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El polvorín

Única mina de uranio activa en Brasil no respeta los derechos humanos

13 Febrero 2011 , Escrito por El polvorín Etiquetado en #Politica

Única mina de urânio em operação no país viola direitos humanos

 

                                                   

 

 


 El Plan Nacional de Energía Eléctrica brasileño prevé la construcción de cuatros usinas nucleares más que deberán empezar sus actividades hasta 2030. En la ciudad de Caetitié, en Bahía, región nordeste del país, se encuentra la única mina de uranio en operación en Brasil. Un informe presentado en la Cámara de Diputados, afirma que la extracción mineral está afectando la salud de la población local. Para Alexandre Ciconello, integrante de la Plataforma Dhesca, hay una dificultad de acceso a las informaciones, teniendo en cuenta que el área de la mina es considerada de seguridad nacional.
“Hay innumerables denuncias realizadas por la población local sobre el derramamiento de uranio, contaminando los manantiales y las capas freáticas de la región. Existen estudios científicos que demuestran que el promedio de uranio en el organismo de la población es cien veces mayor que el promedio mundial.”
Ésta es una de las denuncias identificadas por los Relatores de los Derechos Humanos de la Plataforma Dhesca que viajaron por el país entre 2009 y 2010 para catalogar las violaciones e indicar políticas para enfrentar la situación.


En estos momentos Brasil está considerado como un país con el más elevado nivel de desarrollo en investigación científica y supuestamente éste tipo de problemas no deberían estar sucediendo allí.

 

Única mina de uranio activa en Brasil no respeta los derechos ...

21 Dic 2010 ... Para Alexandre Ciconello, integrante de la Plataforma Dhesca, ... el promedio de uranio en el organismo de la población es cien veces mayor ...
www.radioagencianp.com.br/node/9372 - En caché

 

 

 

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Única mina de urânio em operação no país viola direitos humanos

O Plano Nacional de Energia Elétrica  brasileiro prevê a construção de mais quatro usinas nucleares, que deverão entrar em funcionamento até 2030. Em Caetité, na Bahia, está localizada a única mina de urânio em operação no Brasil. Um relatório apresentado nesta quarta-feira (8/12), na Câmara dos Deputados, denuncia que a extração do mineral está afetando a saúde da população local. Para Alexandre Ciconello, integrante da Plataforma Dhesca, há uma dificuldade de acesso às informações, pois a mina é considerada uma área de segurança nacional.
“Existem várias denúncias feitas pela população local de vazamento de urânio, que está contaminando manaciais e lençóis freáticos da região. Existem estudos científicos que indicam que a quantidade média de urânio no organismo daquela população é de mais de cem vezes maior do que a média mundial”.
Esta é uma das denúncias identificadas pelos Relatores dos Direitos Humanos da Plataforma Dhesca, que viajaram pelo país entre 2009 e 2010 para mapear as violações e sugerir políticas de enfrentamento. Um dos relatores visitou presídios femininos e encontrou situações degradantes, como relata Alexandre.
 “É uma situação calamitosa. Presença de ratos, lixo e denúncias graves de confinamento de presidiárias no Rio Grande do Sul, negando os medicamentos antiretrovirais para as presidiárias que têm HIV/AIDS. Para a relatoria, neste caso, é uma forma de tortura e até mesmo uma tentativa de matar do Estado”.
A relatoria investigou as ameaças de despejo vividas por comunidades das cidades que receberão jogos da Copa do Mundo de 2014. Também foram identificados inúmeros casos de violação de direitos relacionados à liberdade religiosa nas escolas.

 

Relatório aponta violações em mina de urânio

Essa foi uma das constatações dos relatores da Plataforma Dhesca que viajaram o país para mapear casos e sugerir políticas de enfrentamento

09/12/2010


Jorge Américo  Radioagência NP  http://www.brasildefato.com.br/node/5252


O Plano Nacional de Energia Elétrica  brasileiro prevê a construção de mais quatro usinas nucleares, que deverão entrar em funcionamento até 2030. Em Caetité, na Bahia, está localizada a única mina de urânio em operação no Brasil. Um relatório apresentado nesta quarta-feira (8), na Câmara dos Deputados, denuncia que a extração do mineral está afetando a saúde da população local. Para Alexandre Ciconello, integrante da Plataforma Dhesca, há uma dificuldade de acesso às informações, pois a mina é considerada uma área de segurança nacional.

“Existem várias denúncias feitas pela população local de vazamento de urânio, que está contaminando mananciais e lençóis freáticos da região. Existem estudos científicos que indicam que a quantidade média de urânio no organismo daquela população é cem vezes maior do que a média mundial.”

Esta é uma das denúncias identificadas pelos Relatores dos Direitos Humanos da Plataforma Dhesca, que viajaram pelo país entre 2009 e 2010 para mapear as violações e sugerir políticas de enfrentamento. Um dos relatores visitou presídios femininos e encontrou situações degradantes, como relata Alexandre.

 “É uma situação calamitosa. Presença de ratos, lixo e denúncias graves de confinamento de presidiárias no Rio Grande do Sul, negando os medicamentos antiretrovirais para as presidiárias que têm HIV/Aids. Para a relatoria, neste caso, é uma forma de tortura e até mesmo uma tentativa de matar do Estado.”

A relatoria investigou as ameaças de despejo vividas por comunidades das cidades que receberão jogos da Copa do Mundo de 2014. Também foram identificados inúmeros casos de violação de direitos relacionados à liberdade religiosa nas escolas.

 

 

 

 

Mina de urânio da INB em Caetité recebe do Greenpeace a marca de área de contaminação

Por André Amaral

Greenpeace

27 de Janeiro de 2010

Caetité (BA), Internacional —

 

                                          
Ativistas do Greenpeace realizaram um protesto, em frente à mina de urânio operada pela estatal Indústrias Nucleares do Brasil (INB) em Caetité, na Bahia. Eles estenderam, no portão da mina, uma faixa com a frase “Área de contaminação”. – Lunaé Parracho

 

                               

 

 

 

 

 

 

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Caetité vive o medo nuclear

 
29 de julho de 2010 - Após denúncias sobre o vazamento de urânio, a cidade de Caetité, na Bahia, está no centro do debate sobre os riscos da energia nuclear no Brasil
 

Nesta sexta-feira (30), são concluídos em Caetité, cidade a 700 quilômetros de Salvador, um seminário de segurança, saúde e meio ambiente e uma missão de técnicos de entidades governamentais e de ambientalistas visando discutir a saúde ambiental e a saúde dos trabalhadores em relação à exposição a riscos nucleares.


Caetité vive o temor da contaminação radioativa em função de acidentes ocorridos nas minas de extração de urânio, operadas pela INB – Indústrias Nucleares do Brasil. A cidade baiana possui uma mina de urânio que alimenta o funcionamento das Usinas de Angra I e II, no Rio de Janeiro. A ocorrência de vazamentos, a falta de informação para as comunidades e a contaminação de poços de água para consumo humano levaram diversas entidades ambientalistas e de direitos humanos a adotarem iniciativas visando debater a exploração de urânio, entre elas os eventos que se realizam de 28 a 30 de julho de 2010.

Em maio deste ano, técnicos do governo da Bahia investigaram 22 pontos de abastecimento e em oito constataram nível de radiação sete vezes maior que o tolerado pela Organização Mundial de Saúde. As suspeitas são de que a contaminação tenha ocorrido pelo vazamento de matéria radioativo das piscinas de decantação da estatal. As comunidades vizinhas não teriam sido devidamente avisadas do vazamento e muitas continuam consumindo água contaminada.

Segundo a ONG Plataforma Dhesca-Brasil, que atua nas áreas de direitos humanos, sociais, econômicos e ambientais, os perigos da extração do minério não param na indústria. Até o destino final, o urânio brasileiro percorre largas distâncias: de Caetité, percorre dezenas de cidades e povoados até chegar à Salvador e do porto da capital baiana segue para o Canadá, onde o produto é convertido em gás, enviando depois para Holanda, onde o gás é enriquecido. Da Holanda, finalmente volta ao Brasil, para o porto do Rio de Janeiro, onde a carga retorna às estradas brasileiras até chegar a Resende. Na fábrica brasileira, o material é transformado em pastilhas, que finalmente servirão como combustível para as usinas nucleares de Angra dos Reis e irão gerar energia.

A ONG Greenpeace considera todo o entorno da mina uma "área de contaminação" e já promoveu manifestações na porta da INB no primeiro semestre de 2010.

A mina de urânio de Caetité, descoberta em 1970, é explorada pela estatal INB - Indústrias Nucleares do Brasil. Uma vez que o urânio seja liberado no meio ambiente, ele entra na cadeia alimentar humana pelo consumo de água ou de alimentos contaminados, como leite e vegetais. A ingestão contínua de urânio, mesmo que em pequenas doses, pode causar sérios danos à saúde, como câncer e problemas nos rins.

Afirma a Dhesca-Brasil que, mesmo sem autorização permanente de funcionamento e com os inúmeros apelos das comunidades atingidas, com a possibilidade de existir uma Angra III, o setor nuclear planeja duplicar a capacidade produtiva anual para 800 toneladas de concentrado de urânio, com explorações em Caetité e na cidade de Santa Quitéria, no Ceará.

A INB nega a existência de contaminação das águas em Caetité e afirma não haver qualquer risco para a população. Quanto à necessidade de informar a população, ressalta que disponibiliza para a população o Espaço INB, que é um centro de informações, que esclarece a população de Caetité sobre fontes de energia - incluindo o urânio –, radioatividade, produção de energia nuclear e sobre como a empresa desenvolve suas atividades.

 

trabalhodecente.blogspot.com/2010/07/caetite-...

 

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