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El polvorín

FABIO LUIS LULA DA SILVA, HIJO DEL PRESIDENTE DE BRASIL, LAVA Y ENJUAGA EL BILLETE DEL PADRE

14 Octubre 2010 , Escrito por El polvorín Etiquetado en #Politica

 
 
  

El joven Fabio Luis Lula Da Silva, hijo del Presidente, hace 5 años era un humilde empleado del Zoológico de Sao Paulo con un sueldo de 1,500 Reales o $ 750.00 dólares mensuales, pero este año acaba de comprar la "Fazenda" (Hacienda) Fortaleza, pagando por ella la bicoca de 47 millones de Reales ($24 millones de dólares).

 
 
 

Esta es la fabulosa hacienda Fortaleza, situada, en la región del Municipio de Valparaiso, en  Sao Paulo,Brasil, que ha sido comprada este año por uno de los nuevos millonarios brasileños. En este caso se trata del hijo del líder sindical, defensor de los pobres del  mundo y los parias de la tierra, el actual Presidente del Brasil, Luis Ignacio Lula Da Silva. postsabeiramar.blogspot.com/2010/08/o-suspeit... 

O suspeito enriquecimento do filho do Presidente!


El joven Fabio Luis Lula Da Silva, hijo del Presidente, hace 5 años era un humilde empleado del Zoológico de Sao Paulo con un sueldo de 1,500 Reales o $ 750.00 dólares mensuales, pero este año acaba de comprar la "Fazenda" (Hacienda) Fortaleza, pagando por ella la bicoca de 47 millones de Reales ($24 millones de dólares).

Se si sacan cuentas, se llega a la conclusión de que al avispado hijito de papá Lula Da Silva, ganando 1,500 Reales al mes, le llevaría 2,612 años para juntar los 47 millones de Reales, que pagó por esta "humilde" Fazenda.
Pero ahí no para todo. Esta hacienda que era propiedad del Sr. José Carlos Prat Cunha, criador de toros campeones y ganado cebú en dicha hacienda, y casualmente, después que la compró el hijo de Lula Da Silva, la hacienda fue la primera en recibir el certificado  de exportación de carne para Europa, según la revista Veja.
  
O negocião do Lulinha
 
VIROU CRISE
Juca Varella 

Fábio Luís, o Lulinha, montou a Gamecorp com dinheiro da Telemar e levantou suspeitas de favorecimento

Não é a primeira vez que um filho de Lula enfrenta questionamentos sobre supostos favorecimentos indevidos. Em 2004, a Telemar (atual Oi) pagou R$ 5 milhões para virar sócia da Gamecorp, empresa especializada em produzir programas de TV sobre jogos eletrônicos, fundada pelo biológo Fábio Luís da Silva, o Lulinha. Depois, a Telemar investiu outros R$ 5 milhões na sociedade com Lulinha. A Gamecorp era reconhecida como uma empresa promissora, mas o negócio levantou a suspeita de que a intenção da Telemar era se aproximar de Lula, já que muitas decisões importantes do setor de telefonia passam por suas mãos. Além disso, parte do capital da Telemar era do BNDES, uma instituição pública. Por esse motivo, dizem os críticos, o investimento na empresa de Lulinha seria imoral. revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI24...

  
 
 
 
 
 
 

Filho de Lula e Amada  Primogenito do presidente Lula (63) e de d. Marisa (58), Fabio Luis Lula da Silva (34) levou a namorada, Renata Moreira (32), de branco, e os pais dela, Jose Joaquim Moreira Filho e Maria Teresa Moreira (a esq.), para almozar em seu restaurante preferido, o Paris 6, do chef Isaac Azar (38), em Sao Paulo. Na ocasiao, Fabio conheceu a madrinha e tia da amada, Vera Moreira. www.caras.com.br/.../textos/fabio-luis-e-renata/

 
 
 
Como o filho do presidente se tornou sócio de uma gigante da telefonia sem tirar um único real do bolso

 



Clique para ampliar
OPERAÇÃO INTRINCADA
Metade dos 5 milhões de reais que a Telemar injetou na empresa de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha (acima, à esq.), e Kalil Bittar (acima) veio por meio de uma operação de emissão de debêntures (à esq.). Para especialistas, o grau de complexidade revelado na operação só tem uma justificativa: a Gamecorp e a Telemar não queriam que sua sociedade viesse a público


Fábio Luís Lula da Silva, de 30 anos, um dos cinco filhos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, experimentava, até 2003, uma situação profissional parecida com a de muitos brasileiros: a do subemprego. Formado em biologia, Lulinha, como é chamado pelos amigos, fez alguns poucos trabalhos na área (como uma monitoria no Zoológico de São Paulo, por exemplo), todos com baixa ou nenhuma remuneração. Para ganhar a vida, dava aulas de inglês e informática. Em dezembro de 2003, essa situação mudou. Fábio Luís começou uma carreira numa área que nada tem a ver com drosófilas ou pteridófitas: a do milionário mercado das agências de publicidade. Atualmente, o primeiro filho do casal Lula e Marisa Letícia da Silva é sócio de três empresas que, além de prestar serviços de propaganda (pelo menos no papel), produzem um programa de games para TV. Somados, os capitais das empresas ultrapassam os 5 milhões de reais. Individualmente, de acordo com sua participação societária, Fábio Luís tem 625.000 reais em ações – mais do que os 422.000 reais que seu pai presidente amealhou ao longo de toda a vida, segundo a declaração de bens que apresentou em 2002 ao Tribunal Regional Eleitoral. Melhor que tudo: nessa fulgurante trajetória, Fábio não teve de investir um único real. O negócio foi bancado quase que integralmente pela Telemar, a maior companhia de telefonia do país. Com base em documentos obtidos em cartórios de São Paulo, e em entrevistas com profissionais do setor, VEJA reconstituiu a história empresarial que segue.

 

No fim de 2003, Fábio Luís abriu em São Paulo a G4 Entretenimento e Tecnologia Digital. Trata-se de uma companhia da área de publicidade e propaganda, que detém a licença para reproduzir o conteúdo do canal americano G4, especializado em games. O negócio foi feito em sociedade com os irmãos Kalil Bittar e Fernando Bittar, filhos de um velho amigo de Lula, Jacó Bittar. Para quem não se lembra, Bittar é um ex-prefeito de Campinas, no interior de São Paulo, que foi um, digamos, pioneiro no PT. Ele terminou o mandato em 1992 alvejado por denúncias de corrupção e atualmente responde a pelo menos oito processos na Justiça. A G4 nasceu pequena, com um capital social inicial de 100.000 reais. Fábio entrou com 50.000 reais e os Bittar, que já atuavam no mercado havia doze anos, com 25.000 reais cada um. Mas nenhum deles precisou tirar dinheiro do bolso para montar a sociedade. "Esse capital será integralizado ao longo do ano", disse Kalil Bittar a VEJA. Fábio, apesar de ser o sócio majoritário da G4, preferiu não dar entrevista. Bittar, perguntado sobre a função do sócio na empreitada, respondeu: "O Fábio detona nos games, conhece todos".

O que se viu a partir da criação da G4 foi uma surpreendente ascensão. Em outubro do ano passado, no espaço de dez meses, a G4 – associada a outra empresa que atua no setor de propaganda, a Espaço Digital – montou uma nova firma, a BR4, bem mais robusta e ambiciosa que a primeira. Descrita no contrato social como uma holding (ou seja, uma companhia que tem por finalidade deter participação acionária em outras empresas), a BR4 possui um capital de 2,7 milhões de reais. Esse valor foi integralizado, em moeda corrente, menos de dois meses após a formação da companhia. E com quem os sócios da G4 e da Espaço Digital conseguiram essa bolada para montar o negócio? Com a Telemar, que, embora a essa altura ainda não participasse da sociedade, brindou Fábio e sua turma com a dinheirama, a título de "exclusividade no fechamento do contrato", como explica Leonardo Badra Eid, da Espaço Digital.

O ânimo empreendedor do biólogo Fábio, do químico Kalil Bittar e do empresário Fernando Bittar (nenhum dos três estudou publicidade) não parou por aí. Em outubro do ano passado, o grupo criou uma outra empresa a partir da BR4, a Gamecorp Sociedade Anônima. Foi seu grande salto. Ao capital de 2,7 milhões de reais (o montante injetado pela Telemar, acrescido de 1 000 reais), o grupo colocou outros 2,5 milhões de reais, obtidos por meio de uma operação de emissão de debêntures. Esse tipo de operação é uma espécie de empréstimo que a companhia toma no mercado. Ela oferece os papéis com a promessa de pagamento de juros, após o resgate dos títulos, e investidores que considerarem o negócio interessante os adquirem (existe ainda a possibilidade de ninguém se interessar pelo negócio e os papéis encalharem). As debêntures podem ser de dois tipos: conversíveis em ações e não conversíveis. A diferença entre as duas é que as primeiras possibilitam àqueles que as adquirem ter, no futuro, participação acionária na empresa que emitiu os papéis. Foi o tipo escolhido pela companhia do filho de Lula. Em todo o processo, a Gamecorp contou com a assessoria do escritório de auditoria Trevisan Service – dirigido pelo consultor Antoninho Marmo Trevisan, amigão do presidente Lula.

Ao contrário do que se poderia esperar no caso de uma empresa recentemente constituída e desconhecida no mercado, a receptividade aos papéis da Gamecorp foi mais do que boa: foi sensacional. Segundo afirmam os sócios da companhia, pelo menos dois gigantes da telefonia disputaram as debêntures. No dia 6 de janeiro, elas foram adquiridas pela Telemar. No dia 31 do mesmo mês, ou seja, apenas 25 dias depois da aquisição das debêntures, a Telemar converteu os papéis em ações. Ou seja, tornou-se, dessa maneira, sócia da empresa do filho de Lula. Isso não é uma prática usual no mercado. Em geral, o período entre a emissão das debêntures e a decisão de convertê-las em ações é muito maior. O processo indica que a Telemar, desde o início, não tinha a intenção de "emprestar" dinheiro à Gamecorp, e sim tornar-se sua sócia. Ocorre que a empresa poderia ter obtido o mesmo resultado por meio de um caminho muitíssimo mais simples: comprando diretamente ações da Gamecorp. E por que não fez isso? Para responder a essa pergunta, VEJA ouviu três profissionais habituados a lidar com operações societárias de alta complexidade. Os três afirmaram a mesma coisa: o único motivo que explicaria a adoção de um processo tão intrincado seria a intenção de manter em sigilo o nome da Telemar na sociedade com a Gamecorp.


Alguns detalhes reforçam essa tese. O primeiro é o fato de que, embora toda a documentação referente à criação das empresas de Fábio seja pública e esteja registrada em cartório, justamente os papéis relativos à subscrição das debêntures – que tornariam possível a identificação do comprador dos títulos – estavam indisponíveis. Ficaram arquivados na sede da companhia. O segundo detalhe é mais curioso. Toda assinatura de contrato requer testemunhas. Por questões práticas, elas, muito freqüentemente, são arregimentadas ou entre pessoas que estão casualmente no local ou entre os próprios advogados das partes. No caso da assinatura do contrato que tornou a Telemar sócia da empresa do filho do presidente Lula, é evidente que houve um cuidado especial na escolha das testemunhas. Os escolhidos para presenciar o evento não foram nem desconhecidos nem advogados, mas duas funcionárias de extrema confiança do Eskenazi Pernidji Advogados, o escritório com sede no Rio de Janeiro que representou a Telemar. Simone de Oliveira Neto e Fabini Martins Bussi vieram do Rio para São Paulo especialmente para cumprir a tarefa. Fabini goza de tamanha confiança da parte de seus chefes que – embora sem posses aparentes e morando na cidade de Duque de Caxias, uma das mais pobres da região metropolitana do Rio de Janeiro – chegou a constar como diretora de uma off-shore com sede nas Ilhas Virgens Britânicas, representada no Brasil por Sérgio Isidoro Eskenazi Pernidji, titular do escritório. É, sem dúvida, pessoa discretíssima.

Todos esses detalhes corroboram a tese dos especialistas ouvidos por VEJA: a de que não interessava nem à Gamecorp nem à Telemar que a nova sociedade fosse de conhecimento público. E por que razão quereriam os sócios manter a participação da telefonia em sigilo? Simples: a Telemar é uma companhia de mercado, mas tem dinheiro público na composição de seu capital – e não teria sido fácil explicar o investimento na empresa de um filho do presidente da República. Um dos principais acionistas da Telemar é o BNDES, com 25% do capital. Outros 19% pertencem a fundos de pensão, alguns deles de empresas públicas, como a Previ (caixa previdenciária dos funcionários do Banco do Brasil) e a Petros (ligada à Petrobras). Há ainda participação da Brasilcap e da Brasilveículos, companhias ligadas ao Banco do Brasil. Outro fator complica ainda mais a negociação: a Telemar é uma empresa concessionária de serviços públicos. Ou seja, suas operações dependem de concessão do governo federal. Companhias nessa condição têm sua relação com o governo regida por severas restrições. Elas também não podem fazer doações para campanhas de partidos políticos. Isso serve para evitar que futuros servidores públicos se sintam em dívida com elas. Sendo Lula o principal servidor público do país, configura, no mínimo, uma impropriedade que uma empresa concessionária de serviços públicos injete uma bolada de dinheiro na empresa de seu filho.

A Telemar, por meio de um executivo que pediu para não ser identificado, diz que só tomou conhecimento de que a Gamecorp pertencia ao filho do presidente "no dia da assinatura do contrato". A assessoria de imprensa da companhia de telefonia informa que, a exemplo do investimento feito na empresa de Fábio, realizou diversos outros em áreas afins, como a compra das rádios Oi. Reconhece, no entanto, que nenhum desses outros investimentos foi revestido de segredo ou envolveu subscrição de debêntures resultando em participação societária. Reconhece também que o negócio com a Gamecorp foi uma "operação diferenciada". É compreensível que uma empresa de telefonia se interesse em fazer investimentos que tragam como retorno a produção de conteúdo na área digital. Não é a especialidade da Gamecorp. A companhia não produz tecnologia, não cria jogos nem tem experiência nessa área.

 

Outra questão intrigante ronda as empresas ligadas a Fábio. Até dois anos atrás, a Espaço Digital – que formalmente não tem Fábio entre seus diretores, mas está associada à G4 na Gamecorp – ocupava o mesmo andar da agência de publicidade Matisse em um prédio de escritórios no bairro de Pinheiros, em São Paulo. A Matisse, que originalmente é de Campinas, terra dos irmãos Bittar, era uma empresa de pequeno porte até conquistar, para surpresa do mercado publicitário, a milionária conta da Secretaria de Comunicação e Gestão Estratégica (Secom), ligada à Presidência da República. Só no ano passado, a Matisse recebeu 10,3 milhões de reais do governo federal. "Foi uma vizinhança meramente casual", diz Luiz Flávio Guimarães, diretor de produção da Matisse, denotando nervosismo. Ele afirma que, à exceção "de um trabalhinho insignificante para uma empresa privada", a Matisse nunca usou os serviços da Espaço Digital.

 
Não é a primeira vez que o envolvimento de filhos de presidentes da República com empresas públicas e privadas causa constrangimento.
 
Paulo Henrique Cardoso, filho do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, em 2000, chegou a ser investigado pela Abin em virtude de denúncias de que teria usado a influência do pai para beneficiar a empresa de gás industrial White Martins. A acusação se mostrou infundada, mas os hábitos de vida do filho de FHC – considerados incompatíveis com seus rendimentos –, sua passagem como diretor de uma ONG sustentada por empresas públicas e privadas e seu trânsito fácil por Brasília deixaram um mal-estar no ar. Em 2003, os americanos experimentaram sensação semelhante diante da notícia de que Chelsea Clinton, filha do já ex-presidente Bill Clinton, havia sido contratada pelo escritório McKinsey, especializado em consultoria econômica para empresas, por um salário anual inicial de 100.000 dólares.
 


OUTROS FILHOS
Paulo Henrique Cardoso e Chelsea Clinton: mal-estar com o estilo de vida luxuoso dele e com o empregão de 100 000 dólares anuais dela
 
Amigos de infância
 
 

Fábio Luís e os irmãos Bittar são amigos de infância. Pessoas próximas ao grupo contam que quem comanda de fato os negócios das empresas é Kalil Bittar. Com 43 anos, Kalil é visto freqüentemente na ponte aérea São Paulo–Brasília. O filho de Lula tem o perfil discreto. Torcedor do Corinthians, aficionado de histórias em quadrinhos e videogames, ele tem dois programas prediletos no fim de semana: passear no shopping com a namorada e jogar futebol.

 
A essa rotina banal somam-se agora as tarefas de um empresário bem-sucedido, sócio de uma empresa do porte da Telemar, que, com um faturamento de 18 bilhões de reais no ano passado, possui bala suficiente para patrocinar para seus sócios mirins viagens para os Estados Unidos, a Coréia e o Japão.
 
 

Em 2005, Fábio e o sócio Kalil Bittar visitaram esses países com as despesas pagas pela companhia de telefonia. A viagem ocorreu no mesmo período em que o presidente Lula estava em viagem oficial ao Japão e à Coréia. O objetivo era levar Fábio e Kalil para conhecer companhias que trabalham com a produção de games para celular e ainda a tecnologia de celulares de terceira geração.

Histórias de sucesso instantâneo no mercado eletrônico não são raras. Em 1996, o jovem Marcos de Moraes – filho do ex-rei da soja Olacyr de Moraes – criou o portal de internet Zip.Net. O negócio deu tão certo que, quatro anos depois, Moraes vendeu o portal por 365 milhões de dólares a uma empresa do grupo Portugal Telecom. Foi uma das maiores transações da internet brasileira. Sempre se pode dizer que o sucesso de Fábio e seus amigos é mais um desses milagres produzidos pela era digital. É possível. O fato de essa história ter tido uma mãozinha – ou melhor, uma mãozona – de uma empresa movida (inclusive) a dinheiro público, no entanto, é suficiente para arranhar o talento que, ninguém duvida, tanto Fábio quanto seus amigos têm de sobra.

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 Voo de Lulinha custaria R$ 15 mil sem carona em avião da FAB
O empresário Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente Lula, e seus 15 acompanhantes que viajaram de São Paulo a Brasília de carona num avião da FAB (Força Aérea Brasileira) em 9 de outubro teriam de desembolsar no mínimo R$ 15.098, ao todo, para fazer o mesmo trajeto caso tivessem viajado de primeira classe pela TAM, pelos preços de ontem. Na Gol, pagariam R$ 7.658 na classe econômica.

Conforme a Folha publicou ontem, Lulinha, como é conhecido, e os acompanhantes dele viajaram com o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, na aeronave oficial (Sucatinha), um Boeing 737.

Clique e leia mais:
FAB dá carona a filho de Lula e mais 15 acompanhantes

O avião, ocupado por militares, estava prestes a pousar em Brasília quando teve de retornar a São Paulo para buscar Meirelles --que solicitou a aeronave--, um assessor dele, Lulinha e convidados. Meirelles disse que só no embarque soube que Lulinha e mais 15 pessoas viajariam com ele.

O Sucatinha, que havia iniciado a viagem em Gavião Peixoto (SP), pousou em Guarulhos às 19h e foi reabastecido.

Uma nova ordem ao comandante informou que os passageiros embarcariam no aeroporto de Congonhas. Para ficar mais leve e novamente obter condições de pouso, o avião precisou gastar 3.000 kg de querosene sobrevoando São Paulo até descer em Congonhas, às 21h30. A nova decolagem só ocorreu às 23h e a chegada a Brasília, uma hora e 40 minutos depois.

A mudança de rotas da aeronave e o sobrevoo consumiram cerca de 18 mil kg de querosene de aviação, segundo um comandante de Boeing ouvido pela Folha. Pela tabela da Agência Nacional de Petróleo, o trajeto custaria cerca de R$ 15 mil em querosene --o cálculo não inclui tributos, frete e margem de lucro das distribuidoras de combustível.

 
 

A Transparência Brasil, entidade dedicada ao combate à corrupção no país, classificou a viagem de Lulinha e amigos no voo da FAB de "absurda".

A Presidência da República disse que os passageiros eram convidados de Lula e que "é normal" oferecer transporte pelas aeronaves que servem a Presidência. Apesar de a aeronave ter retornado a São Paulo quando quase pousava em Brasília, o governo nega ter havido mudança de itinerário.

A lista de passageiros não foi divulgada porque se trata de convidados do presidente e é "reservada". Segundo a assessoria, há recomendação do próprio Lula para que sejam aproveitados voos em deslocamento ou que estejam transportando autoridades do governo como forma de fazer economia.

Procurada pela reportagem, a assessoria da produtora Gamecorp, da qual Lulinha é sócio, disse que ele não foi localizado. A FAB não quis se manifestar sobre os gastos com o Sucatinha. Em Porto Alegre, o ministro Nelson Jobim (Defesa) disse que não há ilegalidade na carona dada ao filho de Lula. Folha Online

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Gerardo Antonio Ríos Gil 01/04/2011 05:05



En Colombia adolescemos de la misma cuestión, nuestro expresidente Alvaro Uribe Vélez, que al contrario de Lula es el derechista más encarnizado que sobre estas tierras haya hecho correr sangre y
empobrecido más a los pobres, también realizó unos cuantos trucos nepotistas, pues a sus hijos los convirtió en "empresarios" de la noche a la mañana, comprando unos terrenos de poco valor en la
zona de Mosquera cundinamarca, para luego convertirlos en una ZONA FRANCA, en el que unos cuantos metros cuadrados vendidos ya han pagado la inversión de unos cuantos millones. Esa es la forma
como funcionan las cosas cuando se le da más poder al poder.



Lidia Camacho 10/14/2010 12:49



Corrupción quizás no sea la palabra adecuada. Cuando Lula llegó por primera vez a la presidencia, con aquello de 'hambre cero', los pueblos latinoamericanos soñaron con un nueva realidad. No ha
sido así.


Lula, al igual de los gobiernos anteriores, sin escrúpulos algunos ha veneficiado a familiares, amigos, etc; y no con poco.


No puede haber cambios profundos en gobierno alguno mientras las personas que llegan al poder no estén comprometidas moralmente, etnicamente con los pueblos.


No puede haber cambio alguno, mientras ollviden y niegen con hechos su pasado.


No habrá cambios profundos hasta que los pueblos no sean capaces de levantar las banderas de una transformación total que impulse aquel sueño, de Ernesto 'Che' Guevara,  El Hombre/Mujer
Nueva.


Este Hombre/Mujer Nueva debe crecer en nosotros mismos, día a día, sin ello nada  servirá los discursos, palabras de revollución, empatía, solidaridad, etc.


He visitado sitios de Dilma, otra ex guerrillera. He leído, visto. En ninguno de ellos ví pueblo, clase obrera, desocupados, gente que luchara por la Reforma Agraria, ni tampoco, sin los sin
techos. Eso sí, siempre rodeada de una elite de grandes empresarios, de millonarios, brasileros o extranjeros. Tampoco con ella vendrán cambios.


Los cambios hay que exigirlos en las calles, apoyando al MST, etc. Los cambios se dan en luchas, y no votando por la mejor alternativa. Ya que una u otra, siempre beneficia a los de arriba.


Solamente cabe preguntarse, han llegado estos 'progresistas' para beneficiarse, para formar una nueva capa social, para convertirse en los nuevos ricos???