zumba, y después por su sobrino, el cual fue conocido como Zumbi dos Palmares.

Quilombo es una palabra portuguesa de origen africano de la lengua quimbundu que pasó a designar en Brasil los emplazamientos donde vivían los ex esclavos que habían huido de las plantaciones y del dominio de los esclavistas portugueses. Agrupados y bajo la organización de un líder, podían enfrentarse con armas a los secuaces de los propietarios de tierras (llamados capitães do mato, capitanes de la selva) y hasta incluso a tropas organizadas. En el caso de Palmares, el Quilombo estaba compuesto por varias aldeas, algunas separadas por kilómetros de distancia.

 

 

 

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